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Quão poderosa é a nossa Seleção
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2 anos atrásem
Conforme informações apuradas pela reportagem, o Operário Futebol Clube, o Esporte Clube Comercial e o Dourados Atlético Clube iniciaram conversas para entender como funciona a transição para a gestão empreendedora sob o modelo da SAF
Após a oficialização do FC Pantanal SAF como novo modelo de gestão no estado, mais três clubes de Mato Grosso do Sul demonstraram interesse em abandonar o modelo associativo para se tornar uma Sociedade Anônima do Futebol. Os clubes que iniciaram as conversas foram: Operário Futebol Clube, Esporte Clube Comercial e Dourados Atlético Clube (DAC).
Durante a coletiva de imprensa na tarde de ontem (11), o assessor de interesses esportivos do governo do estado, Júlio Brant, explicou à reportagem que três clubes o procuraram para entender como funciona o projeto. Sobre o DAC, houve conversas iniciais, mas Operário e Comercial demonstraram maior interesse, e as conversas com esses clubes seguem mais intensas.
“Operário e Comercial me procuraram para entender o processo. Sobre o Dourados, houve conversas iniciais também. Mas posso afirmar que, além do Pantanal SAF, Comercial e Operário estão mais avançados nesse tema”, relata Brant à reportagem.
Júlio Brant, além de empresário, é uma figura conhecida e tem ligações diretas com o Vasco da Gama. Ao ser questionado sobre como vê o apoio empresarial nos clubes de Mato Grosso do Sul, Brant foi enfático ao dizer que as gestões ruins nos últimos anos têm afastados os empresários do estado e que o setor empresarial precisa fazer parte do dia a dia dos clubes.
“O mercado hoje responde muito rápido e os clubes precisam pensar de forma empresarial. Eles precisam parar com essa dependência de pedir dinheiro ao governo do estado e conseguir andar sozinhos, com as próprias pernas. Esse dinheiro que é destinado aos clubes poderia ser melhor utilizados em áreas como saúde, educação, habitação e saneamento. Por isso, vemos que os clubes precisam adotar uma mentalidade empresarial e, com o investimento no modelo SAF, os clubes de Mato Grosso do Sul poderão ter uma estrutura digna e enfim, pensar alto. ‘, relatou Júlio Brant.
O Modelo SAF é a única solução para MS?
Para muitos dirigentes, a solução para sair do buraco é o pagamento das dívidas para conseguir montar um elenco forte.
A reportagem entrou em contato com o presidente do Operário, Nelson Antônio da Silva, que confirmou as conversas iniciais para a transição de modelo SAF, informação também divulgada pelo assessor do governo do estado, Júlio Brant.
Atualmente, o Operário Futebol Clube enfrenta enormes dificuldades financeiras para montar uma equipe competitiva para o estadual de 2025. Com dívidas em torno de R$ 2 milhões, reconhecidas pela Procuradoria Geral da Fazenda, o maior clube de Mato Grosso do Sul, com 13 títulos estadual, sendo a última conquista em 2024 ao vencer o Dourados Atlético Clube por 3 a 1, confirmou a entrega de documentos e o início do processo para mudança de gestão governativa.
“Virar SAF é a única solução para que o Operário consigam competir. Quem não seguir esse caminho vai fechar as portas. Estamos em processo de entrega de documentação, mas o caminho é longo, pois é necessário pagar taxas diversas à CBF e à federação, além de realizar o registro em cartório e outros detalhes, como a abertura de um CNPJ, mas posso confirmar que sim, o Operário precisa olhar para o futuro’, explicou o presidente do Operário à reportagem.
Outra grande equipe do estado, com 9 títulos estaduais e que também enfrenta enormes dificuldades financeiras, é o Esporte Clube Comercial.
De acordo com o presidente Claudio Barbosa, que confirmou o seu afastamento por motivos de saúde e familiar, disse que também há conversas para o Colorado se tornar SAF no futuro. Mas antes, as atenções atualmente estão nas eleições para escolha do novo presidente.
“Houve, sim, conversas para entender a mudança para SAF, mas estamos, neste momento, organizando as eleições do clube, e somente o novo presidente e a nova diretoria poderão falar sobre o assunto. Eu mesmo vejo que a SAF é a única solução para o Comercial, por isso acredito que a próxima gestão estará aberta para ouvir novos investidores que sejam sérios, com contratos de investimentos financeiros tanto no profissional, na base, quanto no futebol feminino’, afirmou o presidente.”
O atual vice-presidente Marlon Brandt foi o único a demonstrar interesse em ser o próximo presidente do Comercial. Neste final de semana, ele esteve presente no Fórum de Gestão Esportiva, ouvindo dirigentes de clubes que compartilhavam projetos vencedores que deram certo em clubes de futebol no país.
Em conversas ….
O terceiro clube que demonstrou interesse em adquirir um investidor é o Dourados Atlético Clube.
No último dia 2 de novembro, o jornalista Pedro Reis revelou em suas redes sociais que um empresário de Presidente Prudente (SP), em conjunto com ex-técnico da Seleção Boliviana, Antônio Carlos Zago, manifestou interesse em investir no clube, com auxilio do empresário prudentino, Thiago Dantas.
A reportagem conseguiu contato com o empresário, que possui investimentos em criptomoedas e no setor de informática, e confirmou as conversas, mas não avançou até o momento.
“Quem abriu mesmo as negociações com o DAC foi o Zago, que tem familiares em Dourados e negócios comigo em Presidente Prudente. Eu sou o homem do dinheiro, mas o projeto está nas mãos do Zago, que vem conversando com diversas equipes em busca de investimentos.”
Ao ser questionado sobre quais seriam esses investimentos, o empresário prudentino foi enfático ao dizer que a pretensão é divulgar seus atletas em diversos clubes espalhados pelo país.
“Eu e o Zago somos gerentes da Genius Football Agency, uma academia que gerencia atletas para equipes do país. Estamos conversando com equipes no interior de São Paulo e cinco em MS, mas posso afirmar que ainda não apresentei nada, apenas consultamos possibilidades. Há uma possibilidade inicial de enviarmos atletas para competir em Dourados, assim, nos aproximaríamos e evoluiríamos em um possível investimento maior, mas, por enquanto, são apenas conversas iniciais’, relatou.”
Antônio Carlos Zago, conforme informações da assessoria de imprensa, ele não falará sobre o assunto neste momento.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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