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Updated: 5:48 AM EST Nov 25, 2024
TRAFFIC IS NOT EXACTLY. THE GOOD NEWS IS TODAY IS QUIET. BUT UNFORTUNATELY, IT’S GOING TO BE AN ACTIVE WEEK. WE’VE GOT A PERIOD OF RAIN COMING IN ON TUESDAY RIGHT AROUND MIDDAY, AND THEN BEHIND THAT IT’S DRY ON WEDNESDAY WITH GUSTY WINDS. REALLY, THE BIG FOCUS IS GOING TO BE ON THANKSGIVING DAY WITH RAIN AND SNOW IN THE HIGHER ELEVATIONS. SO IF YOU ARE HEADED NORTH UP INTO CENTRAL AND NORTHERN NEW ENGLAND DURING THE DAY ON THANKSGIVING, YOU’RE GOING TO RUN INTO SOME SNOW, PARTICULARLY WEST OF 95. IN THE MOUNTAINS, THIS DARKER BLUE COLOR IS A HALF A FOOT TO A FOOT OF SNOW, SO IT IS GOING TO BE GREAT NEWS FOR SKI COUNTRY. BUT TRAVELING ON THURSDAY COULD BE CHALLENGING AND NORTH OF ROUTE TWO AND OUT INTO THE BERKSHIRES, WE COULD GET A LITTLE BIT OF SNOW. IT DOESN’T LOOK LIKE A BIG ACCUMULATION THERE, BUT SOMETHING THAT COULD IMPACT TRAVEL FOR SURE. FORTUNATELY, IT IS CLEAR THIS MORNING IT IS DRY. YOU CAN SEE THE TEMPERATURES ARE FEELING LIKE THE 20S. IN FACT, THE WIND CHILL IN BOSTON RIGHT NOW IS 29 DEGREES BECAUSE THE WIND IS STILL GUSTING OVER 20MPH. GRADUALLY, THE WINDS ARE GOING TO SETTLE BACK AS THE DAY WEARS ON. SO BIG WIND CHILL IS GOING TO, YOU KNOW, COME DOWN QUITE A BIT AS WE GET INTO THE AFTERNOON. ACTUAL TEMPERATURES RUNNING IN THE 30S AND A LOT OF SPOTS WE WILL SEE THOSE TEMPERATURES TICK UP BY 10 A.M. TO ABOUT 44 DEGREES WITH THE SUNSHINE AND THAT SLOWLY SETTLING WIND, IT WILL FEEL MUCH MORE COMFORTABLE TO BE OUTDOORS. THIS AFTERNOON. YOU CAN SEE IT’S RIGHT AROUND 50 DEGREES HERE. AS WE HEAD TOWARD 2:00 THIS AFTERNOON, WE MAY SNEAK UP TO 51 IN BOSTON, AS MILD AS 53 IN NORWOOD UPPER 40S ON THE CAPE AND UPPER 40S OUT THROUGH THE WORCESTER HILLS. SO NOT BAD TODAY. HIGH PRESSURE SETTLING IN AND CALMING DOWN THOSE WINDS. BUT TO THE WEST, YOU CAN SEE THERE’S ANOTHER FRONT. THIS IS OUR FIRST OPPORTUNITY FOR GETTING SOME RAIN ON TUESDAY. IT IS PRODUCING A LITTLE SNOW RIGHT NOW NEAR THE GREAT LAKES, BUT FOR US IT IS GOING TO BE RAIN. MOSTLY CLEAR, CHILLY TONIGHT WILL BE IN THE UPPER 20S TO THE UPPER 30S, ABOUT 38 OR SO DOWNTOWN, AND TOMORROW UPPER 40S AND LOWER 50S WILL START OUT WITH SUNSHINE TOMORROW. AND THEN LOOK WHAT HAPPENS AS WE GET DEEPER INTO THE MORNING. I THINK WE GET THROUGH MOST OF THE MORNING COMMUTE. OKAY. AND THEN FROM WEST TO EAST, HERE COMES THE RAIN BY NOONTIME IT IS RAINING IN THE WORCESTER AREA, RAINING IN SOUTHERN NEW HAMPSHIRE. AND THEN THAT RAIN SCOOTS EASTWARD SO EARLY TO MID AFTERNOON TOMORROW. THAT IS WHEN I THINK WE SEE THE STEADIEST RAIN IN BOSTON. AND THAT IS KICKING OUT. SO WE’RE DRYING THINGS OUT FOR THE EVENING COMMUTE AND THEN WE’LL TOTALLY GO DRY AS WE HEAD INTO WEDNESDAY. SO IT’S NOT A BIG RAIN EVENT. IT’S JUST A FRONT COMING ON THROUGH AND THEN BEHIND IT WE GET A LITTLE BREAK IN THE ACTION. ON WEDNESDAY. SO FROM THIS FIRST FRONT IT’S ABOUT A QUARTER TO A HALF AN INCH OF RAIN. AND THEN LOOK AT WHAT WE ADD ON ON THANKSGIVING DAY. ANOTHER INCH OR SO OF RAIN. SO CERTAINLY THURSDAY’S EVENT IS MORE IMPACTFUL AND IT GETS STARTED EARLY IN THE MORNING. SO IT IS BREAKING OUT BY ABOUT FIVE, 6:00 IN THE MORNING. I THINK THOSE FOOTBALL GAMES ON THURSDAY ARE LIKELY GOING TO BE WET. THERE YOU SEE THAT SNOW TO THE NORTH AS YOU GO WEST OF 95. YOU’RE RUNNING INTO THAT SNOW. IT GOES THROUGH THE DAY RAINING HERE IN SOUTHERN NEW ENGLAND PRETTY MUCH ALL DAY LONG. AND THEN ONCE WE GET INTO THURSDAY NIGHT, THE STORM STARTS TO PULL AWAY AND IT IS GONE BY FRIDAY. SO CERTAINLY GOING TO HAVE IMPACTS HERE WITH THE RAIN AND THE SNOW IN THE MOUNTAINS. THAT IS WHY WE HAVE THURSDAY LIT UP IN RED AS AN IMPACT. WEATHER DAY BEHIND IT. WE’RE DRYING THINGS OUT ON FRIDAY, BUT LOOK AT THOSE TEMPERATURES TAKEN A NOSEDIVE UPPER 30S FOR HIGH TEMPERATURES ON SUNDAY. SO A LOT OF FOLKS LIKE TO GET THEIR CHRISTMAS TREE RIGHT AFTER THANKSGIVING. YOU’
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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