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Ranking das 3 melhores marcas de manteiga sem sal no mercado; especialistas!

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Saiu o ranking das três melhores marcas de manteiga sem sal. Seja para passar no pão, ou utilizar em receitas, essas são as melhores, segundo especialistas do Paladar.

Manteiga não é tudo igual. A versão com sal, por exemplo, é mais indicada para comer com pão. Já as versões sem sal, são indicadas para a preparação de pratos e bolos.

Nesse sentido, de acordo com os especialistas, a marca italiana Galbani foi a grande campeã do teste realizado pelos especialistas. À base de creme de leite, ela tem uma coloração amarelada e textura sedosa. Veja o top 3 abaixo!

As três melhores

No ranking, os produtos foram comprados em supermercados e avaliados pelos jurados, que estavam vendados. Entre os critérios de avaliação do texto estão a aparência, textura, aroma e sabor. Veja as três melhores:

  • Galbani: a Galbani é a manteiga sem sal da marca italiana, produzida no Brasil pela Lactalis, no sul. Segundo os jurados, na boca, ela tem um sabor delicado e uma untuosidade. Além disso, se destaca pelo aroma agradável de leite. Em média, custa R$ 15,10, 200 g, nas prateleiras.
  • Président: já a Président, de uma marca francesa, conquistou medalha de prata na degustação às cegas. Também feita com creme de leite pasteurizado e fermentos lácteos, os produtos têm uma textura sedosa e aroma delicado.
  • Danone: fechando o TOP 3, ficou a Danone. Com uma coloração mais esbranquiçada, a manteiga tem um delicado aroma de lácteos, que também se estende no sabor. Apesar da medalha de bronze, os jurados opinaram que ela poderia ser um pouco mais cremosa.

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Quando usar

Mas qual o motivo de padeiros e chefs preferirem a versão sem sal da manteiga?

É que dá para dosar melhor a quantidade de sal nos preparos.

“A manteiga é muito utilizada na panificação e, principalmente, na produção de massa folhada, base do croissant e do pain au chocolat. Quando mais gordura tiver a manteiga utilizada nestes preparos, a massa folhada fica mais crocante”, explicou Romain Coupeax, confeiteiro francês da Charlotte Pâtisserie.

Atenção na compra

Na hora de comprar o produto, é bom também ter alguns cuidados.

“Um dos maiores defeitos da manteiga é a rancificação da gordura, que pode ocorrer na produção, no transporte ou nas gôndolas”, disse o professor dos cursos de Gastronomia da Universidade Anhembi Morumbi e do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, Marcelo bergamo.

Randificação é a oxidação da manteiga e acontece quando ela fica exposta ao ar, luz ou humidade. Isso muda o sabor e provoca um odor desagradável.

Marcelo explicou ainda que a rancificação acontece com a variação de temperatura e pode comprometer o produto.

A Galbani foi a grande campeã, com textura sedosa e um agradável aroma de leite. – Foto: Taba Benedicto

Os jurados avaliaram aparência, textura, aroma e sabor dos produtos. - Foto: Taba Benedicto

Os jurados avaliaram aparência, textura, aroma e sabor dos produtos. – Foto: Taba Benedicto



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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