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Reino Unido proibirá pesticidas que matam abelhas, mas tipos altamente tóxicos ainda poderão ser permitidos | Abelhas
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2 anos atrásem
Helena Horton Environment reporter
Os pesticidas que matam as abelhas serão proibidos pelo governo do Reino Unido, enquanto os ministros estabelecem planos para proibir o uso de neonicotinóides.
No entanto, o neonicotinóide altamente tóxico Cruiser SB poderia ser permitido para uso no próximo anoenquanto os ministros estão considerando pedidos do National Farmers’ Union e da British Sugar.
Este poderoso pesticida envenena as abelhas, destruindo o seu sistema nervoso. O professor Dave Goulson, especialista em abelhas da Universidade de Sussex, disse que uma colher de chá do produto químico é suficiente para matar 1,25 bilhão de abelhas. Mesmo em doses não fatais, pode causar problemas cognitivos que dificultam a procura de néctar pelas abelhas, e os produtos químicos podem permanecer no solo durante anos.
Os ministros afirmam ter identificado opções legislativas que impediriam legalmente a utilização futura de três neonicotinóides específicos – clotianidina, imidaclopride e tiametoxame – por completo.
Paul de Zylva, ativista da natureza na Friends of the Earth, disse: “O fim da pantomima anual do governo anterior de conceder o uso ‘emergencial’ destes pesticidas profundamente nocivos já deveria ter sido feito há muito tempo. Mas ainda não estamos fora de perigo – o governo deve prosseguir comprometendo-se totalmente com uma proibição total em Janeiro. E deve ir ainda mais longe, eliminando o actual e fraco plano de acção nacional sobre pesticidas e, em vez disso, produzindo uma versão credível.”
O ex-secretário do Meio Ambiente, Michael Gove, prometeu em 2017 que os ministros usariam o Brexit para impedir o uso de pesticidas que destroem as populações de abelhas.
Em vez disso, a UE proibiu todas as autorizações de emergência de pesticidas neonicotinóides, enquanto desde 2021 o governo do Reino Unido permitiu o uso emergencial de tiametoxame todos os anos.
Embora o uso geral dos pesticidas seja proibido, há autorização de emergência durante as condições climáticas, quando uma praga chamada vírus amarelo prospera nas plantas de beterraba sacarina. Estas condições têm sido cumpridas no Reino Unido todos os anos.
O Departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais é sob investigação pelo órgão de fiscalização do Escritório de Proteção Ambiental depois que o governo anterior autorizou o uso do pesticida para este ano.
após a promoção do boletim informativo
O diretor de políticas do Greenpeace no Reino Unido, Doug Parr, disse: “Não deveria haver lugar neste país para pesticidas que envenenam nossas abelhas, ponto final. Portanto, é bom ver os ministros confirmando o seu compromisso com uma proibição total destes produtos químicos que matam as abelhas, mas agora eles não devem perder tempo para pôr isso em prática.”
A ministra do Meio Ambiente, Emma Hardy, disse: “Estamos cumprindo nossa promessa de proibir os pesticidas tóxicos que matam as abelhas e acabar com o declínio a longo prazo da nossa vida selvagem. Um ambiente saudável é vital para a nossa segurança alimentar e económica. Proteger as abelhas, interrompendo o uso de neonicotinóides prejudiciais, é um passo importante no apoio à saúde a longo prazo do nosso ambiente e dos cursos de água, e do nosso setor agrícola.”
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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