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Relatório do Canadá sobre interferência estrangeira: nenhuma evidência de ‘traidores’ no Parlamento | Canadá
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2 anos atrásem
Leyland Cecco in Toronto
Canadá As instituições democráticas são “robustas diante das tentativas de interferência estrangeira” e não há “evidências de” traidores “” no parlamento do país, um Relatório de referência na intromissão eleitoral encontrou.
Mas a liderança da Comissão disse na terça -feira que o governo federal deve tomar medidas para melhorar as instituições democratas e informar melhor o público de ameaças de interferência estrangeira.
Em sua final relatório Sobre interferência estrangeira no Canadá, Marie-Josée Hogue, uma juíza líder, refutou uma pesquisa anterior do vigia de inteligência do país, que alegou que os legisladores estavam “instigantes ou semi-atendimento” de intromissão estrangeira-embora ela tenha concluído que alguns foram encontrados para encontrar Esteja “se comportando ingenuamente” e exibindo ética “questionável”.
Em junho, o Comitê de Segurança Nacional e Inteligência de All-Party alertou que alguns parlamentares haviam aceitado subornos e compartilhados informações com oficiais de inteligência estrangeiros.
Na época, vários políticos usaram a natureza vaga das alegações aos oponentes alcaturinos, conforme comprometidos por poderes estrangeiros.
“Eu tenho os nomes de vários parlamentares, ex -parlamentares e/ou candidatos no Partido Conservador do Canadá que estão envolvidos (em) ou em alto risco, ou para quem há uma inteligência clara em torno da interferência estrangeira”, o Primeiro Ministro , Justin Trudeau, disse como parte de seu testemunho juramentado durante o inquérito.
Na época, o líder conservador, Pierre Poilievre, disse que Trudeau estava “mentindo” sobre a lista.
“Se Justin Trudeau Tem evidências em contrário, ele deve compartilhá -lo com o público. Agora que ele deixou isso em termos gerais em uma comissão de investigação – ele deveria liberar os fatos. Mas ele não vai – porque ele está inventando. ”
Em seu relatório exaustivo, Hogue não encontrou evidências de crimes contra o país pelos legisladores.
“Embora alguns casos que envolvam coisas como tentativas de curry com os parlamentares tenham chegado à tona, o fenômeno permanece marginal e amplamente ineficaz”, disse ela. “Embora as tentativas dos estados sejam preocupantes e exista uma conduta preocupante pelos parlamentares, não há alarme generalizado”.
O Canadá foi repetidamente abalado por alegações de intromissão estrangeira em seu sistema eleitoral nos últimos anos.
Entre as acusações mais preocupantes estão os relatórios de inteligência vazados das eleições chinesas “se intrometem com o país. Em 2023, o Canadá expulsou um diplomata chinês depois que um relatório de inteligência o acusou de tentar intimidar um Legislador canadense Crítico ao tratamento de Pequim de sua minoria muçulmana de Uyghur. A Comissão também descobriu que a Índia usava campanhas de desinformação e uma extensa rede de pressão contra as comunidades da diáspora.
Acredita -se que nenhum país tenha influenciado os resultados das duas últimas eleições.
O relatório de sete volumes incluiu propostas para proteger as eleições futuras e proteger as comunidades da diáspora de interferência estrangeira. Das 51 recomendações da Hogue, aproximadamente a metade seria implementada antes da próxima eleição, que poderia chegar desde a primavera.
O inquérito ouviu de mais de 100 testemunhas e 60 especialistas e membros da diáspora e examinou “dezenas de milhares de documentos”.
Em maio passado, Hogue concluiu que, embora a interferência estrangeira tenha ocorrido nas duas últimas eleições gerais, isso não mudou o resultado dessas eleições.
Seu relatório final reiterou essas descobertas, mas disse que o governo era um “comunicador ruim” quando se trata de interferência estrangeira.
Hogue disse que a desinformação representava a maior ameaça para o Canadá e exigiu um esforço para combatê -lo que excedia apenas as ferramentas do governo.
“A interferência estrangeira nunca será totalmente erradicada e sempre será necessária para combatê -la”, disse ela. “As democracias estão sob ataque de todos os lados”.
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 horas atrásem
14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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