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Repescagem é última chance para ver filmes da 48ª Mostra – 31/10/2024 – Cinema

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Bárbara Giovani

A 48ª Mostra de Cinema chegou ao fim na última quarta (30), mas os cinéfilos ainda tem mais uma chance para ver alguns dos filmes da seleção.

Algumas dezenas das 419 obras exibidas ganham um repeteco até quarta (6). Na lista da repescagem, entraram títulos que ficaram entre os favoritos do público, como “Hanami” e “Memórias de um Caracol”. A seguir, veja uma seleção de obras que vale a pena conferir, ou ver de novo.

2035

Coreia do Sul, 2024. Dir.: Jaein Park. Com: Taekyung Oh e Ilhan Yu. 98 min. 14 anos

Simula a celebração de uma década do acordo de reunificação das Coreias. Nesse contexto, um cineasta norte-americano vai ao país gravar um documentário e acaba impelido a investigar uma luz verde que revela segredos.

Dom. (3), às 19h40 (Cine Satyros Bijou)


3 Obás de Xangô

Brasil, 2024. Dir.: Sérgio Machado. 77 min. Livre

Um documentário sobre a amizade dos ícones brasileiros Jorge Amado, Dorival Caymmi e Carybé. Na 48ª Mostra, ganhou como o melhor documentário brasileiro pelo público.

Qui. (31), às 19h10 (Cinesesc)


Abril, Verde e Amarelo

Abril, Verde, Amarillo. Argentina, 2024. Dir.: Santiago Aulicino. Com: Ingrid Pokropek, Maxi Passarelli e Santiago Aulicino. 60 min. Livre

Um músico recluso que evita sair de casa vê à distância pessoas seguirem a vida durante o outono em Buenos Aires.

Dom. (3), às 15h (Cine Satyros Bijou)


Apocalipse nos Trópicos

Brasil, 2024. Dir.: Petra Costa. 110 min. 10 anos

O documentário reúne imagens de políticos, em uma investigação sobre o controle exercido por lideranças evangélicas no governo brasileiro. Da mesma diretora de “Democracia em Vertigem” (2019).

Seg. (4), às 15h (Cinesesc)


Balomania

Dinamarca, Espanha, 2024. Dir.: Sissel Morell Dargis. 93 min. 16 anos

Retrata uma sociedade secreta que existe nas favelas do Brasil e constrói balões de ar quente. Na 48ª Mostra, ganhou como o melhor documentário internacional pelo público.

Sáb. (2), às 19h20 (Cinesesc)

O Caso dos Estrangeiros

The Strangers’ Case. Jordânia, 2024 . Dir.: Brandt Andersen. Com: Omar Sy, Yasmine Al Massri e Yahya Mahayni. 97 min. 12 anos

Uma tragédia em Alepo impacta cinco famílias de quatro países diferentes. O filme cruza histórias de uma médica, um poeta, um soldado, um contrabandista e um capitão da guarda costeira grega. Na 48ª Mostra, ganhou como o melhor filme de ficção internacional pelo público.

Ter. (5), às 21h20 (Cinesesc)


Familiar Touch

Estados Unidos, 2024. Dir.: Sarah Friedland. Com: Kathleen Chalfant, Carolyn Michelle e Andy Mcqueen. 14 anos. 91 min

Uma idosa com demência se muda para uma residência assistida. Lá, ela enfrenta novos rostos e rotinas e resiste a se conectar com vizinhos, mas se aproxima dos cuidadores e confunde seu filho com um pretendente. Na 48ª Mostra, ganhou como o melhor filme de ficção pelo júri.

Ter. (5), às 19h20 (Cinesesc)


Hanami

Suíça/Portugal/Cabo Verde, 2024. Dir.: Denise Fernandes. Com: Sanaya Andrade, Daílma Mendes e Alice Da Luz. 96 min. 14 anos

Abandonada pela mãe, Nana vai aos pés de um vulcão para se curar de uma febre. Lá, sonho e realidade se misturam. Na 48ª Mostra, também ganhou como o melhor filme de ficção pelo júri e Mathé ganhou o prêmio Brada de melhor direção de arte.

Sex. (1º), às 21h20 (Cinesesc)


Intervenção

Brasil, 2024. Dir.: Gustavo Ribeiro. 96 min. Livre

O documentário acompanha o movimento “não no meu quintal”, em que moradores de uma região valorizada de de São Paulo resistem à urbanização de uma comunidade formada por duas favelas. Na 48ª Mostra, levou o prêmio ABRACINE de melhor filme brasileiro na competição de novos diretores.

Sáb. (2), às 15h (Cinesesc)


O Legado de Pandora

Pandoras Vermächtnis. Áustria, 2024. Dir.: Angela Christlieb. 87 min. 14 anos

O documentário mergulha no universo de G.W. Pabst (1885-1967), gigante do cinema alemão, por meio do olhar de Trude Pabst, seu grande amor.

Sex. (1º), às 15h (Cine Satyros Bijou)

Levados pelas Marés

Feng Liu Yi Dai. China, 2024. Dir.: Jia Zhangke. Com: Zhao Tao, Li Zhubin e Pan Jianlin. 111 min

Narra a história de amor de Qiaoqiao e Bin, até o rapaz ir embora sem justificativa. Além da jornada individual dos personagens e do romance, o filme também acompanha as transformações da China do início dos anos 2000 até os dias atuais. Na 48ª Mostra, ganhou como o melhor filme internacional pela crítica.

Qui. (31), às 21h10 (Cinesesc)


A Lista

The List. Irã/Afeganistão/Reino Unido, 2023. Dir.: Hana Makhmalbaf. 65 min. 14 anos

Neste documentário, é retratada uma tentativa de fuga de artistas e cineastas após a saída de forças internacionais e da ascensão do talibã no Afeganistão, em 2021. A diretora é filha do também cineasta Mohsen Makhmalbaf. Exibido no Festival de Busan

Sex. (1º), às 21h15 (Cine Satyros Bijou)


Malu

Brasil. 2024. Dir.: Pedro Freire. Com: Yara de Novaes, Juliana Carneiro da Cunha E Carol Duarte. 100 min. 16 anosDepois de um passado glorioso, uma mulher de meia idade enfrenta uma crise existencial enquanto tem que lidar com sua mãe conservadora e sua filha. O filme foi premiado como melhor longa-metragem de ficção no Festival do Rio. Na 48ª Mostra, ganhou o Prêmio Paradiso.

Sáb. (2), às 17h10 (Cinesesc)

Manas

Brasil 2024. Dir.: Marianna Brennand. Com: Jamilli Correa, Rômulo Braga e Dira Paes. 101 min.14 anos

Uma adolescente ribeirinha começa a perceber as violências vividas pelas mulheres ao ser redor. Vencedor do prêmio direção da Jornada dos Autores do Festival de Veneza. Na 48ª Mostra, ganhou como o melhor filme brasileiro pela crítica.

Sex. (1º), às 19h10 (Cinesesc)


Memórias de um Caracol

Memoir of a Snail. Austrália, 2024. Dir.: Adam Elliot. 94 min. 16 anos

A animação conta a história de uma garota solitária que coleciona caracóis ornamentais. A jovem foi separada do irmão gêmeo, mas encontra inspiração ao conhecer uma idosa excêntrica, com quem faz amizade. Sarah Snook, conhecida por seu papel em “Succession”, empresta a voz para a personagem principal. Na 48ª Mostra, Adam Elliot ganhou o prêmio de melhor direção pelo júri.

Ter. (5), às 15h (Cinesesc)


No Other Land

Palestina/Noruega, 2024. Dir.: Basel Adra, Rachel Szor, Hamdan Ballal, Yuval Abraham. 96 min

Retrata a destruição de Masafer Yatta, na Cisjordânia, e a amizade entre o ativista palestino Basel Adra e a jornalista israelense, Yuval. Melhor documentário e prêmio do público da seção Panorama no Festival de Berlim deste ano. Na 48ª Mostra, ganhou como o melhor documentário pelo júri.

Dom. (3), às 21h20 (Cinesesc)


A Queda do Céu

Brasil/Itália/França, 2024. Dir.: Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha. 108 min. Livre

Ao acompanhar o ritual funerário reahu, realizado pela comunidade watoriki, em território yanomami, o documentário mostra a reação local ao garimpo realizado de forma ilegal.

Dom. (3), às 19h (Cinesesc)


Rumo a uma Terra Desconhecida

Vers un Pays Inconnu. Reino Unido/Irlanda/França/Alemanha/Grécia/Holanda/Catar/Arábia Saudita/Palestina, 2024. Dir.:Mahdi Fleifel. Com: Mahmood Bakri, Aram Sabbah e Mohammad Alsurafa. 105 min

Dois primos palestinos estão refugiados em Atenas, na Grécia, e recorrem a todos os meios possíveis para juntar dinheiro. Nessa jornada, ultrapassam os próprios limites.

Sáb. (2), às 15h (Cine Satyros Bijou)


Serra das Almas

Brasil. 2024. Dir.: Lírio Ferreira. Com: Julia Stockler, Mari Oliveira e Ravel Andrade. 121 min. 14 anos

Um roubo de joias reúne um antigo grupo de amigos em Pernambuco, vigiados por fantasmas do passado. Na 48ª Mostra, levou o prêmio Netflix.

Qua. (6), às 17h40 (Cinesesc)


Sinfonia da Sobrevivência

Brasil, 2024. Dir.: Michel Coeli. 72 min. Livre

O documentário registra os esforços de sobrevivência dos animais afetados pelas queimadas do Pantanal, ao mesmo tempo em que acompanha a atuação de voluntários e bombeiros. Na 48ª Mostra, também ganhou como o melhor documentário pelo júri.

Sáb. (2), às 21h30 (Cinesesc)


Tudo que Imaginamos como Luz

França/Índia, 2024, Dir.: Payal Kapadia. Com: Kani Kusruti, Divya Prabha e Chhaya Kadam. 14 anos. 115 min

Em Mumbai, a enfermeira Prabha recebe um presente inesperado do marido afastado, enquanto sua colega, Anu, busca um local para se encontrar com o namorado. Uma viagem a uma cidade litorânea proporciona um espaço para a manifestação de seus desejos. Vencedor do grande prêmio do júri em Cannes.

Sex. (1º), às 16h40 (Cinesesc)

XXL

Suécia/Finlândia, 2024. Dir.: Kim Ekberg e Sawandi Groskind. Com: Astrid Drettner, Georgios Giokotos e Marianne Carlsson. 77 min. 16 anos

Dois irmãos que estão afastados tentam se reconectar em uma viagem para Helsinque (Finlândia), onde conhecem pessoas peculiares e refletem sobre a vida.

Dom. (3), às 16h20 (Cine Satyros Bijou)


Zafari

Peru/Brasil/México/França/Chile/Rep. Dominicana/Venezuela, 2024. Dir.: Mariana Rondón. Com: Daniela Ramirez, Francisco Denis e Samantha Castillo. 100 min. 12 anos

A chegada de um hipopótamo ao zoológico revela tensões no relacionamento dos vizinhos Edgar e Ali, que convivem em um ambiente dominado pela barbárie, sem água ou comida.

Dom. (3), às 16h50 (Cinesesc)



Leia Mais: Folha

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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