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Restos de canoa esculpida podem ser a descoberta mais significativa desse tipo, diz o arqueólogo da Nova Zelândia | Nova Zelândia
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2 anos atrásem
Veronika Meduna in Wellington
Partes de uma canoa tradicional de oceano esculpida e decorada (WAKA) encontrada nas Ilhas Chatham, cerca de 800 km a leste de Nova Zelândiapoderia ser a descoberta mais significativa do gênero na Polinésia, dizem os arqueólogos.
As Ilhas Chatham é um arquipélago administrado como parte da Nova Zelândia. No mês passado, arqueólogos e voluntários locais descobriram mais de 450 artefatos do Waka encontrados em pedaços em um riacho na costa norte da ilha principal, conhecida como rēkohu para o Moriori indígena .
À medida que o namoro e outra análise do material começa, o arqueólogo principal Justin Maxwell espera que o Waka revele novas idéias sobre o prédio da Polinésia, a viagem e o comércio. Ele disse que a idade do waka ainda não está clara.
“Não importa quantos anos, não podemos exagerar o quão incrível é. É de longe a descoberta mais importante em Nova Zelândiapossivelmente a Polinésia, e será uma das descobertas mais importantes de todos os tempos na Polinésia ”, disse Maxwell.
Maxwell disse que sabia que era uma descoberta extraordinária quando viu as primeiras imagens, muito antes de pisar na ilha em janeiro para iniciar escavações.
“Normalmente, quando Waka foi encontrado, seja em outros lugares da Polinésia ou em Aotearoa, você encontra partes muito pequenas deles. Com este, temos centenas de componentes … e uma ampla gama de materiais ”, disse Maxwell.
“Essas coisas são coisas do Santo Graal. Encontrar todos esses componentes preservados é incrível e isso nos ajudará a aprender muito mais sobre a tecnologia Polinésia Waka. ”
O agricultor e pescador local Vincent Dix e seu filho Nikau viram os pedaços incomuns de madeira no inverno passado, depois que fortes chuvas haviam lavado o riacho. Eles levaram as tábuas para casa, inicialmente pensando que poderiam fazer uma bela mesa de café, mas depois percebeu rapidamente que isso era algo precioso quando encontraram uma peça esculpida.
As peças recuperadas variam de uma prancha de madeira de cinco metros de comprimento com orifícios para cílios a pequenos pedaços de casca iridescente pāua (abalone) e obsidiana usadas em decorações. Várias tábuas esculpidas menores ainda mantêm discos requintados de obsidiana incorporados na madeira. A equipe também encontrou cordas de corda entalhada e outros materiais tecidos, provavelmente parte de uma vela.
Para Maui Salomão, presidente do Trust Moriori IMI Settlement, não há dúvida de que este é um “Waka ancestral de Moriori” que trouxe alguns de seus ancestrais às ilhas centenas de anos atrás.
Salomão, um defensor ao longo da vida da narrativa correta da história de Moriori, também reconhece os marcadores de Waka e alças longas semelhantes a pássaros como características proeminentes usadas em barcos costeiros tradicionais menores.
Ele diz que a descoberta se alinha às tradições orais registradas na história de Moriori do século XIX.
O trabalho para determinar a idade do waka está apenas começando. Maxwell tem permissão de Moriori e Maori As autoridades tribais para tomar pequenas amostras para datação e análise por radiocarbono para identificar os materiais e suas fontes.
“O Waka tem uma história de pedágio”, disse Bahalf, do Ngāti Mutunga Ruiti Iwi Trust.
“Tudo o que ouvimos é que este é um waka muito antigo e, como conseqüência, é muito significativo. Em termos de seu possível vínculo de volta às pessoas originais que estabeleceram a terra, ela tem grande significado para a Nova Zelândia como um todo. ”
Enquanto isso, a conservadora Sara Gainsford e sua equipe criaram um laboratório improvisado na estação Wharekauri da família Dix. Lá, todas as partes do waka são preservadas em tanques e recipientes, cobertos de água do riacho de onde vieram.
“Estamos documentando tudo e mantendo -o em um estado estável para que possamos dar à comunidade a chance de discutir o que eles querem fazer. É muito o que aceitar e um grande empreendimento para cuidar de um Waka desse tamanho. ”
Uma equipe local de conservadores cuidará do material nas próximas semanas, enquanto a comunidade decide os próximos passos, mas o plano é que o material permaneça na ilha. Esta primeira temporada de escavação elevou apenas uma pequena parte do Waka, disse Maxwell. A maioria permanece no riacho, agora enterrada e coberta para protegê -lo dos elementos.
Para Salomão, a descoberta é incrivelmente emocionante.
“É enorme para Moriori, é enorme para os Chathams, Nova Zelândia e Pacífico.”
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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