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retorno do suspense em um final indeciso de temporada

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Em 23 de junho, Max Verstappen venceu o Grande Prêmio da Espanha, pilotando seu Red Bull; seu sétimo sucesso em dez corridas. Neste momento, o tricampeão mundial holandês soma 219 pontos na classificação de pilotos, mais 69 que o seu vice-campeão, o britânico Lando Norris. É difícil, então, imaginar alguém que não seja ele vencendo no final da temporada.

A seis corridas do final do campeonato de Fórmula 1 de 2024, a diferença foi reduzida para 52 unidades. Ainda serão distribuídos cento e setenta e quatro pontos, incluindo parte no Grande Prêmio dos Estados Unidos, em Austin (Texas), domingo, 20 de outubro. Depois de dois exercícios escandalosamente dominados por Max Verstappen, a coroação desta vez será disputada entre quatro homens.

Max Verstappen, um campeão sob pressão

Líder do mundial, com 331 pontos, Max Verstappen passa por um período delicado. O Bataviano, que almeja o quarto título consecutivo – desempenho alcançado, entre 2017 e 2020, pelo britânico Lewis Hamilton – não vence uma única corrida há quase quatro meses (o Grande Prémio de Espanha).

Com pouca ou nenhuma ajuda do companheiro de equipe, o mexicano Sergio Pérez, oitavo na classificação de pilotos, com 144 unidades, o holandês não tem mais o melhor carro da categoria. A Red Bull viu saídas notáveis ​​de membros importantes nos últimos meses – seu engenheiro estrela, Adrian Neweypor exemplo, assinado com a Aston Martin –, no contexto deCaso Christian Hornero chefe do estábulo, inocentado da acusação de “comportamento inadequado” em relação a um funcionário. A estrutura austríaca permanece em oito Grandes Prémios sem vitória. Isso não acontecia desde 2020.

“Passamos de um carro muito dominante para um carro impossível de dirigir no espaço de seis a oito meses”explicou Max Verstappen após o Grande Prêmio da Itália, em Monza, no dia 1é setembro. Desde então a McLaren assumiu a liderança da classificação de construtores e seu piloto Lando Norris vencedor fácil em Singapuraassinou seu terceiro sucesso nesta temporada. Sob pressão antes do sprint final, Max Verstappen, 27, disse que a aposentadoria precoce não poderia ser descartada.

Lando Norris, um de seus principais rivais

Fora das pistas, Max Verstappen e Lando Norris nunca esconderam sua amizade. No entanto, os dois homens agora são rivais. Uma colisão durante o Grande Prêmio da Áustria, em junho, forçou o britânico a abandonar, enquanto o piloto da Red Bull ficou em quinto lugar. Desde então, o jovem de 24 anos, natural de Bristol (Inglaterra), inverteu a tendência, impulsionado por uma McLaren que se tornou irresistível.

Autor do seu terceiro sucesso, na carreira e na temporada, em Singapura, com mais de vinte segundos de vantagem sobre Max Verstappen, o jovem, apreciado pelo paddock pelo seu talento e carácter, subiu onze vezes ao pódio desde o início da temporada.

Membro do programa de jovens pilotos da fabricante britânica desde 2017, foi promovido à elite em 2019, ao lado do espanhol Carlos Sainz. Regularmente na vanguarda no final da temporada passada (sete pódios), encontra-se pela primeira vez nesta posição de candidato ao título.

Charles Leclerc, uma temporada paradoxal

O monegasco Charles Leclerc, terceiro na classificação de pilotos, com 245 pontos, vive, tal como o seu monolugar Ferrari, uma temporada de altos e baixos. Anunciado como principal rival de Max Verstappen no início da temporada, graças aos promissores testes de inverno, Leclerc marcou época no início do verão, entre o Grande Prêmio do Canadá, em 9 de junho, e o da Grã-Bretanha, em 7 de julho. Em quatro corridas, ele marcou apenas 12 pontos, deixando o holandês voar para longe e Lando Norris ultrapassá-lo na frente.

O fato é que sua temporada de 2024 já é um sucesso. O piloto de 26 anos venceu primeira vitória em casaem Mônaco, em maio. Um sucesso tão retumbante quanto o que obteve nas terras da Scuderia, em Monza (Itália), mais de dois meses depois. “Estas são as duas corridas que me fazem sonhar desde pequenodisse o vice-campeão mundial de 2022. Mas uma temporada é mais do que duas corridas. »

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O quinto lugar obtido em Singapura, a mais de sessenta segundos do vencedor, Lando Norris, não tranquilizou Charles Leclerc. “Sempre dissemos que temos que ter cuidado para não ter falsas expectativas, porque a McLaren sempre tem um carro melhor que o nosso. Há circuitos onde estaremos muito próximos, outros onde estaremos mais longe”explicou o piloto. A Ferrari, terceira no campeonato de construtores, 34 pontos atrás da Red Bull e 75 atrás da McLaren, espera jogar desmancha-prazeres no final do campeonato.

Oscar Piastri, um novato cheio de ambições

Para sua segunda temporada na Fórmula 1, Oscar Piastri obteve dois sucessos, em Hungria e em Azerbaijão. O australiano de 23 anos, campeão ao final do primeiro ano na Fórmula 3, em 2020, antes de conquistar o título da Fórmula 2 um ano depois, progrediu nesta temporada, preocupando repetidamente seu companheiro de equipe na McLaren, Lando Norris. A tal ponto que a equipa inglesa anunciou, à margem do Grande Prémio de Baku, favorecer a posição do britânico em detrimento do nativo de Melbourne para maximizar as suas hipóteses na corrida pelo título frente a Max Verstappen.

Quarto no mundial, com 237 unidades, Oscar Piastri, ao terminar entre os três primeiros sete vezes esta temporada, mostrou que pode competir com os melhores elementos do paddock se tiver bons equipamentos. Graças aos resultados dos seus dois pilotos – a Red Bull sofre com o défice de pontos de Sergio Pérez face ao seu líder Max Verstappen – a McLaren parece caminhar para o nono título de construtores, o último datado de 1998. Daqui até ao No final da temporada, Oscar Piastri estará regularmente na disputa pelo pódio, ou mesmo pela vitória, em caso de contratempos para seu companheiro de box, Lando Norris.

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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