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Réveillon da Família contará com detectores de metal, revista, câmeras de reconhecimento facial e mais de 400 operadores da Segurança em Rio Branco e Cruzeiro do Sul
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2 anos atrásem
Ana Paula Xavier
Para garantir a segurança das festividades de Réveillon na noite de terça-feira, 31, e madrugada de quarta, 1º, em Rio Branco e Cruzeiro do Sul, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), implementará uma forte estrutura com bloqueios, detectores de metal, revistas e câmeras de reconhecimento facial.

O secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Américo Gaia, destaca que todas as forças da área estão comprometidas em proporcionar um evento seguro para os acreanos: “Com as medidas adotadas, queremos garantir que todos possam desfrutar das festividades com tranquilidade”.

O monitoramento será realizado por meio do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), que conta com mais de 500 câmeras distribuídas em pontos estratégicos de todo o Acre, sendo 17 delas instaladas no entorno da Arena da Floresta, na capital, onde será realizado o Réveillon da Família. O diretor operacional da Sejusp, Atahaulpa Ribera, acrescenta que a segurança é a prioridade durante a comemoração. “Com a atuação da segurança privada e a Sejusp, estamos prontos para enfrentar qualquer eventualidade e garantir a proteção de todos”, enfatiza.

Além das medidas já mencionadas, a segurança do evento contará com sobrevoos de drones e helicópteros do Centro de Operações Aéreas (Ciopaer), que farão monitoramento durante o dia e a noite. “Estamos implementando a Operação Papai Noel, em que a Polícia Militar estará intensificando a presença nas ruas, assegurando que a festa transcorra em um ambiente seguro”, explicou Ribera.

Somente em Rio Branco, a expectativa é que entre 15 e 20 mil pessoas circulem durante o período da festa do Réveillon da Família. A megaoperação de segurança envolverá mais de 400 operadores em todo o estado, sendo 200 apenas na capital. A Polícia Civil também estará presente, com agentes em todo o Acre e todas as delegacias em funcionamento. Durante a festa não serão permitidos menores desacompanhados, bem como objetos cortantes, geleiras, garrafas de vidro, isopores, cadeiras de praia, cadeiras de plástico e capacetes.

Programação de Rio Branco
Palco Alternativo
20h – Trio Furacão
21h30 – Ivan de Carvalho
21h45 – Mugs 2
22h45 – Sandra Melo
Palco Principal
0h – Show pirotécnico (10 minutos de espetáculo de fogos sem estampido)
0h15 – Léo Magalhães
1h45 – Wanderley Andrade
3h – Álamo Kário
3h30 – Encerramento
Programação de Cruzeiro do Sul
Para celebrar a chegada de 2025, o evento contará com shows nacionais de Tarcísio do Acordeon e Chicão dos Teclados, além de apresentações de artistas locais e um espetáculo pirotécnico.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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