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Revelação que Mércia é um nome falso de Sônia vai impactar o futuro de Mavi em Mania de Você
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2 anos atrásem
Mércia recupera evidência sobre assassinato de Molina no cemitério onde ele está enterrado. (Foto: Manoella Mello, Globo)
O futuro de Mércia (Adriana Esteves) em Mania de Você está agitado e reúne momentos centrais para o destino de seu filho Mavi (Chay Suede) na novela de João Emanuel Carneiro. A começar que Mércia não é o nome verdadeiro da personagem vivida por Adriana Esteves, a identidade foi surrupiada de uma freira que vive no abrigo Carmelitas, onde Sônia — nome real da personagem — cresceu ao lado de Molina.
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O passado misterioso dela está amarrado ao futuro de Mavi, já que é Mércia (a freira), quem está guardando a evidência de que ele é o verdadeiro assassino de Molina, em formato de um pendrive com as imagens da câmera de segurança do fatídico dia. Essas revelações vão ocorrer a partir do capítulo 37, nesta segunda-feira (21), até o capítulo 48, no dia 2 de novembro, conforme informações do Imprensa Globo e Gshow.

Mércia vai até o cemitério onde Molina está enterrado. (Foto: Manoella Mello, Globo)

Ali, resgata o pendrive com as imagens de segurança do dia do assassinato de Molina (Foto: Manoella Mello, Globo)

Mavi vai descobrir que Mércia doa dinheiro para abrigo Carmelitas. (Foto: Fabio Rocha, Globo)

Futuro de Mércia vai revelar que a personagem se chama, na verdade, Sônia. (Foto: Manoella Mello, Globo)

Luma será uma das primeiras a descobrir a verdadeira identidade de Mércia. (Foto: Manoella Mello Globo)
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A revelação que Mavi é o assassino de Molina
A primeira reviravolta na maré de sorte e conquista de Mavi é a “bomba” que Mércia vem prometendo soltar desde que o milionário começou a organizar o casamento com Viola (Gabz). Odiada e desprezada por Mércia, Viola será usada como fonte de manipulação de Mavi. Isso porque, Mércia promete que vai divulgar as imagens de segurança do dia da morte de Molina, que prova — e o telespectador também vai ver — que Mavi foi quem apertou o gatilho, caso ele não cancele o casamento com “aquela feiticeirinha”.
Essa cena da revelação está prevista para o capítulo 37 da novela, a ser exibido nesta segunda-feira (27). A revelação ao telespectador nesta segunda antecede a movimentação de Mércia rumo à Mércia Freira e ao seu reencontro com sua identidade de Sônia.
A Mércia Sônia e a Mércia Freira
Após ser resgatada por Luma (Agatha Moreira) da prisão improvisada feita por Mavi, a personagem de Adriana Esteves vai ao encontro de seu passado. Primeiro, resgata um pedrive no cemitério onde Molina foi enterrado. Este é o mesmo pendrive que contém as provas contra Mavi. A partir daí, ela deixa o blefe de lado e começa ameaçar o filho. Ou ele larga a Viola ou ela “solta a bomba” e expõe a verdade.
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Essas ameaças serão repetidas durante, ao menos, os próximos seis capítulos da novela das 21h. Seguido às constantes ameaças, Mércia busca refúgio no abrigo Carmelitas, local onde ela, enquanto Sônia, foi criada junto com Molina. A revelação de que a personagem se chama, na verdade, Sônia, é feita ao público pela Mércia verdadeira. A freira que criou a jovem a recebe no abrigo/orfanato e chama a vilã de Sônia.
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Esse segredo é compartilhado ao público, mas dentre os personagens vivos da novela, há três que vão encarar essa informação nas próximas semanas. O primeiro é Nahum (Ângelo Antônio), ex-namorado de Mércia e tido, no início da novela, como pai de Mavi. Conhecedor dos verões passados da personagem, Nahum sabe a verdadeira origem de Mércia e ajudará Mavi chegar a essa revelação.
Antes disso, Luma ligará os pontinhos desse fato ao visitar Mércia no orfanato e encontrar uma foto dela enquanto adolescente. Na imagem, a jovem Mércia está identificada como Sônia. Ainda não se sabe o que Luma fará com essa informação.
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Mavi no abrigo Carmelitas
Tentando descobrir o paradeiro de sua mãe, Mavi investiga as movimentações financeiras de Mércia e descobre que a mulher faz constantes doações ao abrigo Carmelitas. Em busca da prova que vai por um fim ao seu império, caso seja revelada, Mavi imagina que o lugar esconde também o cúmplice de Mércia, responsável por esconder o pendrive.
Para isso, o personagem de Chay Suede finge ser um jornalista e vai até o abrigo Carmelitas. Ali, é recepcionado por uma freira, que o ajudará a chegar mais perto da verdade sobre o passado de sua mãe. Essa sequência está prevista para ser exibida no capítulo 45 da novela, no dia 30 de outubro.
Passado de Mércia centraliza futuro de Mavi
É assim que o passado de Mércia, sob a representação da freira, a Mércia original, vai centralizar grande parte do destino de Mavi. Após o jovem descobrir o passado de sua mãe e como as provas que podem colocá-lo na cadeira estão sob controle de uma freira, o fururo de Mavi é posto em um estado de incerteza, tanto para ele, quanto para os telespectadores.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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