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Rio Branco segue no topo das cidades mais caras do país

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Em maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação de produtos e serviços, foi de 0,93% em Rio Branco – 0,03% menor que o resultado de abril (0,96%).

Apesar da redução, a capital do Acre segue entre as mais caras do País. Em 2021, a inflação acumulada soma 4,42%, taxa que só perde para a de Fortaleza (4,50%).

Em doze meses, a inflação na capital do Acre 11,43%, atrás apenas de Campo Grande (10,91%). Ou seja: um ano de pandemia vivendo sob o encarecimento galopante dos produtos de primeira necessidade.

No País, o IPCA marcou 0,83% em maio, 0,52% acima da taxa de abril (0,31%). Foi o maior resultado para um mês de maio desde 1996 (1,22%). O acumulado no ano foi de 3,22%, e o dos últimos 12 meses, de 8,06%, acima dos 6,76% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em maio de 2020, a taxa havia sido -0,38%.

“A alta do grupo Habitação (1,78%) deve-se, principalmente, ao resultado da energia elétrica (5,37%), o maior impacto individual no índice do mês (0,23%). Em maio, passou a vigorar a bandeira tarifária vermelha patamar 1, que acrescenta R$ 4,169 na conta de luz a cada 100 quilowatts-hora consumidos. Vale lembrar que, entre janeiro e abril, estava em vigor a bandeira amarela, cujo acréscimo é menor (R$ 1,343). Além disso, no final de abril, ocorreram reajustes em diversas regiões de abrangência do índice”, explica o IBGE, autor do levantamento divulgado nesta quarta-feira (9) com os dados do IPCA.

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