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Riscos representados por orifício em casca de proteção sobre Chernobyl – DW – 29/03/2025
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Durante semanas, as autoridades ucranianas estão procurando maneiras de reparar um grande buraco na concha de proteção que cobre o quarto reator do desativado Usina nuclear de Chernobyl. Em 14 de fevereiro, um Drone russo atingiu a estruturaque é chamado de novo confinamento seguro, ou NSC, porque deve “confinar” os restos radioativos do reator. O drone iniciou um incêndio que causou danos consideráveis e só foi extinto três semanas depois em 7 de março.
“A principal missão é fechar o buraco, que tem cerca de 15 metros quadrados (cerca de 162 pés quadrados) de tamanho, mas também os mais de 200 pequenos orifícios que o serviço de emergência estadual da Ucrânia perfurou na concha durante operações de combate a incêndios”, disse Hryhoriy Ishchenko, o chefe da agência estadual da Ucraine sobre a exclusão da zona de gestão, que é responsável por uma gestão da zona de exclusão.
Ele disse à DW que os especialistas em breve chegariam ao local para examinar a estrutura e que “as recomendações preliminares sobre o trabalho de reparo devem estar disponíveis dentro de um mês”.
Os ucranianos se preparam para o desastre nuclear perto de Chernobyl
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Um megaprojeto de € 1,5 bilhão
O NSC foi erguido sobre uma concha de proteção pré-existente chamada Sarcófago, que existe para impedir a liberação de contaminantes radioativos do reator, que explodiu em 1986. O NSC foi construído depois que 45 países doadores se reuniram e se reuniram em torno de 1,5 bilhão de euros para o projeto. Eventualmente, 10.000 pessoas de 40 países participariam da concha, que levou 12 anos, desde a assinatura de contratos até o momento em que o NSC estava pronto em 2019.
Ishchenko apontou que ainda não havia estimativa preliminar do danos causados pelo ataque russo. Os institutos de pesquisa envolvidos na investigação forneceriam estimativas, acrescentou.
“Níveis de radiação são normais “Ishchenko disse.” A equipe ainda está funcionando normalmente. Somente o sistema de regulação de pressão não está mais funcionando e os níveis de umidade ligeiramente mais altos foram detectados. Isso ocorre devido ao impacto e à queda na pressão abaixo da concha, que não está mais selada. “
Embora os especialistas digam que a queda de pressão no NSC não representa nenhuma ameaça imediata, há outros perigos. DMytro Humberniuk, um especialista em análise de segurança em Ucrânia O Centro Científico e Técnico do Estado de Segurança Nuclear e de Radiação disse que era atualmente impossível desmontar o velho sarcófago. O NSC foi construído em parte para substituir a concha antiga, mas dentro da concha antiga, ainda existem 18 vigas instáveis. Três das vigas principais poderiam entrar em colapso a qualquer momento. Se isso acontecesse sob a estrutura protetora recém-divulgada, a poeira radioativa poderá ser agitada e a radioatividade lançada, disse Humeniuk. “Atualmente, a concha de proteção não está cumprindo sua função, que deve conter os produtos de fissão nuclear abaixo dela”.
Não há necessidade de estocar iodo
Apesar disso, especialistas na Ucrânia dizem que as pessoas não devem começar a estocar comprimidos de iodo ou começar a se preocupar com a evacuação. O que eles se arrependem, no entanto, é que os esforços da comunidade internacional, que coletaram fundos para construir o NSC, foram desperdiçados.
“É impossível soldar e reparar o abrigo danificado no local, porque os níveis de radiação são muito altos e os trabalhadores seriam contaminados”, explicou Humeniuk. “O abrigo protetor foi construído a alguma distância e, com o uso de trilhos, foi deslizado sobre o velho sarcófago. Agora que os trilhos foram desmontados, teremos que fazer outra coisa”.
Para Jan Vande Putte, um Especialista nuclear na Ucrânia Greenpeaceexistem muito poucas opções. “Devido aos altos níveis de radiação acima do sarcófago, toda a concha de proteção de Chernobyl provavelmente terá que ser transferida de volta ao local onde foi construída em trilhos antes que os reparos caros possam ser realizados”, disse ele, acrescentando que os custos de fazer isso eram completamente desconhecidos.
Representantes do Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento visitaram Chernobyl em 18 de março e conversaram com os diretores da usina, de acordo com um relatório no site da usina. Eles também inspecionaram as unidades técnicas do NSC e da área sob a concha de proteção.
Após a reunião, 400.000 euros da conta internacional de cooperação de Chernobyl, que o banco europeu gerencia, foi aprovado para uma avaliação de danos liderada por especialistas.
Este artigo foi publicado originalmente em ucraniano.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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