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Robert F Kennedy Jr acusado de fraude eleitoral nas eleições de Nova York | Robert F. Kennedy Jr.
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2 anos atrásem
Robert Tait in Washington
Robert F. Kennedy Jr foi acusado de cometer fraude eleitoral nas eleições presidenciais de novembro ao votar em um endereço de Nova York que um tribunal havia decidido anteriormente não ser seu local de residência.
A queixa, apresentada pelo Accountable.US, um grupo de vigilância de tendência esquerdista, poderá complicar a confirmação de Kennedy como candidato de Donald Trump para secretário de saúde e serviços humanos, quando se espera que seja sujeito a interrogatório rigoroso numa audiência no Senado.
Em um arquivamento junto com o conselho eleitoral do estado de Nova York, o órgão de fiscalização pede uma investigação sobre Kennedy por “se registrar e votar” em um endereço estadual onde ele não mora.
“A lei de Nova York… estabelece que qualquer pessoa que ‘(k)conscientemente forneça uma residência falsa dentro do distrito eleitoral ao se registrar como eleitor’ é culpada de um crime”, afirma a denúncia.
Prossegue dizendo que Kennedy votou por correio em um endereço em Katonah, a cerca de 72 quilômetros da cidade de Nova York, que estava no centro de uma decisão de um tribunal estadual sobre sua elegibilidade para aparecer nas urnas de Nova York como presidente. candidato.
Isso se referia a uma decisão de agosto passado de um juiz de Nova York que manteve uma contestação legal de outro grupo de vigilância, afirmando que Kennedy havia listado falsamente o endereço como sua casa residencial para obter acesso às urnas.
Kennedy alegou que havia alugado um quarto no endereço de um amigo de infância. Mas o seu argumento foi minado pelo testemunho da esposa do amigo de que ele só tinha passado uma noite lá. A denúncia alegava que Kennedy realmente mora na Califórnia.
A decisão de Nova Iorque que excluiu Kennedy do voto estadual foi posteriormente mantida pelo Supremo Tribunal dos EUA depois de o candidato ter interposto uma série de recursos.
“Como réu neste caso, o Sr. Kennedy estava claramente ciente dos veredictos que sustentavam que ele não era um residente legal deste endereço de Katonah”, diz a denúncia. “Apesar desse conhecimento indiscutível (sic), o Sr. Kennedy votou na propriedade de qualquer maneira. Ao votar conscientemente numa residência que vários tribunais de Nova Iorque já tinham determinado que não era a sua residência legal, o Sr. Kennedy violou descaradamente (a lei eleitoral de Nova Iorque).”
Kennedy, um ex-democrata, desafiou várias medidas para excluí-lo das votações estaduais antes suspendendo sua candidatura presidencial independente e endossando Trump em agosto passado.
Depois de ingressar na campanha de Trump, Kennedy processou juntas eleitorais estaduais retirar o seu nome das urnas em vários estados decisivos, onde julgou que a sua presença poderia negar votos cruciais a Trump e ajudar Kamala Harris, a candidata democrata.
Após sua vitória eleitoral, Trump o nomeou para dirigir o Departamento de Saúde e Serviços Humanos apesar da desconfiança generalizada sobre as opiniões controversas de Kennedy sobre vacinas, sobre as quais espalhou teorias de conspiração desmascaradas.
Alguns republicanos também estão céticos em relação à nomeação de Kennedy devido ao seu apoio anterior ao aborto.
Tony Carrk, diretor executivo do Accountability.US, pediu aos senadores que considerassem o comportamento eleitoral de Kennedy ao avaliar se deveriam confirmá-lo.
“Se RFK Jr despreza tanto a lei em seus assuntos pessoais, como podemos confiar nele para aplicar adequadamente a lei no que diz respeito à nossa saúde pública?” ele disse em um comunicado ao Políticoque originalmente relatou a reclamação. “Os senadores deveriam pressionar Kennedy sobre se ele pretende seguir suas próprias regras e desprezar a lei como secretário do HHS.”
Nem Kennedy nem seus advogados comentaram.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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