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Robô desmonta lixo eletrônico para que componentes sejam reutilizados
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2 anos atrásem
Isso não é o futuro, é o presente! Um robô desmonta peças de lixo eletrônico para que os componentes delas possam ser reutilizados por grandes empresas. A ideia veio de um ex-empresário do setor de hardware para combater o desperdício de dispositivos eletrônicos.
Rob Lawson-Shanks é o fundador da Molg, uma startup de Virgínia, nos Estados Unidos, e a companhia acaba de ser financiada por grandes nomes da tecnologia mundial como Ventures Group e Amazon.
A ideia é simples, mas resolve um grande problema no mundo tecnológico. Depois de perceber que contribuia para o descarte de lixo eletrônico, ele mudou. Com câmeras e sensores precisos, os robôs produzidos por Rob conseguem desparafusar e remover componentes delicados, que antes seriam descartados. Agora, tudo é reutilizado!
Virada para sustentabilidade
Por décadas Rob projetou e construiu eletrônicos de consumo, até que um dia se incomodou com as toneladas de lixo.
“Comecei a perceber que estava contribuindo para esse problema enorme de 60 milhões de toneladas de lixo eletrônico por causa de como estávamos projetando, fabricando e, finalmente, não recuperando [os produtos]”, disse ele em entrevista à Fast Company.
A partir disso, ele decidiu mudar. Deixou a produção de algo que contribui para a degradação ambiental, para um produto que ajuda o meio ambiente.
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Reutilizando, não reciclando
A ideia dos robôs projetados por Rob não é reciclar os componentes, mas sim reutilizá-los.
As “microfábricas” pensadas pelo empresário conseguem desmontar dispositivos eletrônicos de forma muito eficiente e sem perdas.
O processo utiliza vários braços e câmeras, além de um software personalizado para retirar peças com cuidado e rapidez.
“Usamos [equipamentos] realmente de alta precisão e não destrutivos, e realmente nos importamos com o que estamos tocando e movendo para que possamos testar novamente, requalificar e reimplantar”, explicou.
100% de reutilização
O empreendedor é um visionário e defende que 100% de reutilização é sim possível.
Para ele, pensar na reutilização de componentes de um servidor ou laptop, para fazer um outro produto de nível médio, ou até mesmo uma mercadoria de baixo custo, é o caminho.
“Estamos vendo casos em que acho que 100% de reutilização é absolutamente atingível, onde você pode obter algo que normalmente tem um ciclo de vida de três anos, e você pode estender isso até seis a nove anos de uso.”
Parcerias com empresas
Além de promover práticas sustentáveis, a Molg também faz parcerias com outras empresas para a criação de produtos mais dinâmicos.
Em uma colaboração com a Dell, por exemplo, Rob ajudou na criação de conexões modulares que ajudam a unir computadores e outros dispositivos.
Também possibilitou que a empresa criasse encaixes, traves e fechos de pressão com maior resistência.
As estações do robô são pequenas e cosntruídas de acordo com a necessidade de cada empresa. – Foto: Molg
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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1 dia atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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7 dias atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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