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Romênia vota para novo presidente em meio à ascensão da extrema direita – DW – 24/11/2024

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Romenos começou a votar no primeiro turno de uma eleição presidencial no domingo. Os pioneiros para o papel em grande parte cerimonial são o actual primeiro-ministro de centro-esquerda do país, Marcel Ciolacu, e o nacionalista de extrema-direita George Simion.

Treze candidatos estão concorrendo à presidência, com os dois principais candidatos se enfrentando no segundo turno em 8 de dezembro.

As urnas abriram às 7h, horário local (05h00 GMT), e serão encerradas às 21h. Os romenos no exterior começaram a votar na sexta-feira.

A União Europeia e País membro da OTAN também está a realizar eleições parlamentares em 1 de Dezembro para determinar quem irá realmente governar o país.

Extrema direita espera avanço

Os especialistas esperam que a votação final oponha Simion, líder da Aliança de extrema-direita para a Unidade dos Romenos (AUR), contra Ciolacu, líder do maior partido da Roménia, os Sociais Democratas (PSD), que domina a política romena desde o final do Guerra fria.

Ciolacu, o atual primeiro-ministro, tem 25% das pesquisas. Ele espera conquistar os eleitores com sua promessa de garantir “estabilidade”. O governo de Ciolacu deu o seu apoio à vizinha Ucrânia após a invasão russa, enquanto a Roménia assumiu um papel cada vez mais importante na NATO.

Simion, por outro lado, opõe-se à ajuda militar à Ucrânia, é um fervoroso fã de Donald Trump e quer o mesmo modelo do governo de direita de Giorgia Meloni em Itália. O líder da extrema direita foi criticado por alegações de que se encontrou com espiões russos, uma afirmação que negou.

“Gostaria que nos próximos cinco a dez anos, os romenos tivessem realmente orgulho de serem romenos, promovessem a cultura romena e os produtos romenos”, disse ele. na capital, Bucareste.

O candidato presidencial romeno de extrema direita, George Simion, em um comício
Simion, que certa vez chamou seu partido de “Trumpista”, disse como “um presidente romeno, promoverei os interesses romenos”.Imagem: Robert Ghement/EPA-EFE

A Roménia tem uma grande diáspora em toda a UE, que provavelmente desempenhará um papel fundamental no resultado destas eleições.

Ciolacu disse à agência de notícias AP que como presidente a sua prioridade seria “convencer os romenos a ficar ou regressar a casa” para ajudar a reconstruir o país.

Raiva sobre a inflação e a pobreza

Outros candidatos que disputam o cargo mais alto incluem Elena Lasconi, do partido Salve a União Roménia, o ex-secretário-geral adjunto da NATO, Mircea Geoana, concorrendo como independente, e Nicolae Ciuca, antigo general do exército e líder do Partido Nacional Liberal, de centro-direita, que está em coligação com o PSD, embora as relações atuais sejam tensas.

Analistas prevêem frustração sobre a inflação e a pobreza poderia aumentar o apelo externo de Simion numa corrida acirrada que poderia ver a emergência de um regime populista.

“A democracia romena está em perigo pela primeira vez desde a queda do comunismo em 1989”, disse à AFP o analista político Cristian Pirvulescu.

Quem vencer a segunda volta substituirá o actual presidente, Klaus Iohannis, um liberal que tem apoiado firmemente a Ucrânia. Iohannis ocupa o cargo desde 2014.

ss/ab (AP, Reuters)



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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