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Rowan Atkinson aos 70: seus melhores filmes – classificados! | Filme
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2 anos atrásem
Ryan Gilbey
10. Quatro casamentos e um funeral (1994)
Atkinson é o desajeitado Padre Gerald, que elogia “o Bode Santo”, convida o feliz casal para ser “joeado no matrimônio” e pede ao noivo que leve sua noiva para ser sua “horrível esposa”. Cortes nas reações da congregação – Hugh Grant rindo, Simon Callow abafando uma gargalhada – pouco fazem para nos convencer de que o roteiro de Richard Curtis é de primeira linha. Pelo menos Atkinson traz algumas modulações tipicamente sutis, como os lampejos prematuros de presunção do vigário quando ele erroneamente acredita que seus piores desapropismos ficaram para trás.
9. Nunca diga nunca mais (1983)
Telefonado por seu agente em uma noite de domingo (“Achei que ele não trabalhasse aos domingos”, disse o ator na estreia do filme, com os lábios franzidos), Atkinson foi convocado às Bahamas com 12 horas de antecedência para fazer uma breve cena ao lado de Sean Connery nesta reprise de Bond, que recicla a trama de Thunderball. Como Nigel Small-Fawcett, do Ministério das Relações Exteriores, ele adota uma mandíbula cerrada e saliente em sua conversa com Connery, bem como um ar de infelicidade que prenuncia os anúncios do Barclaycard que ainda estavam a uma década de distância.
8. O Rei Leão (1994)
Como o calau Zazu, um mordomo de bico vermelho e amarelo de Mufasa, Atkinson era uma espécie de preocupado ao estilo Jiminy Cricket. Inicialmente relutante em fazer trabalho de voz (“Sinto que sou um artista visual”), ele foi persuadido pelo co-roteirista de Mr Bean, Robin Driscoll, a tentar. O grande número solo de Zazu, The Morning Report, foi posteriormente incluído na edição especial do DVD, mas foi cortado do filme final. Você pode ver o porquê. Não que Atkinson ficasse dolorido, já que ele não executou de qualquer maneira; Jeff Bennett assumiu as funções de cantor.
7. Amor de verdade (2003)
Como em Quatro Casamentos, Atkinson introduz uma pitada de loucura contida em um cenário sóbrio, embora neste caso seu personagem – um embrulho de presente de uma loja de departamentos arrogante e excessivamente exigente – esteja firmemente no controle. É Alan Rickman, como seu cliente contorcido, que fica confuso com a transação cada vez mais extravagante e interminável, enquanto Atkinson acrescenta botões de rosa decorativos e um pau de canela. “Este é apenas o trabalho de um momento”, diz ele com orgulho, expressando nessa frase a própria arte da participação especial.
Adaptado dos comerciais do Barclaycard dos anos 1990, estrelados por Atkinson como Richard Latham, um espião pomposo, mas inepto, com ilusões de ser 007, Johnny English será o ápice dos filmes gerados por campanhas publicitárias até que possamos ver a história de origem de a mãe Bisto. Duas continuações, Johnny Inglês Renascido (2011) e Johnny English ataca novamente (2018), foram igualmente bem-sucedidos (a trilogia arrecadou um faturamento mundial combinado de US$ 480 milhões), mas as melhores piadas estão neste primeiro lançamento. Eles invariavelmente envolvem Atkinson tropeçando em situações delicadas: sapateando no caixão em um funeral que ele erroneamente acredita ter sido encenado, por exemplo, ou mantendo pacientes e médicos sob a mira de uma arma por não ter percebido que o covil do vilão é ao lado para o hospital.
Não é a combinação mais estranha do cinema britânico entre diretor de arte de alto calibre e comediante popular – seria Peter Greenaway escalando Jim Davidson como guarda de segurança em A Zed & Two Noughts – mas ainda há um frisson estranho ao ver Atkinson aparecer no filme adequadamente desagradável de Nicolas Roeg. gire no romance de Roald Dahl. Como o gerente zombeteiro e intrometido de um hotel à beira-mar, que fica horrorizado ao encontrar um pedaço de pelo de roedor crescendo na empregada com quem ele está namorando, o comediante não está muito longe de sua zona de desconforto.
4. Feijão (1997)
“(Diretor) Mel Smith e Rowan Atkinson atrás de nós”, escreveu Alan Rickman em seu diário após a estreia do primeiro filme de Mr Bean, “então as risadas são forçadas para enviar mensagens de OK ao contrário. Comi um pacote inteiro de M&M’s.” A escolha do lanche é apropriada, já que uma cena estranhamente nojenta aqui envolve Bean recuperando um M&M perdido da cavidade torácica aberta de um paciente anestesiado. O resto equivale a um trote suave através de rotinas testadas e comprovadas da série de TV (Bean usando um peru na cabeça ou abrindo um saco de enjoo de avião sem verificar se está cheio). Eles estão ligados a uma trama de identidade equivocada, com “Dr” Bean enviado para Los Angeles como especialista em arte. Seguem-se vários cenários no estilo de sonho de ansiedade: ele é chamado para proferir uma palestra improvisada de uma hora sobre a Mãe de Whistler (“Em primeiro lugar, é muito grande – o que é excelente”) e acidentalmente destrói a pintura antes de tentar uma tentativa apressada de sentir. restauração de ponta.
Simon McBurney, dos inovadores teatrais Complicité, recebe o crédito da história neste segundo filme de Bean. Isso explica por que é uma delícia tão pura? Salpicado de acenos para Jacques Tati e Pee-Wee’s Big Adventure, apresenta alegres participações especiais de Jean Rochefort como um maître esnobe e Willem Dafoe como um autor pretensioso, bem como um final em que Bean estreia sua obra-prima de filmadora sob aplausos arrebatadores em Cannes. Após o complicado primeiro filme, Atkinson leva o personagem de volta ao básico e redescobre sua essência (principalmente muda). Uma sequência, mostrando-o ajustando seu estilo de dança para o que quer que esteja tocando em um alto-falante próximo – piano clássico, árias trágicas, Mr Boombastic – ressuscita a alegria do trabalho inicial de mímica, com membros Slinky e cara de massa, que primeiro fez de Atkinson um estrela.
2. O cara alto (1989)
Curtis ainda não havia acertado sua fórmula matadora quando escreveu seu primeiro e mais engraçado filme, sobre um ator americano desajeitado (Jeff Goldblum) se apaixonando por uma enfermeira britânica legal (Emma Thompson). Somente depois que as nacionalidades foram invertidas em Four Weddings e Notting Hill Curtis teve sucesso. The Tall Guy não foi um sucesso, mas é mais engraçado do que todos os outros filmes de Curtis juntos, especialmente quando atinge seu ritmo com a encenação de Elephant!, um musical no estilo Andrew Lloyd Webber sobre o Homem Elefante. Atkinson é o quase homônimo Ron Anderson, o comediante sádico que emprega Goldblum como seu companheiro de palco e saco de pancadas, uma função que o próprio Curtis desempenhou durante seus primeiros dias de atuação com Atkinson. Mel Smith, o antigo compadre do comediante Not the Nine O’Clock News, dirige amigavelmente. E é interessante que, embora Atkinson tenha priorizado o pastelão na maioria de seus papéis na tela grande (Bean, Johnny English), The Tall Guy continua sendo o mais próximo que sua estrela de cinema já ousou chegar do desdém do estilo Blackadder.
1. O baile do policial secreto (1979)
É uma das frustrações duradouras do cinema britânico o fato de Atkinson nunca ter encontrado o veículo para casar sua sofisticação verbal com sua flexibilidade física. A menos que você conte suas aparições neste brilhante filme-concerto da Amnistia Internacional. Nem o Nine O’Clock News não iria ao ar até o final do ano, então Atkinson era o novo garoto em um elenco de profissionais experientes como Peter Cook, Eleanor Bron e Clive James. Há uma sensação de que ele foi oficialmente ungido ao interpretar o esboço de Four Yorkshiremen de At Last the 1948 Show ao lado de John Cleese, Terry Jones e Michael Palin. Mas são os seus esboços solo que brilham. Seu pianista concertista de luvas brancas imitando as sonatas de Beethoven é uma delícia boba.
A verdadeira genialidade, porém, reside em seu monólogo de seis minutos como um diretor severo e meticuloso; ainda é igualado em sua carreira apenas pelos momentos mais contundentes de Blackadder. Sua pronúncia dos nomes no registro é incomparavelmente suculenta (“Nibble… Sediment… Dente”) e há muito mais para desfrutar, incluindo seu jeito de silenciar questionadores em um personagem com o queixo erguido; seus apartes fulminantes (“Guarde isso, Plectrum… Sim, a vida não é trágico?”); e sua raiva cômica arrepiante ao ordenar que Nibble “Saia! Orifício! Sozinho!”
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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