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Roxane Stojanov, nova estrela da Ópera Nacional de Paris

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Roxane Stojano, na Ópera Nacional de Paris, 28 de dezembro de 2024.

Uma nova estrela brilha na constelação da Ópera Nacional de Paris. Roxane Stojanov, nomeada no sábado, 28 de dezembro, pelo diretor geral, Alexander Neef, por sugestão do diretor de dança José Martinez, torna-se a nona estrela da prestigiada seleção feminina parisiense. Como manda a tradição, sua atuação no balé Paquita, por Pierre Lacottefoi saudada no final da apresentação pela sua nomeação em público no set da Ópera da Bastilha. Uma cereja no bolo de casamento de Paquita, cujas festividades encerram o espetáculo com explosões de virtuosismo, cada uma mais explosiva que a anterior.

Dois dias depois daquela noite, Roxane Stojanov ainda não consegue acreditar. Segunda-feira, 30 de dezembro, contatada por telefone, ela ainda parece em estado de choque. “Eu não esperavaela exclama. Por mais que esperemos nos tornar uma estrela, nunca sabemos quando isso vai acontecer e se vai acontecer em outro lugar! Foi uma verdadeira surpresa e adorei. Já estou muito feliz em dançar, e tudo que vem a mais é só bônus! » Quanto a Paquita, uma heroína aparentemente cigana que se revela uma aristocrata raptada quando criança por ciganos, ela resume-a num adjetivo: “Espumante. » “Paquita fica feliz em passar o tempo dançandoela declara. A dificuldade é que de certa forma são dois balés em um: o coreografado por Marius Petipa em 1881 e o reencenado por Pierre Lacotte em 2001. Por um lado, o grande estilo clássico, muito virtuoso e elegante, e do outro, a escola francesa com o tricô das pernas. »

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Eventos da Ufac em CZS discutem ciências ambientais e agrárias — Universidade Federal do Acre

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Simpósios Ciências Ambientais e Agrárias-2026.jpg

O programa de pós-graduação em Ciências Ambientais e o programa de educação tutorial (PET) de Agronomia, do campus Floresta da Ufac, promovem, de 16 a 19 de novembro, o 5º Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o 2º Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá. As inscrições estão abertas online para submissão de trabalhos até 20 de setembro; e para estudantes, profissionais da área e público em geral até 20 de novembro.

Os eventos reúnem alunos, pesquisadores e profissionais do setor para debater soluções socioambientais e inovações para o desenvolvimento sustentável na região. E segundo os organizadores, consolidam-se como um fórum estratégico de integração interdisciplinar na Amazônia Ocidental, promovendo a difusão de pesquisas científicas, o intercâmbio de experiências práticas e o fortalecimento de redes de conhecimento voltadas à conservação ambiental e ao avanço das ciências ambientais e agrárias.



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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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