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Ruben Amorim vê oportunidade de ouro ao entrar no vórtice do Manchester United | Manchester United

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Jamie Jackson

CCom o seu jeito alegre, o cabelo ondulado preto azeviche e a declaração de que “nós escolhemos o nosso caminho 100%”, Ruben Amorim exalava a energia renovada que o Manchester United precisa em sua coletiva de imprensa de estreia no lotado Jimmy Murphy Center.

Com apenas quatro pontos para o terceiro lugar, há uma chance de ouro para transformar a temporada. No entanto, os problemas que Amorim enfrenta são o clube em que ingressou e o elenco que herdou.

O jogador de 39 anos mostrou-se entusiasmado com os seus “muitos encontros” no United e firme quanto à sua “confiança” nos jogadores que treina nos relvados exteriores. Vestindo um agasalho esportivo com painéis frontais vermelhos e braços azuis, Amorim foi tão aberto ao questionamento quanto Erik ten Hag poderia ser taciturno. Mas diferentes personalidades não impediram que os holandeses David Moyes, Louis van Gaal, José Mourinho e Ole Gunnar Solskjær fossem sugados para o buraco negro do pós-Sir Alex Ferguson United.

É um vórtice que não pode ser compreendido até ser experimentado. O quinteto acima pode apontar como a má gestão a nível executivo causou o corolário fatal do recrutamento confuso de jogadores. Assim, a tarefa de Amorim é trabalhar o oráculo com um elenco que, além de Bruno Fernandes, Kobbie Mainoo, Lisandro Martínez e Marcus Rashford (se conseguir redescobrir a consistência), é mediano.

Questionado sobre por que ele acreditava em um grupo que demitiu Ten Hag, Amorim disse: “A única coisa que peço: trabalho duro e você tem que acreditar na nova ideia. E eu senti isso. Até que provem que estou errado, acredito nos jogadores.”

Como novo chefe de futebol do United, Sir Jim Ratcliffe foi considerado o necessário reinício da diretoria. Mas depois de não conseguir eliminar Ten Hag no verão, o United investiu £ 200 milhões em cinco jogadores de futebol procurados pelo técnico – Manuel Ugarte, Leny Yoro, Matthijs de Ligt, Noussair Mazraoui e Joshua Zirkzee – antes de uma intrigante reviravolta em Ratcliffe remover o holandês por último. mês.

Portanto, uma visão razoável é que o proprietário minoritário e o seu executivo-chefe, Omar Berrada, e o diretor esportivo, Dan Ashworth, ainda não mostraram melhorias espetaculares nos dois eixos de poder anteriores de Richard Arnold/John Murtough e Ed Woodward/Murtough; e que Amorim pode acabar como o último homem na berlinda de Old Trafford, expulso por decisões duvidosas vindas de cima.

Por enquanto, ele tem uma unidade que inclui 14 recrutas Ten Hag que precisam ser integrados em seu 3-4-3 junto com Fernandes e Rashford, que antecederam seu antecessor e cujos talentos independentes são vitais, mas difíceis de encaixar em uma unidade coesa.

Amorim apresentou o desafio desta forma: “Não sei sobre reparo, mas temos espaço para crescer como equipe. Temos que melhorar em muitas áreas: a compreensão do jogo, sei que é uma forma diferente de jogar, e estamos mudando no meio da temporada.

“Temos que melhorar o aspecto físico. E é isso. Não sei quanto tempo vai demorar. Eu sei que quando você está no Manchester United você tem que vencer jogos. Portanto, não vou dizer que preciso de muito tempo. É uma grande liga, é a liga mais forte do mundo e temos que melhorar muito para tentar vencê-la. Então o que posso dizer é que temos que vencer jogos para ganhar tempo e depois ganhar títulos.” É para isso que lhe pagam 10 milhões de euros (8,3 milhões de libras) por ano.

Reanimar Marcus Rashford será uma tarefa fundamental para Ruben Amorim. Fotografia: Adam Vaughan/EPA

Ten Hag terminou em terceiro em sua temporada de abertura, mas isso foi conseguido com um ataque errado que marcou apenas 58 gols e o United teve um saldo de gols de 15, o sexto melhor da divisão. A chave então foram os 17 gols de Rashford na Premier League, então reviver um atacante que possui ritmo, altura, força e entusiasmo está no topo da lista de Amorim, assim como colocá-lo e Fernandes em sua forma desconhecida.

Sobre isto, Amorim disse: “Não é revolução porque o futebol não é tão diferente com cinco jogadores na defesa, três jogadores na defesa ou quatro jogadores na defesa. Não posso dizer evolução porque teremos que esperar para ver, mas jogaremos um futebol diferente.

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“Temos as nossas ideias. Não estou dizendo que essas sejam as melhores ideias, mas é a nossa maneira de ver o futebol. Não é evolução ou revolução, é uma mudança na forma como jogamos futebol. Perdemos a bola muitas vezes e temos que mantê-la. Temos que ser melhores correndo de volta. Isso está claro para todos. E temos que ser muito bons nos detalhes. Às vezes esperamos mudar muitas coisas, coisas grandes.

“São (também) as pequenas coisas e estamos aqui para melhorar as pequenas coisas, a forma como vemos o futebol, como jogamos em equipa. Entender o jogo de uma forma, esse é o foco. Posso dizer nas pequenas coisas que posso ajudar muito esses jogadores.”

O português, que respondeu a perguntas de nove jornalistas vindos do seu país, terá de o fazer se quiser alcançar o Santo Graal do United, o 21º campeonato. Um carisma picante ajudará. Estava novamente em exibição quando lhe perguntaram sobre o seu compatriota Mourinho.

“Sou diferente”, disse Amorim. “Você olhou para Mourinho e sentiu que ele pode vencer em qualquer lugar. Foi campeão europeu. Não sou campeão europeu. Sou um cara diferente em um momento diferente.

“O futebol hoje em dia é diferente e sou a pessoa certa no momento. Sou um rapaz jovem, entendo os jogadores, por isso tento usar isso para ajudar os meus jogadores. Ainda é o melhor clube da Inglaterra e queremos vencer.”



Leia Mais: The Guardian

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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre

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Ufac retoma Semana Acadêmica de Física após 6 anos, com planetário — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) realiza até esta sexta-feira, 23, a 3ª Semana Acadêmica de Física, no prédio do curso, no campus-sede, em Rio Branco. Iniciado nessa segunda-feira, 19, o evento retoma as atividades presenciais da semana acadêmica após seis anos de interrupção, causada pela pandemia de covid-19 e pela reorganização do calendário universitário.

A programação tem atrações abertas ao público, como oficinas de astronomia, observação do Sol com telescópio e um planetário móvel, instalado no segundo andar do prédio de Física. Há ainda palestras, apresentações de pesquisas de estudantes e minicursos práticos de elaboração de material didático, física experimental, criação de mapas, processamento de dados e sismologia.

Organizada em três eixos temáticos, a semana é voltada aos estudantes da licenciatura e do bacharelado em Física e do curso de Física Aplicada às Ciências da Terra. Os primeiros dias tiveram debates e palestras sobre o ensino de física e a formação docente. Em seguida, a programação trata de física pura, como mecânica quântica, relatividade e física de partículas, e termina com geofísica, astronomia e fenômenos naturais.

Segundo o coordenador do evento e professor do curso de Física, Victor Carreira, a retomada presencial reaproxima o curso da comunidade externa e das escolas de educação básica. Turmas do Instituto Federal do Acre visitaram a semana, e escolas da rede pública foram convidadas.

“A semana acadêmica é muito importante tanto para os nossos alunos quanto para a comunidade em geral de Rio Branco”, disse Carreira. “É uma oportunidade para jovens do ensino médio conhecerem a universidade e vivenciarem a ciência na prática.”

A cerimônia de encerramento ocorre nesta sexta-feira, 23, à tarde.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

 



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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

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Pavic-Lab da Ufac apresenta seis trabalhos em congresso internacional de computação — Universidade Federal do Acre

Pesquisadores do projeto Pavic-Lab, da Universidade Federal do Acre (Ufac), apresentaram seis trabalhos científicos durante a Conference on Graphics, Patterns and Images (SIBGRAPI 2026), congresso internacional de referência nas áreas de computação gráfica, processamento de imagens e visão computacional, realizado de 29 de setembro a 2 de outubro, em Goiânia (GO). As pesquisas foram desenvolvidas no projeto de pesquisa e desenvolvimento (P&D) Pesquisas Aplicadas em Visão e Inteligência Computacional (Pavic-Lab), uma iniciativa de cooperação técnico-científica entre a Ufac, Motorola, Flextronics e Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape).

Segundo a professora do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET), Ana Beatriz Alvarez Mamani, a participação no congresso contribui para divulgar a produção científica desenvolvida no Acre e ampliar o intercâmbio com outras instituições. Ela destacou que a presença da Ufac em eventos científicos também ajuda a reduzir as desigualdades regionais na ciência brasileira, além de possibilitar novas parcerias e o aperfeiçoamento das pesquisas.

A equipe foi composta pela professora Ana Beatriz Alvarez Mamani, pelo pesquisador Quefren Leher, pelos mestrandos do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação (PPGCC) Clécio Silva, Lucas Carvalho, Gustavo Ferreti, Julio Martins e Ian Teixeira, além do graduando em Sistemas de Informação Kauã Galvão de Macedo.

Dos seis trabalhos apresentados, um integrou uma sessão especial do congresso e já foi publicado na revista científica Computers & Graphics. Outros três foram apresentados na programação principal, com previsão de publicação nos anais do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE) e na biblioteca digital da Sociedade Brasileira de Computação (SBC). Os dois trabalhos restantes foram apresentados em workshops, também com previsão de publicação na biblioteca digital da SBC.

As pesquisas estão divididas em duas áreas principais: reconstrução tridimensional e processamento de imagens. Na primeira, Clécio Silva apresentou um método computacional para criar representações digitais mais detalhadas de ambientes internos a partir de imagens. A tecnologia pode ser aplicada em jogos, realidade virtual e aumentada, simulações e projetos da construção civil.

Na área de processamento de imagens, Lucas Carvalho apresentou uma pesquisa para reconstruir imagens de alta faixa dinâmica (HDR) a partir de uma única imagem convencional, buscando recuperar detalhes em regiões claras e escuras. Gustavo Ferreti desenvolveu uma rede neural para combinar imagens com diferentes níveis de exposição e melhorar a qualidade visual dos resultados.

Julio Martins apresentou uma metodologia para reduzir o custo computacional da reconstrução de imagens HDR, preservando a qualidade das imagens produzidas. Ian Teixeira investigou o uso de mecanismos de atenção em modelos de inteligência artificial para recuperar informações em imagens de baixa qualidade. Já Kauã Galvão de Macedo apresentou uma abordagem que combina redes neurais e técnicas de processamento de sinais para melhorar imagens capturadas em ambientes com pouca iluminação.

Os métodos desenvolvidos apresentam potencial de aplicação em sistemas embarcados com recursos computacionais limitados, como dispositivos eletrônicos que integram processamento de imagens, permitindo aprimorar a qualidade visual com menor demanda de processamento.

Para o graduando Kauã Galvão de Macedo, a participação no congresso proporcionou a oportunidade de apresentar os resultados de sua pesquisa e conhecer novas abordagens científicas. “Foi uma ótima experiência, tanto pela oportunidade de apresentar minhas pesquisas desenvolvidas na Ufac quanto pela troca de conhecimentos com pesquisadores de outras instituições”, afirmou.

Segundo Kauã, as discussões realizadas durante o evento possibilitaram o contato com técnicas que poderão contribuir para suas pesquisas e para os projetos desenvolvidos pelo Pavic-Lab, além de abrir oportunidades de colaboração científica.

O mestrando em Ciência da Computação Gustavo de Souza Ferreti também destacou a importância da experiência para sua formação acadêmica. “Tive a oportunidade gratificante de conhecer professores e pesquisadores com ampla trajetória no nosso campo, além de ouvir sobre suas vivências e receber orientações valiosas para aprimorar meu trabalho”, disse.

O Pavic-Lab desenvolve atividades de pesquisa voltadas ao processamento de imagens, ao aprimoramento da qualidade visual e à reconstrução tridimensional de ambientes e objetos. Após a participação no congresso, a equipe dará continuidade às pesquisas científicas, com novos experimentos e avaliações para aperfeiçoar os métodos, reduzir custos computacionais e ampliar as possibilidades de aplicação prática dos resultados.



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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

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Ufac abre 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) iniciou, na manhã desta segunda-feira, 19, a 1ª Conferência Internacional Amazônia Nexus. A solenidade de abertura ocorreu no auditório do e-Amazônia, no campus-sede, em Rio Branco, e reuniu professores, estudantes, participantes externos e palestrantes locais, nacionais e internacionais.

A vice-reitora da Ufac, Almecina Balbino, destacou que o evento busca fortalecer a produção científica regional e estreitar os laços interinstitucionais. Segundo ela, a conferência favorece a criação de uma rede de conexão entre os programas de pós-graduação e viabiliza a internacionalização por meio da cooperação Sul-Sul, permitindo que pesquisadores externos contribuam diretamente para os estudos sobre o território amazônico.

O pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro, ressaltou o papel da extensão universitária na articulação do conhecimento científico com a comunidade. “Não existe integração entre ensino, pesquisa e extensão se a gente tirar as pesquisas da prateleira sem estarmos envolvidos com ações de extensão, que fazem a intermediação entre o conhecimento da universidade e a sociedade”, declarou. Ele também destacou que a rede de contatos estabelecida entre as diferentes áreas fortalece a qualidade acadêmica da instituição.

O coordenador do evento, professor Flávio Roberto Chaves da Silva, expressou satisfação com o início da conferência e destacou a dimensão coletiva da iniciativa. “É com muita alegria, satisfação e gratidão que damos início a este projeto que nasceu do desejo de fortalecer a ciência, a cooperação e a internacionalização da pesquisa na Amazônia. Celebramos a coragem de começar, a força do trabalho coletivo e a realização de um sonho. Que esta seja a primeira de muitas edições, promovendo o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento sustentável da nossa região”, afirmou o docente, agradecendo a parceria dos palestrantes, da comissão organizadora e dos apoiadores.

Durante a abertura, a mesa de debates destacou a importância do encontro para a região. O professor e pesquisador Lin Shau Ming, da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), um dos palestrantes do dia, ressaltou que os estudos sobre plantas medicinais e agrobiodiversidade contribuem para o bem-estar das comunidades tradicionais. Segundo ele, o tema está alinhado à proposta central do evento de promover a integração de diferentes saberes e áreas do conhecimento na universidade.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal na Amazônia Ocidental, Cíntia Daudt, destacou o compromisso social da universidade com a produção de conhecimento e o desenvolvimento regional. “É um evento bem importante para a nossa região e para a nossa universidade. Estamos aqui cumprindo o nosso ato de educação. Como dizia Paulo Freire, ‘educar é um ato político’. Nós estamos cumprindo a nossa parte, unindo ensino, pesquisa e extensão em um único evento”, afirmou.

A cerimônia de abertura contou ainda com a participação do pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti; dos coordenadores Fernando da Silva Souza, de Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Felipe Souza, de Ciência Florestal; Regina Lúcia Ferreira, de Produção Vegetal; e da vice-coordenadora Danúsia Rocha, de Saúde Coletiva.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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