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Sai concurso para o TRF4; salários de até R$ 15 mil
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Oportunidade para ganhar bem. Saiu o concurso para o TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região). Os salários vão de R$ 9.052,54 e podem chegar a R$ 14.852,98.
As inscrições começam na semana que vem dia 14 de abril. As vagas são candidatos com curso superior. O TRF4 abrange o Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e Paraná.
As inscrições, os valores variam de R$ 80,00 a R$ 100,00 conforme o cargo, e podem ser feitas no site da Fundação Carlos Chagas (FCC), responsável pela organização do concurso. As provas estão previstas para 13 de julho de 2025, em várias cidades. O candidato pode escolher o melhor local.
Cargos e requisitos do concurso
O concurso oferece vagas para os cargos de analista judiciário e técnico judiciário, de acordo com especialidades.
Para o cargo de Analista Judiciário, as áreas incluem judiciária, oficial de justiça avaliador federal, análise de sistemas de informação, entre outras.
Já para o cargo de técnico judiciário, as especialidades abrangem áreas como administrativa, agente da Polícia Judicial, desenvolvimento de sistemas de informação, entre outras.
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O edital
O edital já está disponível e informa, detalhadamente, as vagas para assumir de forma imediata e aquelas que são para cadastro reserva para os cargos de analista e técnico judiciário em diversas especialidades.
As inscrições vão até 14 de maio.
Veja as vagas e avise aos amigos.
Técnico judiciário
Veja as exigências para as áreas para a vaga de técnico judiciário:
- Técnico Judiciário – Administrativa/agente da Polícia Judicial (graduação em qualquer área + CNH categoria D)
- Técnico Judiciário – Apoio Especializado/Desenvolvimento de Sistemas de Informação (curso superior na área de TI)
- Técnico Judiciário – Apoio Especializado/Suporte Técnico (curso superior na área de TI ou afins)
- Técnico Judiciário – Apoio Especializado/Edificações (curso superior na área de Construção Civil/Edificações)
- Técnico Judiciário – Apoio Especializado/Contabilidade (curso superior em Ciências Contábeis)
Analista judiciário
Veja as exigências para a vaga de analista judiciário:
- Analista Judiciário – Judiciária (graduação em Direito)
- Analista Judiciário – Judiciária/oficial de justiça avaliador federal (graduação em Direito)
- Analista Judiciário – Apoio Especializado/Análise de Sistemas de Informação (graduação na área de TI)
- Analista Judiciário – Apoio Especializado/Governança e Gestão de TI (graduação na área de TI ou Administração com ênfase em TI)
- Analista Judiciário – Apoio Especializado/Segurança da Informação (graduação em área de TI)
- Analista Judiciário – Apoio Especializado/Suporte em Tecnologia da Informação (graduação em área de TI)
- Analista Judiciário – Apoio Especializado/Contabilidade (graduação em Ciências Contábeis)
- Analista Judiciário – Apoio Especializado/Engenharia Mecânica (graduação em Engenharia Mecânica)
- Analista Judiciário – Apoio Especializado/Engenharia Civil (graduação em Engenharia Civil)
- Analista Judiciário – Apoio Especializado/Engenharia Elétrica (graduação em Engenharia Elétrica)
- Analista Judiciário – Apoio Especializado/Psicologia (graduação em Psicologia + registro no conselho)
- Analista Judiciário – Apoio Especializado/Medicina (do Trabalho) (graduação em Medicina + especialização em Medicina do Trabalho + CRM)
- Analista Judiciário – Apoio Especializado/Medicina (Cardiologia) (graduação em Medicina + especialização em Cardiologia + CRM)
- Analista Judiciário – Apoio Especializado/Enfermagem (graduação em Enfermagem + registro no conselho)
- Analista Judiciário – Apoio Especializado/Serviço Social (graduação em Serviço Social + registro no conselho)
- Analista Judiciário – Apoio Especializado/Arquitetura (graduação em Arquitetura + registro no conselho)
- Analista Judiciário – Apoio Especializado/Biblioteconomia (graduação em Biblioteconomia + registro no conselho)
Provas objetivas, subjetivas e físicas
As provas serão aplicadas em várias cidades do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná. Os participantes serão submetidos a diferentes fases de avaliação, com caráter eliminatório e/ou classificatório, conforme o cargo pretendido.
As etapas previstas são:
- prova objetiva – obrigatória para todos os cargos;
- prova discursiva – aplicada a todos os candidatos; e
- estudo de caso – exigido em todas as funções, exceto para o cargo de técnico judiciário – área Administrativa; e redação – exclusiva para o cargo de técnico judiciário – Área Administrativa.
- Teste de Aptidão Física (TAF) – destinado apenas aos candidatos ao cargo de técnico judiciário – agente da polícia judicial.
- Haverá, ainda, avaliação biopsicossocial e o procedimento de heteroidentificação.
O concurso do TRF4 tem vagas de curso superior em diversas áreas. As provas serão dia 13 de julho, em várias cidades do PR, RS e de SC. – Foto: TRF4
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Alunos da Ufac se apresentam em congresso sobre socioeconomia rural — Universidade Federal do Acre
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27 de julho de 2026Quatro estudantes de graduação da Ufac representaram a instituição no 64º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (Sober, na sigla em inglês), ocorrido na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, de 19 a 23 de julho, com o tema “Políticas para Natureza, Alimentação e Nutrição em Tempos de Incerteza e Mudanças Climáticas”.
Os trabalhos, desenvolvidos no âmbito dos grupos de pesquisa Estudos em Economia, Finanças, Política e Segurança Alimentar e Nutricional (Elos) e Governança Fundiária, Desenvolvimento Econômico e Políticas Públicas (GPD), contaram com a coautoria e orientação dos professores e coordenadores dos grupos, Graziela Gomes Bezerra, Elyson Ferreira de Souza e Gisele Elaine de Araújo Batista Souza.
Cultivo do cacaueiro
O aluno de Sistemas de Informação, Guilherme Félix Cavalcante, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Cacauicultura na Região Norte: Análise do Desempenho Produtivo, Dinâmica Comercial e Sustentabilidade”. O estudo aborda a cacauicultura e oferece uma análise do desempenho produtivo, da dinâmica comercial e dos aspectos de sustentabilidade, fornecendo dados para o desenvolvimento rural, territorial e regional, além de subsidiar práticas mais sustentáveis para a cadeia produtiva do cacau.
“A participação no evento é um marco significativo em minha formação acadêmica”, disse Guilherme. “Dissemina os resultados da minha pesquisa e fomenta o desenvolvimento de habilidades de comunicação, pensamento crítico e construção de uma rede de contatos profissionais.”
Bananicultura no Acre
A aluna de Ciências Econômicas, Maria Eduarda Souza Diniz, apresentou, na quarta-feira, 22, o trabalho “Desenvolvimento Produtivo e Dinâmica da Bananicultura no Acre: Uma Análise da Produção e dos Mercados (1994-2024)”, o qual analisa a evolução da bananicultura no Acre durante três décadas, contribuindo para o entendimento das transformações produtivas e comerciais desse setor, além de fornecer subsídios para o fomento de políticas públicas voltadas ao desenvolvimento rural, territorial e regional.
“O congresso proporciona um ambiente de aprendizado e troca de experiências com outros pesquisadores e profissionais da área”, contou Maria Eduarda. “Isso enriquece minha formação e contribui para consolidação da Ufac como um polo de produção científica de excelência.”
Mulheres na gestão
A aluna de Ciências Econômicas, Riely Nilce de Melo Avilar, apresentou, na terça-feira, 21, o trabalho “Mulheres na Gestão de Propriedades Rurais na Amazônia Legal”. A pesquisa trata da atuação feminina no desenvolvimento regional e contribui para o debate sobre agricultura familiar, ruralidades e relações de gênero no meio rural, oferecendo perspectivas para promoção da equidade e do desenvolvimento sustentável na região. Esse estudo teve, ainda, coautoria de Raiza Gabriele Lima dos Santos.
“Apresentar um trabalho num congresso de relevância nacional, como o da Sober, e para uma audiência especializada é fundamental para minha formação profissional e promoção de intercâmbios”, pontuou Riely.
Milho e inflação
O aluno de Ciências Econômicas, Rogério Gonçalves Bezerra Junior, apresentou, na segunda-feira, 20, o trabalho “Análise da Inflação na Cadeia Produtiva do Milho: Evidências a Partir de Dados de Produção”, com o qual investigou como fatores econômicos afetam a produção do milho e o custo de vida, servindo como base para formuladores de políticas públicas e agentes do mercado.
“Além de projetar a pesquisa desenvolvida na Ufac para um público qualificado, tive a oportunidade de uma experiência inestimável de intercâmbio científico”, comentou Rogério. “Também destaco a discussão de ideias, o recebimento de feedback e a mobilização de contatos.”
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Ufac lança Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029) — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026A Ufac lançou seu Plano de Acessibilidade da Infraestrutura Física (2026-2029). A solenidade ocorreu na sexta-feira, 17, no auditório Pedro Martinello, no Centro de Convenções, campus-sede. A iniciativa integra o projeto “Ufac em Ação: Acessibilidade, Inclusão e Segurança” e busca orientar as ações destinadas à construção de uma universidade mais acessível, inclusiva e segura.
A reitora Guida Aquino destacou que a instituição já realizou melhorias de acessibilidade, mas ainda precisa avançar e buscar recursos para executar as ações previstas no plano. “Nós temos que buscar agora investimento para que possamos acolher nossos estudantes; a universidade não existe sem aluno.” Segundo ela, essas iniciativas devem atender também os servidores que necessitam de condições adequadas de acessibilidade.
O coordenador do projeto e prefeito do campus-sede, Artheson Cruz, explicou que o crescimento da infraestrutura física da Ufac ocorreu em diferentes períodos, com edificações construídas de acordo com normas distintas. Essa situação, para ele, resultou na existência de espaços acessíveis que não estão completamente conectados entre si.
“Você entra em um prédio que tem acessibilidade e, quando sai daquele local, já se depara com uma situação de ausência da acessibilidade”, disse e ressaltou que o aumento do número de pessoas com deficiência que ingressam na universidade exige a adequação dos espaços para garantir dignidade, autonomia, permanência e conclusão dos cursos.
O plano estabelece diretrizes para superar progressivamente os desafios de acessibilidade no campus-sede, no campus Floresta e nos núcleos da Ufac no Estado. Para a elaboração do documento, foram realizados levantamento técnico da infraestrutura e escuta qualificada com pessoas surdas, com deficiência visual e autistas.
A representante do Núcleo de Acessibilidade e Inclusão, Rayfa Almeida, destacou que a efetivação das medidas é fundamental para garantir o acesso e a permanência das pessoas com deficiência na universidade. “Esperamos que seja concretizado realmente, que seja efetivo para as pessoas com deficiência conseguirem finalizar seus cursos.”
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Parfor da Ufac em Santa Rosa do Purus lança livro de contos — Universidade Federal do Acre
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20 de julho de 2026Estuantes do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor), da Ufac em Santa Rosa do Purus (AC), no âmbito da disciplina Oficina Pedagógica: Leitura e Escrita na Escola, lançaram o livro “Tecendo Leituras: Contos e Caminhos para o Letramento Literário”. O evento ocorreu no sábado, 18, no município, reunindo professores, gestores, autoridades locais, familiares dos alunos e a representante do Parfor na ocasião, professora Grace Gotelip.
A obra foi organizada pela professora Emilly Ganum Areal e sua reprodução foi viabilizada com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação (Prograd), por meio da Diretoria de Apoio à Interiorização e Programas Especiais (Dainpes). Segundo ela e os envolvidos no processo criativo, a iniciativa representa um marco para o Parfor da Ufac por resultar diretamente de uma disciplina do curso de graduação e reunir, pela primeira vez, textos literários de autores de Santa Rosa do Purus.
Além disso, agradeceram à Ufac, por meio da Prograd e da Dainpes, pelo apoio na concretização do projeto, o qual, para eles, deixa um legado no munícipio, incentiva a produção literária regional e reafirma o compromisso da universidade com a interiorização do ensino superior e com o desenvolvimento social através da educação.
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