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Saiba os horários de maior movimento estradas no Ano Novo – 27/12/2024 – Cotidiano
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Mais de 1,5 milhão de veículos devem circular pelas rodovias paulistas no feriado de Ano Novo, por isso, as concessionárias organizaram esquemas especiais para o trânsito. O fluxo mais intenso de veículos começou na noite desta quinta-feira (26).
Sistema Anchieta-Imigrantes
A Ecovias, concessionária responsável pelo Sistema Anchieta-Imigrantes, deu início no último dia 16 à Operação Verão 2024/2025. A expectativa para o Ano Novo é que entre 530 mil e 875 mil veículos trafeguem pelas rodovias do sistema.
Para dar vazão a essa demanda, o sistema começou a Operação Descida (7×3) nesta quinta-feira (26), das 7h às 17h. Na sexta-feira (27), a operação tem início às 7h e segue até as 23h59 de sábado (28).
Para o retorno dos veículos em direção à capital, a Operação Subida (2×8) está prevista para entrar em vigor a partir de quarta, 1º de janeiro, da 1h às 23h59.
Mais informações: Para conferir as condições de tráfego, além de pedir apoio mecânico ou médico, os usuários podem usar o WhatsApp da Ecovias, no 0800.019.7878, que também é o telefone de emergência da concessionária e funciona 24h. Para informações, além do 0800, os usuários podem conferir a situação de tráfego por meio do perfil do X (ex-Twitter) e Threads da concessionária (@_ecovias) ou no site www.ecovias.com.br.
Sistema Anhanguera-Bandeirantes
A CCR AutoBAn estima 802 mil veículos entre a saída e chegada à capital no Sistema Anhanguera-Bandeirantes entre os dias 30 de dezembro e 03 de janeiro.
A concessionária estima que os horários de fluxo mais intensos devem acontecer das 16h às 20h na segunda-feira (30), das 11h às 12h na terça-feira (31). Na volta do feriado, os horários de maior circulação são das 15 às 22h na quarta-feira (1º) e das 8h às 11h na quinta-feira (2).
Operação Caminhão
No dia 1º de janeiro, os caminhões que se destinam à capital pela Rodovia dos Bandeirantes (SP-348) devem utilizar a Via Anhanguera (SP-330) no trecho do km 48 ao km 23 Sul, entre Jundiaí e São Paulo, acessando a rodovia Anhanguera (SP330) pela Saída 48 Sul da Rodovia dos Bandeirantes (SP348). O desvio tem como objetivo melhorar a distribuição do tráfego.
Mais informações: Condições de tráfego e solicitação de serviços como auxílio mecânico, resgate ou informar ocorrências nas rodovias podem ser feitas pelo WhatsApp (11) 4589-3999. Também há o Disque CCR AutoBAn a partir do número 0800.055.5550 ou por meio dos 544 telefones de emergência instalados a cada quilômetro de rodovia, além das câmeras de monitoramento de tráfego.
Sistema Castelo Branco-Raposo
A CCR ViaOeste, concessionária que administra o Sistema Castelo Branco-Raposo Tavares, estima que mais de 1,4 milhão de veículos trafeguem por suas rodovias entre o Natal e Ano Novo.
A expectativa de tráfego mais intenso no sistema está prevista para segunda (30) das 16h às 20h na segunda-feira (30) e das 11h às 12h na terça-feira (31). Na volta do feriado, os horários de maior circulação são das 15 às 22h na quarta-feira (1º) e das 8h às 11h na quinta-feira (2).
Mais informações: Os motoristas podem solicitar apoio da concessionária utilizando mais de 790 telefones de emergência disponíveis a cada quilômetro, em ambos os sentidos da rodovia, ou até mesmo ligar ou entrar em contato pelo WhatsApp pelo número (11) 2664.6120 ou pelo disque CCR 0800.701.5555.
Via Dutra/Rio Santos
A concessionária CCR RioSP espera que na saída para o Ano Novo a movimentação de mais de 755 mil veículos nas suas estradas entre os dias 27 e 28 de dezembro. Já no retorno é estimado 338 mil veículos trafegando nas duas rodovias, no dia 02 de janeiro.
Mais informações: O apoio aos condutores pode ser pedido pelo Disque CCR RioSP no 0800.017.3536 ou no WhatsApp (11) 2795.2238.
Corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto
A Ecopistas, concessionária responsável pelo Corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto, deu início à Operação Verão na segunda-feira (16). A estimativa é que cerca de 4 milhões de veículos devam transitar pelo corredor até o fim do Carnaval, sendo entre 488 mil e 752 mil apenas no Natal.
No período de Ano Novo, entre 26 de dezembro de 2024 e 1º de janeiro de 2025, a concessionária estima que entre 585 mil e 963 mil veículos trafeguem nos dois sentidos do Corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto, passando pelas quatro praças de pedágio.
Em direção ao interior, a movimentação mais intensa está prevista para quinta-feira, 26, das 7h às 18h, sexta-feira, 27, das 6h às 19h, e sábado, 28, das 5h às 17h.
No sentido da capital, o maior fluxo deve ocorrer na quarta-feira , 1º, das 11h às 20h.
Mais informações: WhatsApp 0800.777.0070, que também é o telefone de emergência da concessionária e funciona 24h. Para informações, além do 0800, os usuários podem conferir a situação de tráfego por meio do perfil do X (ex-Twitter) e Threads da concessionária (@ecopistas) ou no site www.ecopistas.com.br.
Rodoanel Mário Covas
Entre os dias 23/12 e 3/1, a CCR RodoAnel estima que 2.127.820 veículos trafeguem pelo trecho oeste do Rodoanel SP021, em função da movimentação característica do feriado prolongado do Natal e Ano Novo.
Para o Ano Novo a previsão com maior fluxo de veículos inicia na segunda-feira, 30, entre 16h e 18h, terça-feira, 31, entre 11h e 12h, quarta-feira, 01º, entre 15h e 22h e quinta-feira, 2, entre 08h e 11h.
Mais informações: Os motoristas podem solicitar apoio pelos telefones de emergência disponíveis a cada quilômetro, em ambos os sentidos da rodovia, pelo WhatsApp (11) 2664.6140 ou pelo disque CCR 0800.773.6699.
Rota das Bandeiras
A Concessionária Rota das Bandeiras, empresa responsável pela administração do Corredor Dom Pedro de rodovias, prevê a passagem de quase 1,2 milhão de veículos durante o período de Ano Novo. A operação terá início nesta sexta-feira (27) e se estenderá até o dia 2.
Mais informações: Atendimento pelo telefone 0800.770.8070 (também é WhatsApp).
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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