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Salem: a capital mundial do Halloween que encanta milhões de visitantes – Mundo

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Salem é conhecida mundialmente como a Capital do Halloween. Todos os anos, em outubro, esta cidade no estado de Massachusetts transforma-se num verdadeiro palco de celebrações, atraindo mais de meio milhão de visitantes para o festival Salem Haunted Happenings, considerado a maior festa de Halloween do mundo.

O evento, que se estende por todo o mês de outubro, oferece uma vasta gama de atividades para todas as idades. Desde desfiles e feiras de artesanato, a espetáculos de magia, leituras psíquicas, cruzeiros assombrados, visitas guiadas e festas de disfarces, Salem torna-se o destino ideal para quem procura mergulhar na história e no espírito místico desta época.

Veja algumas das melhores imagens na fotogaleria abaixo

Origens do Festival: de evento local a fenómeno global

A primeira edição do Salem Haunted Happenings foi organizada em 1982, inicialmente pensada como uma celebração de fim de semana, durante o Halloween. A intenção da cidade era proporcionar eventos familiares para os curiosos que visitavam a Cidade das Bruxas. O sucesso foi imediato, com cerca de 50 mil pessoas a participar nesse primeiro ano. Desde então, o festival cresceu exponencialmente e atrai, atualmente, pessoas de todo o mundo, incluindo famílias, casais, entusiastas de história e fãs incondicionais do Halloween.

Salem é também uma cidade com uma comunidade moderna de praticantes de paganismo e bruxaria, que celebra o Samhain, o antigo festival celta que marca o fim das colheitas e a chegada do inverno. Esta convivência entre o misticismo antigo e o moderno faz parte da experiência autêntica que a cidade oferece a quem a visita.

Salem, a cidade que mais adora o Halloween

Imagem: Destination Salem | Official Travel & Tourism

créditos: Kate Fox 2021

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Salem, a cidade que mais adora o Halloween Imagem: Destination Salem | Official Travel & Tourism créditos: Kate Fox 2021

Diversão e mistério para todos

A festa de Halloween em Salem tornou-se muito mais do que uma simples comemoração. Hoje, é um evento rico em diversidade, com atividades que vão desde espetáculos teatrais e visitas a casas assombradas, até passeios de barco temáticos e leituras de tarot. Para os mais corajosos, as casas assombradas e as visitas guiadas pelas histórias mais sombrias da cidade oferecem uma experiência intensa e envolvente.

Além do misticismo, Salem oferece uma excelente experiência cultural com os seus museus de renome, lojas de produtos artesanais, música ao vivo e uma oferta gastronómica vibrante, que inclui desde comida local até bares especializados em bebidas espirituosas, o que combina bem com o espírito da época.

Salem: A Cidade das Bruxas e o legado dos julgamentos de 1692

Salem é conhecida como a Cidade das Bruxas devido aos famosos julgamentos de acusação de bruxaria que ocorreram entre 1692 e 1693. Durante este período, várias jovens de Salem, na colónia da Baía de Massachusetts, começaram a exibir comportamentos estranhos e acusaram várias pessoas de bruxaria. O pânico espalhou-se rapidamente e resultou na acusação de entre 144 a 185 pessoas, com 19 delas a serem enforcadas e muitas outras encarceradas.

Salem, a cidade que mais adora o Halloween

Imagem: Destination Salem | Official Travel & Tourism

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Salem, a cidade que mais adora o Halloween Imagem: Destination Salem | Official Travel & Tourism

Os julgamentos foram alimentados por rivalidades locais e pelo medo do sobrenatural, num contexto de forte influência religiosa. Com o tempo, as condenações foram anuladas e os julgamentos condenados, mas o evento tornou-se um símbolo da histeria coletiva e da intolerância.

Hoje, Salem abraça este passado histórico, atraindo turistas fascinados pela história e mitos da bruxaria. O legado dos julgamentos é mantido vivo através de museus e eventos, que transformaram a cidade num destino icónico do sobrenatural.

*As imagens e informações foram gentilmente cedidas pelo Turismo Oficial de Salem

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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre

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Rede de trabalho franco-brasileira atua em propriedades amazônicas — Universidade Federal do Acre

A Ufac integra uma rede de trabalho técnico-científico formada por pesquisadores do Brasil e da França, desenvolvendo trabalhos nas áreas de pecuária sustentável e produção integrada. Também compõem a rede profissionais das Universidades Federais do Paraná e de Viçosa, além do Instituto Agrícola de Dijon (França).

A rede foi construída a partir do projeto “Agropecuária Tropical e Subtropical e Desenvolvimento Regional: Cooperação entre Brasil e França”, aprovado em chamada nacional da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e do Comitê Francês de Avaliação da Cooperação Universitária com o Brasil. Esse programa iniciou na década de 1970 e, pela primeira vez, uma instituição do Acre teve um projeto aprovado.

Atualmente, alunas do doutorado em Agronomia da Ufac, Natalia Torres e Niqueli Sales, realizam parte do curso no Instituto Agrícola de Dijon, na modalidade doutorado sanduíche. Elas fazem estudos sobre sistemas que integram produção de bovinos, agricultura e a ecofisiologia de espécies forrageiras arbustivas/arbóreas.

Além disso, a equipe do projeto realiza entrevistas com criadores de gado (leite e corte), a fim de produzir informações para proposição de melhorias e multiplicação das experiências de sucesso. Há, ainda, um projeto em parceria com a equipe da Cooperativa Reca para fortalecer a pecuária integrada e sustentável. 

Outra ação da rede é a proposta do sistema silvipastoril de alta densidade de plantas, com objetivo de auxiliar agricultores que possuem embargos ambientais na atividade de recomposição de reservas.  No momento, a equipe discute um consórcio de plantas que atende à legislação ambiental. Da Ufac, fazem parte da rede os professores Almecina Balbino Ferreira, Vanderley Borges dos Santos, Eduardo Mitke Brandão Reis e Eduardo Pacca Luna Mattar, que trabalham nos cursos de Agronomia, Medicina Veterinária e Engenharia Florestal.

 



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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre

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Professora publica livro sobre sítios naturais sagrados do povo Nukini — Universidade Federal do Acre

A professora Renata Duarte de O. Freitas, do curso de Direito do campus Floresta da Ufac, lança o livro “Aldeia Isã Vakevu, do Povo Originário Nukini: Um Sítio Natural Sagrado no Coração do Juruá” (Lumen Juris, 240 p.). O evento ocorre neste sábado, 7, às 19h, no teatro dos Nauas, em Cruzeiro do Sul. Resultado de investigação científica, a obra integra a cosmologia indígena aos marcos regulatórios da justiça ambiental.

A pesquisa é fundamentada na trajetória de resistência do povo Nukini. O livro presta homenagem à memória de Arlete Muniz (Ynesto Kumã), matriarca, parteira e liderança espiritual que preservou os conhecimentos milenares do Povo da Onça frente aos processos de aculturação e violência histórica.

O texto destaca a continuidade desse patrimônio imaterial, transmitido de geração para geração ao seu neto, o líder espiritual Txane Pistyani Nukini (Leonardo Muniz). Atualmente, esse legado sustenta a governança espiritual no Kupixawa Huhu Inesto, onde a aplicação das medicinas da floresta e a proteção territorial dialogam com a escrita acadêmica para materializar a visão de mundo Nukini perante a sociedade global.

Renata Duarte de O. Freitas introduz no cenário jurídico eixos teóricos que propõem um novo paradigma para a conservação ambiental: sítios naturais sagrados, que são locais de identidade cultural e espiritual; direito achado na aldeia, cuja proposta é que o ordenamento jurídico reconheça que a lei também emana da sacralidade desses locais; e direitos bioculturais, que demonstram que a biodiversidade da Serra do Divisor é preservada porque está ligada ao respeito pelos sítios naturais sagrados.

Ao analisar a sobreposição de uma parte do território Nukini com o Parque Nacional da Serra do Divisor, a obra oferece uma solução científica: o reconhecimento de que áreas protegidas pelo Estado devem ser geridas em conjunto com os povos originários, respeitando seus territórios sagrados.

 



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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

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Em caravana, ministro da Educação, Camilo Santana, visita a Ufac — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, na Reitoria, campus-sede, a visita do ministro da Educação, Camilo Santana, no âmbito da caravana Aqui Tem MEC, iniciativa do Ministério da Educação voltada ao acompanhamento de ações e investimentos nas instituições federais de ensino.

Durante a agenda, o ministro destacou que a caravana tem percorrido instituições federais em diferentes Estados para conhecer a realidade de cada campus, dialogar com gestores e a comunidade acadêmica, além de acompanhar as demandas da educação pública federal.

Ao tratar dos investimentos relacionados à Ufac, a reitora Guida Aquino destacou a obra do campus Fronteira, em Brasileia, que conta com R$ 40 milhões em recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). A estrutura terá seis cursos, com salas de aula, laboratórios, restaurante universitário e biblioteca.

Abordando a visita, Guida ressaltou a importância da universidade para o Estado e a missão da educação pública. “A Ufac é a única universidade pública federal de ensino superior do Acre e, por isso, tem papel estratégico na formação e no desenvolvimento regional. A educação é que transforma vidas, transforma o país.”

Outro tema tratado durante a agenda foi a implantação do Hospital Universitário no Acre. Camilo Santana afirmou que o Estado é o único que ainda não conta com essa estrutura e informou que o governo federal dispõe de R$ 50 milhões, por meio do Novo PAC, para viabilizar adequações e a implantação da unidade.

Ele explicou que a prioridade continua sendo a concretização de uma parceria para doação de um hospital, mas afirmou que, se isso não ocorrer, o MEC buscará outra alternativa para garantir a instalação do serviço no Estado. “O importante é que nenhum Estado desse país deixe de ter um hospital universitário”, enfatizou.

Guida reforçou a importância do projeto e disse que o Hospital Universitário já poderia ser celebrado no Acre. Ao defender a iniciativa, contou que a unidade contribuiria para qualificar o atendimento, reduzir filas de tratamento fora de domicílio e atender melhor pacientes do interior, inclusive em casos ligados às doenças tropicais da Amazônia. Em tom crítico, declarou: “O cavalo selado, ele só passa uma vez”, ao se referir à oportunidade de implantação do hospital.

Após coletiva de imprensa, o ministro participou de reunião fechada com pró-reitores, gestores, políticos e parlamentares da bancada federal acreana, entre eles o senador Sérgio Petecão (PSD) e as deputadas Meire Serafim (União) e Socorro Neri (PP).

A comitiva do MEC foi formada pela secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt; pelo secretário de Educação Profissional e Tecnológica, Marcelo Bregagnoli; pelo secretário de Educação Superior, Marcus Vinicius David; e pelo presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, Arthur Chioro.

Laboratório de Paleontologia

Depois de participar de reunião, Camilo Santana visitou o Laboratório de Paleontologia da Ufac. O professor Edson Guilherme, coordenador do espaço, apresentou o acervo científico ao ministro e destacou a importância da estrutura para o avanço das pesquisas no Acre. O laboratório foi reformulado, ampliado e recentemente reinaugurado.

Aberto para visitação de segunda a sexta-feira, em horário de expediente, exceto feriados, o local reúne fósseis originais e réplicas de animais que viveram no período do Mioceno, quando o oeste amazônico era dominado por grandes sistemas de rios e lagos. A entrada é gratuita e a visitação é aberta a estudantes e à comunidade em geral.

 



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