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Sanchez, da Espanha, diz que Musk incita ao ódio e alerta contra o fascismo na Europa | Notícias da União Europeia
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Elon Musk levantou o alarme em toda a Europa com uma série de ataques aos líderes do continente.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sanchez, acusou o bilionário tecnológico dos EUA, Elon Musk, de liderar um “movimento reacionário internacional” e alertou que a extrema direita poderia ressurgir na política europeia.
Musk, que assumirá o cargo de conselheiro na administração do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, provocou fúria em toda a Europa nas últimas semanas com uma série de ataques aos líderes do continente, incluindo o chanceler alemão, Olaf Scholz, e o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir. Starmer.
Musk também entrou nos assuntos espanhóis no domingo, comentando um artigo que afirmava que as condenações por estupro na região espanhola da Catalunha foram cometidas principalmente por estrangeiros.
Presidindo um evento em Madrid para comemorar o 50º aniversário da morte do ditador fascista Francisco Franco na quarta-feira, Sanchez acusou Musk de liderar um movimento “reacionário internacional” que “ataca abertamente as nossas instituições, incita o ódio e apela abertamente ao apoio de os herdeiros do nazismo nas próximas eleições na Alemanha”.
“Os regimes autocráticos estão a avançar por meio mundo”, disse Sánchez, alertando que “o fascismo que pensávamos ter deixado para trás é agora a terceira força política na Europa” e acrescentando que a extrema direita é apoiada pelo “homem mais rico do planeta”. ”, referindo-se a Musk, cujo nome não revelou.
Os comentários foram feitos depois que Musk ofereceu forte apoio ao partido de extrema direita Alternativa para a Alemanha (AfD) antes das eleições antecipadas no país em 23 de fevereiro.
O bilionário também pediu a remoção de Starmer e pediu a libertação da prisão de Tommy Robinson, um activista de extrema-direita do Reino Unido que cumpre uma pena de 18 meses por desacato ao tribunal.
UE pondera resposta
A União Europeia está a debater-se sobre como responder à suposta interferência de Musk. Alguns governos europeus estão a pressionar a Comissão Europeia para que utilize o seu arsenal jurídico.
“Ou a Comissão Europeia aplica com a maior firmeza as leis que existem para proteger o nosso espaço único ou não o faz e, nesse caso, deveria pensar em devolver a capacidade para o fazer aos Estados-membros da UE”, disse o Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Jean. -Noel Barrot disse à rádio France Inter na quarta-feira.
A questão está a testar a vontade da UE de confrontar Musk de frente e correr o risco de antagonizar a nova administração Trump, bem como a eficácia da Lei de Serviços Digitais (DSA) do bloco, que regula as operações das plataformas de redes sociais na UE.
Um porta-voz da Comissão disse esta semana que o DSA já havia provado ser um instrumento eficaz para combater os riscos representados pelas principais plataformas de mídia social e disse que foi feita uma escolha política de não responder diretamente aos tweets de Musk e “alimentar o debate”, o A agência de notícias Reuters informou.
Musk chamou no mês passado o chanceler alemão, Olaf Scholz, de “tolo incompetente” que deveria renunciar após um ataque mortal com um carro na Alemanha. Na quinta-feira, Musk usará sua plataforma para conversar com a chefe da AfD, Alice Weidel.
Scholz respondeu pedindo calma. “Não alimente o troll”, disse ele ao semanário alemão Stern em 4 de janeiro.
O presidente francês, Emmanuel Macron, mirou em Musk no início desta semana.
“Há dez anos, quem acreditaria se nos dissessem que o dono de uma das maiores redes sociais do mundo… intervém diretamente nas eleições, inclusive na Alemanha?” ele disse.
Musk também tem criticado constantemente Starmer do Reino Unido e seu governo, mais recentemente sobre um escândalo de abuso sexual infantil há mais de uma década.
Starmer na segunda-feira criticado “aqueles que estão espalhando mentiras e desinformação tão longe quanto possível” sem mencionar Musk pelo nome.
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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre
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19 de maio de 2026O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.
A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.
Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.
O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.
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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.
Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).
O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.
Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.
Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.
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Ufac participa de mostra científica na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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15 de maio de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) participou, no dia 1º de maio, da Mostra Científica “Conectando Saberes: da integração à inclusão na Amazônia”, realizada na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A ação reuniu instituições de ensino, pesquisa, escolas rurais e moradores da reserva em atividades de divulgação científica e integração comunitária.
Financiada pelo CNPq, a iniciativa contou com a participação da Ufac, Ifac, ICMBio e de escolas da região. Aproximadamente 250 pessoas participaram da programação, entre estudantes, professores e moradores das comunidades da reserva.
Durante o evento, estudantes da graduação e pós-graduação da Ufac e do Ifac apresentaram pesquisas e atividades educativas nas áreas de saúde, Astronomia, Física, Matemática, Robótica e educação científica. A programação incluiu oficinas de foguetes, observação do céu com telescópios, sessões de planetário, jogos educativos e atividades com microscópios.
O professor Francisco Glauco, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza (CCBN) da Ufac, destacou a importância da participação acadêmica em ações junto às comunidades tradicionais.
“A universidade tem um papel fundamental para a formação científica e cidadã dos estudantes. A troca de conhecimentos com comunidades de difícil acesso fortalece essa formação”, afirmou.
A professora Valdenice Barbosa, da Escola Iracema, ressaltou o impacto da iniciativa para os alunos da reserva.
“Foi um dia histórico de muito aprendizado. Muitos estudantes tiveram contato pela primeira vez com experimentos e equipamentos científicos”, disse.
Além das atividades científicas, a programação contou com apresentações culturais realizadas pelos estudantes da reserva, fortalecendo a integração entre ciência, educação e saberes amazônicos.
A participação da Ufac reforça o compromisso da universidade com a extensão, a popularização da ciência e a aproximação entre universidade e comunidades tradicionais da Amazônia.
Fhagner Soares – Estagiário
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