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‘Satoshi Nakamoto’ says he also designed the Twitter logo

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Stephen Mollah is “around 58” years old and claims to have invented or designed at least three things: Twitter’s bird logo, the eurobond, and bitcoin — the idea for the last of which came to him some 20 years ago during a walk in the Himalayas.

If you’re somewhat sceptical, you’re not alone. Mollah and his associate Charles Anderson were recently accused of fraud between November 2022 and October 2023, the Evening Standard’s inimitable Tristan Kirk reported earlier this month:

According to the charge, it is alleged the men “dishonestly” claimed that “Stephen Mollah was Satoshi Nakamoto who is believed to have created Bitcoin and/or that Stephen Mollah owned 165,000 Bitcoin that were in Singapore, intending to cause loss to Dalmit Dohil or to expose that person to a risk of loss.”

The not guilty pleas were first indicated when the case was brought to the magistrates court in August. A further hearing in the case ahead of the trial has been set for October 3 next year.

Unperturbed, Mollah and Anderson on Thursday morning pleaded their case to a dozen or so highly-suspicious journalists (one of whom said they had been asked to pay £500 for the privilege) on the top floor of London’s Frontline Club, favoured haunt of Louis Theroux. FT Alphaville was told to go by Robin invited, too. What followed was in equal parts hilarious and heart-breaking.

The duo’s presentation got off to an unserious start: testing a microphone with “testicles, one, two, three” being a bold opening gambit. With Mollah sitting patiently to one side, Anderson regaled his audience with tales of claimed inventions of his own, including the energy recovery system and some or other feature of Arbiter guitars.

“I effectively brought karaoke to the UK,” Anderson quipped. “Sorry about that”.

The dynamic duo in full flow © FTAV

A self-described “semi-intelligent person connected with technical things,” it was Anderson who had emailed FTAV the night before, promising a front-row ticket to “a historic event in the cryptocurrency landscape” that would mark the end of more than 15 years of Nakamoto’s anonymity while signalling “a new chapter for Bitcoin and Blockchain technology”.

But he seemed in little rush to turn the page. Did the audience know, for example, that he had “acted on stage” quite a few times “in various theatres”, albeit not for 30 years? We did not.

Might we get to the bit about Bitcoin, a reporter enquired. All in good time, sir, Anderson replied. The “very original documents” which prove beyond doubt that Mollah is who he says he is would follow soon enough.

Anderson and Mollah met through church, and it was with a convert’s zeal that the former recounted the cryptographic miracles the latter had apparently performed.

A heart-warming tale, cried one reporter, but please, please, may we see the evidence we were promised to back up this prophet’s claim?

Soon, sir, very soon, promised Anderson, whose subsequent request to see all of the reporters’ credentials fell rather flat.

Eventually, finally, almost 40 minutes after arriving, it was Mollah’s turn to take to the stage. But not before someone pointed out that Anderson’s camera, broadcasting the unveiling to the watching world, had been off the entire time. 

Stephen/Satoshi? © FTAV

Mollah, who calls himself an economic and monetary scientist, as well as a “business person who does business”, opened as follows:

“When I designed Bitcoin in 2007, I did publish all of the materials. In the middle of May [of that year], I had a problem with my computer, my computer was hacked. I did some research on the matter, searching for anybody else doing any other kind of digital currency research or anything. And that was the time I chose to go pseudonymous. So I deleted my personal identity from the internet.

[…]

[Years later] “I was scheduled to go on the BBC, but suddenly Craig Wright [another supposed Satoshi] was brought there by a group and put in [instead]”

Anderson chimed in:

It’s very easy to and quite obvious that you would want to be, very critical of someone claiming to be Nakamoto. However critical you are, and whatever your thinking, you’ll have to believe me on this… I thought it as well, and thought it much more than you’re thinking about question marks et cetera . . . I’ve seen things that in my mind . . . the things I’ve seen I truly and honestly believe cannot be faked.

PLEASE, PLEASE, PLEASE CAN WE SEE THOSE THINGS TOO????, a reporter interjected.

Any second now, Anderson replied, to sniggers from the crypto press, now rocking back in their chairs. A little sad and in desperate need of a drink, it was at roughly this point that FTAV stood up from our own chair and left.

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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre

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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre

O projeto de extensão Infância Segura: Prevenção à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Ufac, realizado na Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Flaviano Flavio Batista, marcou oficialmente a realização de suas ações no local com a solenidade de descerramento de uma placa-selo, ocorrida na sexta-feira, 6.

O objetivo do projeto é promover a proteção integral da infância por meio de ações educativas, formativas e preventivas junto a escolas, famílias e comunidades. O evento contou com a presença do pró-reitor de Extensão e Cultura em exercício, Francisco Gilvan Martins do Nascimento, professores da escola e uma manhã de recreação com os estudantes.

Entre setembro e dezembro de 2024, o projeto, coordenado pela professora Alcione Maria Groff, desenvolveu sua experiência-piloto na escola, com resultados positivos. A partir disso, recebeu apoio do senador Sérgio Peteção (PSD-AC), que abraçou a causa e garantiu recursos para que mais cinco escolas de Rio Branco sejam contempladas com ações do Infância Segura.

 



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