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Seagri visita Embrapa de Porto Velho em busca de novas tecnologias de produção da castanha do Brasil

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Andreia Nobre

Visando atender a cadeia produtiva da castanha do Brasil, o governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri), enviou nesta quinta e sexta-feira, 3 e 4, técnicos da pasta à sede da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em Porto Velho (RO).

Por se tratar de uma cadeia produtiva de fundamental importância para o Acre, a visita técnica da Seagri busca alternativas e novas tecnologias de produção da castanha do Brasil, em virtude da redução da safra nos últimos dois anos, por conta das mudanças climáticas.

Visita técnica da Seagri busca soluções tecnológicas para a cadeia produtiva da castanha do Brasil. Foto: cedida

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2023 a castanha representou a terceira maior fonte de renda do agronegócio estadual e a primeira entre os produtos da extração vegetal no Acre, sendo essencial para a economia local. Segundo o Observatório Castanha-da-Amazônia (OCA) a cadeia produtiva movimenta cerca de R$ 2 bilhões anualmente no Brasil.

“Essa iniciativa é estratégica para identificar inovações que possam aumentar a produtividade e a resiliência da castanha frente às mudanças climáticas, garantindo a sustentabilidade econômica e ambiental do setor”, ressaltou a engenheira agrônoma da Seagri, Eneide Taumaturgo.

Engenheira agrônoma da Seagri, Eneide Taumaturgo, falou sobre os desafios da produção da castanha. Foto: cedida

Segundo a chefe-geral da Embrapa em Rondônia, Lúcia Wadt, o órgão atua no melhoramento genético da castanheira. “Temos clones do Acre e de Rondônia, aonde avaliamos o crescimento, forma, copa, floração, frutificação, e nessa fase de experimento temos avançado muito na genética das mudas”, explicou.

Chefe-geral da Embrapa em Rondônia, Lúcia Wadt, disse que em seu viveiro cultivam clones de castanheiras do Acre. Foto: cedida

Reflorestamento

A Seagri trabalha na elaboração do projeto ‘Refloresta Castanha: Garantindo o Futuro da Castanha-do-Brasil no Acre’.

O projeto vai possibilitar o plantio de castanheiras (Bertholletia excelsa) em áreas degradadas e de clareias de floresta, beneficiando cerca de 400 famílias com 2 hectares de plantio de castanheira, garantindo a manutenção dessa atividade essencial para a economia e cultura local.

Projeto da Seagri pretende reflorestar clareias na mata acreana com castanheiras. Foto: cedida

O órgão já vem atuando na execução do projeto por meio de capacitações. Atualmente, 514 extrativistas do Alto Acre, Baixo Acre e Purus, receberam instruções sobre a produção de mudas de castanheiras no sistema de mini estufas.

 

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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre

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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre

A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.

A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.

Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.

Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.

Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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