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Segurança Pública do Acre realiza 9ª edição do curso de Sistema de Comando de Incidentes, na capital

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Ana Paula Xavier

A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública do Acre (Sejusp) promove a partir desta segunda-feira, 28, a 9ª edição do curso de Sistema de Comando de Incidentes (SCI), uma iniciativa para aprimorar a capacitação dos profissionais da Segurança. O curso tem como objetivo preparar as equipes para gerenciar situações de emergência de forma mais eficiente, garantindo uma resposta rápida e coordenada em casos de crise. As aulas estão sendo realizadas na capital acreana e seguem até a próxima sexta-feira, 1º.

Segurança pública do Acre realiza 9ª edição do curso de Sistema de Comando de Incidentes, na capital. Foto: Ascom/ Sejusp

O secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Américo Gaia, destacou a importância do curso. “Investir na formação dos nossos profissionais é fundamental para garantir a segurança da população. O sistema de comando de incidentes é uma ferramenta que permite uma atuação mais eficaz em situações críticas, e estamos comprometidos em oferecer o melhor treinamento possível. Esse compromisso traz como reflexo as reduções em todo estado, nos números de crimes. Reduzimos os homicídios, roubos, furtos e outros”, disse.

Coordenador do Centro Integrado de Ensino e Pesquisa em Segurança Pública (Cieps), Fabrizzio Sobreira disse que esta iniciativa é um passo importante para fortalecer a capacidade de resposta. Foto: Ascom/Sejusp

Durante a abertura do curso, o coordenador do Centro Integrado de Ensino e Pesquisa em Segurança Pública (Cieps), Fabrizzio Sobreira, também comentou sobre a iniciativa. “A realização deste curso é um passo importante para fortalecer a nossa capacidade de resposta. A integração entre diferentes órgãos de segurança é crucial, e o SCI nos proporciona um modelo eficiente para atuar em conjunto, minimizando riscos e protegendo a comunidade. Temos em média 400 profissionais por semana participando de diversas capacitações, ou seja, não se medem esforços hoje pela secretaria de segurança pública para trazer capacitação a todos os servidores”, destacou.

Uma das instrutoras do curso, Luana Manuella Mendes falou que o Estado está de parabéns pela iniciativa da capacitação. Foto: Ascom/ Sejusp

Uma das instrutoras do curso, Luana Manuella Mendes falou da importância do aprimoramento das forças de segurança, diante do tema. “O estado está de parabéns. É muito bom agente chegar e perceber que existe uma parceria para fomentar e exercer todas as práticas e estamos aqui diante de grandes profissionais”, disse.

9ª edição do curso de Sistema de Comando de Incidentes vai até a próxima sexta-feira, 1º. Foto: Ascom/Sejusp

A 9ª edição do curso de Sistema de Comando de Incidentes é uma oportunidade para os profissionais da segurança pública do Acre e reafirma o compromisso do Estado em garantir a segurança e o bem-estar da população. As aulas contarão com a participação de especialistas na área, que compartilharão conhecimentos e experiências para aprimorar as práticas de gestão de crises.

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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Foto de capa [internet]

Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre

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Ações de projeto da Ufac previnem violência sexual contra crianças — Universidade Federal do Acre

O projeto de extensão Infância Segura: Prevenção à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, da Ufac, realizado na Escola Estadual de Ensino Fundamental Dr. Flaviano Flavio Batista, marcou oficialmente a realização de suas ações no local com a solenidade de descerramento de uma placa-selo, ocorrida na sexta-feira, 6.

O objetivo do projeto é promover a proteção integral da infância por meio de ações educativas, formativas e preventivas junto a escolas, famílias e comunidades. O evento contou com a presença do pró-reitor de Extensão e Cultura em exercício, Francisco Gilvan Martins do Nascimento, professores da escola e uma manhã de recreação com os estudantes.

Entre setembro e dezembro de 2024, o projeto, coordenado pela professora Alcione Maria Groff, desenvolveu sua experiência-piloto na escola, com resultados positivos. A partir disso, recebeu apoio do senador Sérgio Peteção (PSD-AC), que abraçou a causa e garantiu recursos para que mais cinco escolas de Rio Branco sejam contempladas com ações do Infância Segura.

 



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