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Sejusp conclui 19ª edição do Curso Operacional Integrado de Segurança Pública Especializado
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1 ano atrásem
Aline Vitória
A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) concluiu a décima nona edição do Curso Operacional Integrado de Segurança Pública (Coisp), neste sábado, 1º, marcando mais um passo na qualificação das forças de segurança.

Desta vez a capacitação foi voltada exclusivamente para profissionais que atuam em unidades especializadas, como Batalhão de Operações Especiais (Bope), Coordenação e Recursos Especiais (Core), Grupo Penitenciário de Operações Especiais (Gpoe), Grupo Especial de Operações em Fronteira (Gefron), Comando do Policiamento Especializado (CPE) e Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer).

“A capacitação contínua melhora a atuação conjunta e traz mais segurança para a sociedade, que se beneficia com profissionais mais preparados”, destacou o secretário adjunto da Sejusp, Evandro Bezerra.
O Coisp tem como objetivo padronizar práticas operacionais e fortalecer a integração entre as forças de segurança. Desde sua criação, em 2020, o curso passou por atualizações e, nesta edição, os participantes tiveram acesso a 70 horas de treinamento intensivo, com disciplinas como Atendimento Pré-Hospitalar Tático (APH Tático), armamento e tiro, sobrevivência policial, abordagem a veículos e pessoas, operações aéreas e ribeirinhas, entre outras.

A agente da Polícia Civil, Patrícia de Souza, da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), destacou a importância da capacitação contínua para os profissionais de segurança pública. Segundo ela, o treinamento não apenas aprimora as habilidades técnicas da equipe, mas também reforça a consciência sobre os riscos da profissão e a necessidade de retornar em segurança para suas famílias.
“A formação não é só sobre portar uma arma, mas sobre ter responsabilidade com a própria vida e com a sociedade”, ressaltou Patrícia de Souza. Ela também enfatizou o papel da mulher na segurança pública, afirmando que o treinamento ajuda a desconstruir a ideia de fragilidade associada às profissionais femininas. “Na atuação policial, não há distinção de gênero, e a capacitação prova que a mulher pode estar onde quiser, desempenhando seu papel com a mesma competência que qualquer outro operador”, concluiu.

O chefe do Departamento de Ensino do Centro Integrado de Ensino e Pesquisa em Segurança e Justiça (Cieps), Vandernilson Perez, relata que 30 policiais foram capacitados, unindo teoria e prática em instruções e operações reais. “O curso fortalece a atuação dessas unidades e, com o apoio da Secretaria de Segurança, já planejamos uma segunda edição focada nesse público”, disse.
A integração entre diferentes órgãos e forças de segurança é um dos pilares da capacitação, permitindo operações conjuntas mais eficientes e reforçando a atuação estratégica contra a criminalidade. O Coisp também tem inovado ao promover edições exclusivas para mulheres, fortalecendo a participação feminina na segurança pública.
Com a décima nona edição do Coisp, a Segurança Pública do Acre reafirma seu compromisso em garantir que os profissionais estejam cada vez mais preparados para proteger a população, intensificando a segurança no estado, com iniciativas que buscam não só aprimorar a atuação policial, mas também garantir mais eficiência e integração no combate à violência.
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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
26 de março de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.
A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.
Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.
Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.
Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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