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Semana de moda de Paris: um vestiário para si mesmo

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Semana de moda de Paris: um vestiário para si mesmo

Chloé.

E 1929, Virginia Wool Publiite Um quarto para si mesmo. Neste ensaio, o autor britânico, se perguntando sobre o silêncio literário das mulheres, enfatizou a importância de ter um lugar para trabalhar sem ser interrompido. Quase um século depois e no contexto radicalmente diferente da semana de moda no Paris Fall-Winter 2025-2026, que é realizada até 11 de março, os estilistas parecem transpor a idéia de Rampart para roupas. E desenvolver um vestiário como um casulo protetor, dando a possibilidade de florescer totalmente.

“O importante é que as roupas permitam que você seja você mesmo e se sinta confortável. Que eles refletem as contradições de todos: dependendo do humor do dia ou do momento de nossa vida, nem sempre somos a mesma pessoa e nem sempre temos os mesmos desejos ”Patha Kamali estimada. Desde a sua entrada no cargo em Chloé, em 2023o designer alemão procura se lembrar dos fundamentos estilísticos de uma marca que sempre se apresentou como a serviço das mulheres. Até agora, Chemena Kamali favoreceu vestidos de babados, casacos com ombros franzidos, capas de algodão lacado, tops de renda transparentes declinados em cores macias.

Para seu terceiro desfile, ela começa a emancipar a partir desta herança dos anos setenta. O vestiário chique boêmio é sempre dominante, mas pontuado por elementos um pouco mais estruturados: calças de couro, jaquetas forradas com pêlo, casacos acolchoados, blusas suportadas. Chemena Kamali está avançando cautelosamente para infundir seu estilo nesta casa, cuja identidade ficou um pouco embaçada nos últimos anos, de acordo com mudanças repetidas na direção artística. Ela poderia ir mais francamente.

« Eu queria cultivar o íntimo, diz por sua parte Julien Dossenaà frente de Rabanne desde 2013. Que o interior das roupas é tão extraordinário quanto o exterior. »» Ainda mais! Apresentado no Palácio da UNESCO, seu vestiário é ainda mais bonito quando ele está em movimento e ele revela seus segredos: pompoms de pele falsa escapam casacos dobrados, plastrões bordados com glitter são escorregados sob jaquetas em ponto preso e suba no pescoço, Saias como renda e lantejoulas Nightie são cobertas com uma fina camada de plástico brilhante.

“Eu queria que cada movimento exploda um pouco a roupa”Assim, Especifica Julien Dossena. As impressões confusas em blusas delicadas ou pílulas de drogas em um longo vestido de noite acrescentam uma dimensão divertida à coleção imaginada como um santuário reconfortante em um período perturbador.

Trajes suportados e curvos

O lugar “Place” de Ellen Hodakova Larsson assume a forma de uma planície ao ar livre do que uma sala fechada: “Eu queria transcrever a energia que sinto quando ando com meu cachorro nos campos espancados pelo vento ao redor do estúdio (Na Suécia) »explica o fundador da Hodakova, Vencedor do prêmio LVMH 2024que atraiu o júri com seu modo conceitual inteiramente feito de ações adormecidas ou vintage. Encontramos nesta nova coleção seu trabalho de assinatura em calças de fantasia, transformadas em uma jaqueta, um vestido longo ou tubo, em uma saia de carteira, em lenço e até em um marco, sempre com os bolsos, transeuntes -por moscas visíveis.

As toques de pêlo mescladas em uma camada transformam os modelos em ursos de pelúcia marcados, enquanto vestidos acolchoados, cortados em revestimentos, dê a impressão de que o corpo é um objeto frágil, sendo embrulhado com cautela. “Algumas silhuetas simbolizam a audácia, outras vulnerabilidades. Eu crio roupas muito apertadas ou quase nuas; Ou tipos de conchaslema do designer. Eu gosto desses contrastes porque eles são equilibrados e representam os diferentes momentos da vida. »»

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O estilo Isabel Marant é um universo em si, reconhecível desde a sua criação, em 1994: cada estação é um desfile de mulheres tão sexy. « Queríamos imaginar uma garota muito ativa que mora à noite, caminha rapidamente nas ruas de Londres ou Paris, com esse olhar um pouco de nova onda, um pequeno grunge “Explica Kim Bekker, co -diretor artístico do fundador da marca de mesmo nome. Os cabelos ao vento, em calcinha cinza -seredes da qual a blusa se projeta, em um vestido curto com uma estampa de tartan ou amarrada em grandes jaquetas masculinas em lã grossa, os manequins todos nas pernas avançam em um ritmo frenético.

“Fiquei recentemente impressionado com o fato de as mulheres da minha vida se vestirem para si e uma para as outras, mas não para o olhar dos homens”Detalhes enquanto isso Daniel Roseberrydiretor artístico de Schiaparelli. Esta observação levou o Texano para se projetar em um mundo sem homens, onde as mulheres adotariam um guarda -roupa misturando arquétipos masculinos e femininos em uma versão exagerada.

Essa dualidade assume a forma de trajes suportados e muito curvos aqui, calças de couro largas transportadas com um acúmulo de cintos de caubói, combinações muito apertadas em malha esticada ou um casaco longo construído como uma jaqueta de motociclista, embelezada com franjas e pestanas com franjas. Tudo é aprimorado com a dourada típica da casa, aplicada a brincos em forma de mão ou uma cauda de crocodilo. Um mundo para si mesmo, sem homens, mas não sem estúpido!

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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