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Senado dos EUA encaminha projeto de lei visando imigrantes indocumentados acusados de crimes relacionados a roubo | Senado dos EUA
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Lauren Gambino
O Senado dos EUA abriu na sexta-feira o caminho para a aprovação final de um projeto de lei que visa imigrantes indocumentados acusados de crimes relacionados com roubo, uma prévia de como Republicanos usarão as suas maiorias para ajudar Donald Trump a cumprir a sua há muito prometida repressão nas fronteiras – e um teste inicial à forma como os Democratas irão responder.
A Lei Laken Riley, em homenagem a um estudante de enfermagem de 22 anos da Geórgia que foi assassinado no ano passado por um cidadão venezuelano, eliminou um obstáculo processual importante por 61 votos a 35, com 10 Democratas juntando-se aos republicanos para promovê-lo. A votação da aprovação final foi marcada para o início da próxima semana, tornando-a potencialmente uma das primeiras peças legislativas que ele assina como presidente.
De acordo com o projeto de lei, a Immigration and Customs Enforcement (Ice) seria obrigada a deter imigrantes indocumentados acusados de crimes como “roubo, furto, furto ou furto em lojas”. Também permitiria que os procuradores-gerais estaduais processassem o governo federal se acreditassem que seus estados foram prejudicados pela falha em fazer cumprir as leis de imigração.
Grupos de direitos dos imigrantes e especialistas jurídicos levantaram preocupações de que o projeto de lei, se aprovado, infringiria o direito dos indivíduos ao devido processo e poderia minar a autoridade federal para fazer cumprir a lei de imigração. Na sexta-feira, os progressistas criticaram os democratas por ajudarem a proporcionar a Trump uma rápida vitória legislativa.
“Covarde. Essa é a única palavra para os 10 democratas do Senado que entregaram aos republicanos de Maga um presente que eles não mereciam”, disse Sarah Dohl, diretora de campanhas do grupo progressista Indivisible. “A Lei Laken Riley é um ataque racista e xenófobo aos imigrantes que destrói os direitos constitucionais e entrega o poder a extremistas como (o procurador-geral do Texas) Ken Paxton para sequestrar a política federal de imigração. Não é apenas cruel – é um desastre de caos e má-fé. Mesmo assim, os democratas do Senado cederam.”
Os republicanos, por sua vez, saudaram o apoio dos democratas, que era necessário para ultrapassar o limite de 60 votos exigido para encerrar o debate sobre a medida.
“Agradeço aos meus colegas de ambos os lados do corredor que se uniram para proteger as nossas comunidades”, disse a senadora republicana Katie Britt, do Alabama, que apresentou o projeto de lei no Senado. “Com a forte votação de hoje, estamos na corrida final para fazer com que a Lei Laken Riley atravesse a linha de chegada, honrando seu legado e tornando a América mais segura.”
A votação reflecte uma mudança acentuada na estratégia dos Democratas, particularmente desde o primeiro mandato de Trump, quando eles se opuseram veementemente e muitas vezes unilateralmente a todos os aspectos da sua agenda de imigração. As suas derrotas nas eleições de 2024 empurraram alguns membros do partido para a direita numa questão que foi a peça central da campanha de Trump e uma questão importante para os eleitores.
O senador do Arizona Ruben Gallego, um democrata eleito em novembro apesar do sucesso de Trump em seu estado, co-patrocinado o projeto de lei e votou para que ele avançasse na sexta-feira. Ele foi acompanhado por outros democratas de estados fronteiriços e indecisos incluindo o senador do Arizona Mark Kelly os senadores de Nevada Catherine Cortez-Masto e Jacky Rosen o senador da Geórgia Jon Ossoff os senadores de Michigan Gary Peters e Elissa Slotkin os senadores de New Hampshire Maggie Hassan e Jeanne Shaheen e o senador da Virgínia Mark Warner.
“Os habitantes do Arizona conhecem as consequências reais da crise fronteiriça de hoje”, disse Gallego em comunicado na sexta-feira. “Devemos dar às autoridades os meios para agir quando os imigrantes ilegais infringem a lei, para evitar situações como a que ocorreu com Laken Riley.”
Alguns críticos democratas e grupos de aplicação da lei citaram os enormes custos e recursos necessários para implementar o projeto de lei, se aprovado. NPR obtido um memorando do Departamento de Segurança Interna alertando os legisladores que o projeto custaria quase US$ 27 bilhões para ser implementado em seu primeiro ano e “seria impossível para o ICE executar com os recursos existentes”.
Os democratas do Senado votaram esmagadoramente para avançar o projeto semana passadaaproveitando o debate como uma oportunidade para propor alterações ao projeto. Na Câmara, dezenas de democratas juntaram-se a todos os republicanos para aprovar uma versão inicial do projeto de lei este mês. Como o Senado aprovou alterações ao projeto de lei, a Câmara terá de votar a versão final antes de esta ser enviada a Trump para assinatura.
No início desta semana, 61 democratas da Câmara apoiaram um projeto de lei separado que deportaria ou bloquearia a entrada de estrangeiros condenados por abuso sexual ou violência doméstica. Os críticos disseram que a medida era desnecessária porque duplica em grande parte a lei existente.
após a promoção do boletim informativo
Tomados em conjunto, os votos representam vitórias iniciais para os republicanos, que terão uma tríade de governo em Washington quando Trump tomar posse na segunda-feira. Depois de quatro anos a criticar a administração Biden pela forma como lida com a imigração, os republicanos no Congresso estão a deixar claro que pretendem usar as suas maiorias para entregar a Trump os recursos necessários para cumprir a sua promessa abrangente e dispendiosa de deportações em massa numa escala histórica.
Enquanto os senadores votavam na sexta-feira a escolha de Trump para liderar o DHS, a governadora de Dakota do Sul, Kristi Noem, testemunhou ao comitê de segurança interna e assuntos governamentais do Senado que garantiria que os oficiais de imigração tivessem todas as “ferramentas e recursos” necessários para implementar a fronteira de Trump. repressão.
Os defensores da imigração ficaram consternados com o facto de os Democratas terem desempenhado um papel decisivo na entrega a Trump da sua primeira grande vitória legislativa. Antes da votação de sexta-feira, Vanessa Cárdenas, diretora executiva do grupo de defesa da imigração America’s Voice, instou os democratas a não “morderem a isca” lançada pelos republicanos, alertando que a Lei Laken Riley era ao mesmo tempo “má política” e “má política”.
“Os democratas nunca receberão o crédito por votar nisso. O Partido Republicano sempre irá atacá-los”, disse ela, acrescentando: “Os democratas realmente precisam agir juntos, porque mais projetos de lei como esse certamente virão, e eles precisam ter uma estratégia, e então eles precisam fornecer um contraste. E o que eles estão fazendo agora é apenas jogar no território do Partido Republicano.”
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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026Estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizaram oficinas de audiovisual na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A iniciativa ensinou técnicas de produção de vídeos a moradores da reserva, com atividades de roteiro, gravação e edição, para incentivar o registro da história, da cultura e do cotidiano das comunidades.
As oficinas começaram em 6 de outubro e ocorreram em duas escolas: José Siqueira dos Santos, na comunidade Cazumbá, e Francisco Siqueira Moura, no Seguro. As atividades tiveram duração de um dia e meio em cada local e reuniram 20 participantes por comunidade, entre crianças, adolescentes e adultos.
Estudantes do ensino médio, professoras, funcionárias e bolsistas participaram da capacitação na escola José Siqueira dos Santos, localizada no núcleo da reserva.
- Foto: Beatriz Guedes
A formação foi ministrada por sete estudantes do 4º período de Jornalismo da Ufac, que desenvolveram atividades teóricas e práticas de produção audiovisual. Durante as aulas, os participantes aprenderam técnicas de elaboração de roteiros, captação de áudio e imagem, gravação e edição de vídeos. Na etapa prática, dividiram-se em grupos para produzir conteúdos sobre temas relacionados à comunidade.
A equipe foi formada pela professora Aleta Dreves e pelos estudantes Beatriz Oliveira, Islana Wiciuk, Railan Costa, Gabriela Guedes, Lauana Brito, Beatriz Guedes e Joás Linhares.

A atividade integra uma ação de extensão do curso de Jornalismo, desenvolvida em parceria com o projeto Tecendo Teias de Aprendizagem e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Demanda da comunidade
A oficina surgiu a partir de uma solicitação dos próprios moradores da reserva. Segundo a professora Aleta Dreves, responsável pela ação de extensão, a proposta inicial era oferecer uma atividade voltada à fotografia, mas a comunidade manifestou interesse em aprender também técnicas de produção audiovisual.
A intenção é ampliar o acesso ao conhecimento na área e incentivar os moradores a produzir registros sobre a própria realidade. A formação também busca contribuir para a criação de agentes comunicadores na reserva, capazes de compartilhar histórias, tradições e experiências sem precisar sair do território para adquirir esse conhecimento.
“Os objetivos são qualificar a população da Resex para despertar conhecimento nessa área, para que, somada a outras qualificações, possamos formar agentes comunicadores, visando à possibilidade de esses jovens e adultos não precisarem sair de dentro da reserva para obter o conhecimento”, explicou Aleta.
Para adaptar as aulas à realidade dos participantes, a equipe priorizou conteúdos básicos e ferramentas acessíveis, como celulares e tablets.

- Foto: Beatriz Guedes
A proposta também considerou a possibilidade de os moradores utilizarem a internet para aprimorar o aprendizado e divulgar as próprias produções.
Durante as oficinas, os estudantes da Ufac utilizaram exemplos próximos da rotina dos participantes para facilitar a compreensão das técnicas. A produção dos vídeos também permitiu que os moradores escolhessem temas ligados à cultura, ao trabalho e às experiências vividas na reserva.
Beatriz Guedes, uma das universitárias que ministraram as aulas, explicou que o foco foi ensinar a produção de vídeos curtos, desde a gravação até a edição. A proposta é que os participantes utilizem o conhecimento para registrar acontecimentos do cotidiano e desenvolver novas produções por conta própria.
“Estamos trabalhando com produção de audiovisual e tendo uma troca de conhecimento com os alunos. Ensinamos outros modelos, mas o nosso foco é vídeos curtos, para que eles registrem o seu cotidiano e publiquem nas redes sociais”, explicou Beatriz.
Entre os temas escolhidos pelos grupos estão a castanha e as lendas da comunidade. A estudante afirmou que a escolha de assuntos conhecidos pelos moradores ajuda a aproximar o conteúdo das oficinas das experiências de cada participante.
Um dos participantes da oficina é Kairo Siqueira, de 17 anos, que integra um grupo responsável pela produção de um vídeo sobre a seringueira, o látex e o artesanato. Para ele, a oficina permitiu conhecer novas técnicas de gravação e pensar em outras possibilidades de produção de conteúdo.
“Está sendo engraçado e bem produtivo. Nós estamos aprendendo mais sobre as filmagens, sobre as nossas formas de filmagem e sobre várias outras coisas”, relatou o estudante.
Kairo Siqueira, de 17 anos, participou da oficina de audiovisual e pretende utilizar o aprendizado para produzir vídeos próprios.

Kairo pretende aproveitar o aprendizado para criar vídeos sobre jogos, experiências pessoais e atividades realizadas na floresta. Segundo ele, a vontade de gravar já existia, mas a oficina apresentou conhecimentos que podem ajudar a desenvolver essas produções.
A experiência também pode ampliar o uso do audiovisual por quem já tinha contato com a fotografia e a gravação de vídeos. Keven dos Santos, de 19 anos, conta que acompanha registros da reserva desde a infância, quando o pai participava de projetos com fotógrafos de Brasília. Com o tempo, ele próprio passou a gravar momentos do cotidiano e publicar vídeos em uma conta privada.
Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações.

- Foto: Beatriz Guedes
Troca de experiências
Além dos moradores, os estudantes da Ufac também aproveitam a experiência para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Para Railan Costa, as oficinas aproximam os conteúdos teóricos das situações que os futuros jornalistas encontram fora da universidade.
“A gente espera que fiquem boas sementes, pessoas interessadas em ser comunicadoras na questão de reproduzir tudo aquilo que a comunidade tem a oferecer. E que, assim como nós viemos ensiná-los a fazer, eles também possam ensinar as outras crianças, os outros jovens, que também possam somar junto com eles aqui na comunidade”, declarou.
A ação também prevê novas etapas de formação. Segundo Aleta Dreves, estão planejados um curso mais aprofundado de audiovisual em Rio Branco, oficinas de podcast e fotografia, além de uma atividade de fotografia na comunidade, voltada ao registro do artesanato local e à produção de fotografia artística.
Tecendo Teias de Aprendizagem
A oficina de audiovisual faz parte de uma iniciativa mais ampla de extensão universitária desenvolvida na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema. O projeto Tecendo Teias de Aprendizagem surgiu a partir de demandas da própria comunidade por ações nas áreas de educação, saúde e oportunidades para jovens e trabalhadores extrativistas.
Segundo a pedagoga Socorro Siqueira, que atua na coordenação local, o projeto foi elaborado em 2025 e assumido pela Ufac no fim do mesmo ano, como um programa de extensão. As ações começaram a ser executadas no início de 2026 e incluem atividades de apoio à educação, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e produção de materiais pedagógicos para as escolas da reserva.
Para Socorro, a oficina de audiovisual contribui para aproximar os jovens da comunidade dos universitários e incentivar a expressão de suas próprias ideias. A convivência entre os grupos também permite a troca de conhecimentos entre pessoas com experiências diferentes.
“Um dos objetivos é fazer com que os jovens da comunidade se sintam em pé de igualdade, apesar de terem saberes diferentes. Perder a timidez, conseguir expressar-se como eles querem. Então, a comunicação é de fundamental importância para eles poderem conquistar os objetivos que têm”, afirmou a pedagoga.
A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.

- Foto: Beatriz Guedes
Participantes da primeira etapa do projeto na escola Francisco Siqueira Moura.

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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