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Sensações de rochas indianas Bloodywood: ‘O que é mais metal do que defender as pessoas que você ama?’ | Metal

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Sensações de rochas indianas Bloodywood: 'O que é mais metal do que defender as pessoas que você ama?' | Metal

Emma Wilkes

‘CEU SERVIR um prato muito bom chamado Metal Tikka Masala ”, brinca o guitarrista Bloodywood Jayant Bhadula. “É metal, mas com tantas especiarias que sobrecarregará seus sentidos. Você vai Headbang e acabará dançando conosco. ”

Esta é a declaração de missão explícita de uma das bandas mais originais do Metal. Formado em 2016, o Bloodywood Wove as convenções de Nu-Metal com instrumentos indianos tradicionais, o que significa que suas músicas têm a mesma probabilidade de apresentar riffs que são a flauta ou o dhol. O trio-aumentado para uma peça de seis peças no palco-tornou-se sensações virais cobrindo músicas pop e sucessos alternativos no YouTube antes de escrever material original. A partir daí, suas fortunas dispararam. Seu primeiro show foi no Festival de Metal Alemão Wacken Open Air em 2019. Quatro anos depois, eles atraíram uma multidão enorme para o festival de download do Reino Unido, apesar da tarefa complicada de abrir o palco principal no início de um domingo. Mais recentemente, a música deles Fundos-e foi usado em uma sequência de ação fundamental no thriller de ação de Dev Patel.

Mas há um elemento político para mesmo o material mais divertido. Karan Katiyar-co-vocalista ao lado de Raoul Kerr, ausente de nossa ligação devido a uma conexão com a Internet em dificuldades-diz que nas mídias sociais e, mais do que nunca, nos últimos dois anos, ele vê “muito bullying, muito ódio, e eu vejo muitos desconhecidos. Eu também vejo muito disso destinado à etnia, e é por isso que se tornou mais importante para contarmos nossa história. ”

‘Queremos tentar representar todo mundo’ … Jayant Bhadula, Karan Katiyar e Raoul Kerr, de Bloodywood. Fotografia: Shrey Gupta

Bhadula descobriu o heavy metal através de seu primo mais velho, que lhe mostrou a música dos metais viking AMON AMARTH e depois o queimou um CD cheio de clássicos modernos do slipknot ao sistema de um down (influência de ambos os sangramentos na música de Bloodywood). Katiyar tropeçou nele enquanto participava de uma competição de batalha das bandas: “Alguém me jogou em um poço de mosh e eu tive a melhor época da minha vida”.

Bhadula diz que a educação musical em sua Delhi nativa tende a ser boa – “Existem muitos lugares com aulas de guitarra e bateria” – e a consciência do metal é generalizada. “Na escola, quando havia pessoas tocando música, sempre eram as pessoas que tocavam metal que explodiam a mente de todos”, diz Katiyar. No entanto, isso não se traduz em uma cena metal indiana mais ampla. “É estranho entender o fato de que não há um público maior, porque somos um país muito grande”.

Para Metal, diz Bhadula, “a infraestrutura não está apenas faltando em termos de shows, mas também em termos de como a música é promovida. Na Índia, trabalhar na música está basicamente trabalhando em Bollywood, e o Metal não está pagando as contas. ”

Como tal, Bloodywood está agitando a bandeira indiana quase sozinha no mundo do metal. “Adoramos representar nosso país e nossa cultura em nossa música”, diz Katiyar. “Não há pressão, mas uma coisa que nos incomoda às vezes é que não podemos representar todo o nosso país. Existem tantas culturas e tantas línguas; Não consigo nem contar o número de instrumentos que temos. Queremos tentar representar todos o máximo possível. ”

Bloodywood: Nu Dehli – Vídeo

Enquanto a banda é divertida com sua cultura, nomeando o documentário de 2019 Raj contra a máquina e vendendo vinil cor de naanseu popular único gaddaar apoia contra políticos usando a retórica odiosa para se dividir, e eles costumam usar a música para enfrentar a cultura de estupro (uma demonstração de solidariedade diferente de quase qualquer coisa mostrada dos homens no metal). “É uma questão global e algo sobre o qual sentimos muito”, diz Katiyar. “É meio estranho que muitos homens (homens) estejam falando sobre isso; Eu não acho que há muitas coisas que são mais metal do que defender as pessoas que você ama. ”

Seu novo álbum, Nu Delhi, é conspicuamente menos político do que o de 2022 Rakshak. Katiyar ressalta que Rakshak foi lançado na mesma semana que a Rússia invadiu a Ucrânia e, desde então, o mundo entrou em constante e animosidade venenosa. “As pessoas estão muito interessadas em escolher um lado e lutar contra o outro lado”, diz Katiyar, “e acho que as pessoas precisam conversar entre si de uma maneira mais civilizada”.

Assim, a banda optou por combater a toxicidade, estereotipagem e bullying, celebrando histórias de sua terra natal e história. “Estamos tentando tornar o mundo um lugar mais fácil de viver através da música”, diz Katiyar. “Queremos trazer o lado positivo da música para o maior número possível de pessoas.”

Nu Delhi é lançado em 21 de março através da Fearless Records



Leia Mais: The Guardian

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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