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Serra Leoa declara emergência devido ao surto de mpox | Notícias de saúde
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2 anos atrásem
O país da África Ocidental confirmou dois casos de mpox nos últimos dias.
A Serra Leoa declarou uma emergência de saúde pública após dois casos de mpox foram relatados.
O ministro da saúde do país da África Ocidental anunciou a medida na segunda-feira, após a confirmação do segundo caso da doença viral mortal.
“A confirmação de dois casos de mpox no país levou a uma acção imediata, conforme exigido pela Lei de Saúde Pública”, disse o ministro da Saúde, Austin Demby, aos jornalistas na capital, Freetown. “Em nome do governo da Serra Leoa, declaro uma emergência de saúde pública.”
Na semana passada, a Serra Leoa relatou o seu primeiro caso confirmado de mpox desde que o órgão de vigilância da saúde da União Africana declarou uma emergência de saúde pública devido ao crescente surto de mpox no continente. ano passado.
Um segundo caso foi confirmado depois que um homem de 21 anos apresentou sintomas em 6 de janeiro, informou a Agência Nacional de Saúde Pública nas redes sociais.
Nenhum dos casos teve contato recente com animais infectados ou outros indivíduos doentes, disse o Ministério da Saúde e Saneamento.
Apenas o primeiro caso envolveu viagens recentes, limitadas à cidade aeroportuária de Lungi, no norte do distrito de Port Loko, entre 26 de Dezembro e 6 de Janeiro. Ambos os pacientes estão a receber tratamento num hospital em Freetown.
A emergência de saúde pública “permite-nos agir imediatamente para mobilizar os recursos necessários para conter a doença, prevenir uma maior propagação e prestar cuidados às pessoas afetadas”, disse o ministro.
Demby também anunciou o aumento da vigilância e dos testes nas fronteiras, bem como o lançamento de uma campanha nacional de sensibilização. Acrescentou que o sistema médico da Serra Leoa estava pronto para responder aos casos, apontando para a experiência adquirida durante os surtos de Ébola e de COVID-19.
“Pedimos a todos os cidadãos que permaneçam calmos, informados e reportem prontamente quaisquer casos suspeitos às autoridades de saúde”, disse Demby.
MPox é causado por um vírus da mesma família da varíola, manifestando-se por febre alta e lesões na pele, chamadas vesículas.
Também conhecida como varíola dos macacos, foi identificada pela primeira vez pelos cientistas em 1958, quando ocorreram surtos de uma doença “semelhante à varíola” em macacos. Até recentemente, a maioria dos casos humanos ocorria em pessoas da África Central e Ocidental que tinham contacto próximo com animais infectados.
Em 2022, foi confirmado pela primeira vez que o vírus se espalhava através do sexo, uma vez que surtos foram desencadeados em mais de 70 países em todo o mundo que não tinham notificado mpox anteriormente.
A República Democrática do Congo (RDC) suportou o peso da epidemia, com a grande maioria dos cerca de 43.000 casos suspeitos e 1.000 mortes em África este ano.
Há uma década, a Serra Leoa foi o epicentro do surto de Ébola que devastou a África Ocidental numa epidemia que matou cerca de 4.000 pessoas, incluindo quase 7 por cento dos profissionais de saúde do país, entre 2014 e 2016.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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