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Servidores do Inmet cruzam os braços nesta quarta (30) – 30/10/2024 – Cotidiano

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Fábio Pescarini

Funcionários do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) prometem cruzar os braços nesta quarta-feira (30) em protesto contra o que chamam de desmonte do órgão ligado ao Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária).

A paralisação deverá envolver unidades de sete estados, inclusive São Paulo, e do Distrito Federal.

O Inmet, que completa 115 anos no próximo dia 17, é o serviço oficial de meteorologia do Brasil. Suas informações subsidiam diversas políticas públicas, como a Política Nacional de Mudança do Clima, e servem de alerta para órgãos de prevenção a tragédias, como a Defesa Civil.

Recentemente, a Condsef (Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal) enviou um documento ao ministério e ao Palácio do Planalto alertando sobre a paralisação de diversos serviços por causa de orçamento enxuto, entre eles monitoramento meteorológico e atendimento ao público e aos veículos de comunicação.

Na carta, a entidade afirma que o instituto tem o menor orçamento anual de sua história e que o valor é cerca de 25% do necessário para o correto funcionamento.

O orçamento, de acordo com a confederação, que era de R$ 29,1 milhões em 2020, caiu para R$ 11,5 milhões no primeiro semestre deste ano.

“Para os mais diversos setores da sociedade, a demanda é crescente por informações meteorológicas e climatológicas de qualidade, bem como por previsões e alertas antecipados de tempo severo —estes se tornando mais e mais frequentes com as mudanças climáticas. Para suprir tal demanda há que se ter uma estrutura, corpo técnico, investimentos e celeridade compatíveis a um serviço meteorológico de soberania nacional”, diz trecho do documento.

Segundo Ismael José César, diretor da confederação, a situação do Inmet “é dramática”. “Está faltando tudo, desde pessoal a estrutura”, diz ele, que fez carreira no instituto.

Em nota, o governo Lula (PT) afirma que, para tornar o Inmet mais eficiente, o ministério tem trabalhado na reestruturação do instituto e na “construção do planejamento estratégico da instituição”.

Sem citar cortes, a pasta diz que está implementando medidas de ampliação do escopo de atuação do Inmet e de melhora da qualidade de serviços e do quadro de servidores.

A falta de profissionais no serviço público de meteorologia foi mostrada pela Folha há quase um ano. Em dezembro de 2023, o Inmet contava conta com apenas 27 meteorologistas para prever e alertar estados e municípios sobre os reflexos das mudanças climáticas em curso.

A unidade do Inmet que cuida dos serviços de meteorologia nos estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul conta apenas com quatro servidores de carreira e oito terceirizados —eram dez, mas dois foram desligados nesta terça-feira (29).

A previsão é que em 2025 sejam contratados 80 servidores de nível superior concursados, sendo que 40 vagas são para meteorologistas. “Mas é insuficiente para retomar os quadros do instituto”, afirma César, da Condsef.

No documento enviado ao governo, a confederação alerta para o fechamento de estações meteorológicas centenárias reconhecias pela OMM (Organização Meteorológica Mundial) como observatórios climáticos do planeta.

Também relata que estações estão em situação de abandono. “Por falta de servidor para fazer a coleta de dados, estações manuais estão inócuas”, afirma o diretor da confederação.

O governo diz que a compra de 98 novas estações meteorológicas via crédito extraordinário, no valor de R$ 25 milhões, está em processo de finalização.

Em nota, o ministério cita ainda a aquisição, instalação e manutenção de 220 estações meteorológicas automáticas e da sala de monitoramento do clima, no valor de R$ 49 milhões.

No documento enviado ao Mapa, a confederação diz que é “notório o desconhecimento quanto à importância e finalidades distintas das estações convencionais e automáticas”.

“A gestão vem promovendo o fechamento intransigente das estações convencionais, sob a alegação de modernização ou de ‘digitalizar’ a instituição.”

Ainda na nota enviada à reportagem, o ministério ressalta compromisso em manter a operacionalidade necessária para a evolução institucional, técnica e de infraestrutura, “garantindo a continuidade das atividades, atendendo de maneira mais eficiente às demandas nacionais no campo da meteorologia”.



Leia Mais: Folha

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre

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2026.09.24 Visita ao laboratório Charles Mérieux (2).jpg

A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.

O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.

A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Membros da Academia Acreana de Letras visitam a Ufac — Universidade Federal do Acre

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2026.09.25 Visita da Academia Acreana de Letras (2).JPG

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, recebeu membros da Academia Acreana de Letras (AAL), que vieram parabenizá-lo pelo mandato e iniciar as tratativas para fortalecimento da parceria institucional, com incentivo à cultura, à literatura e à extensão acadêmica no Estado. A visita de cortesia ocorreu nesta sexta-feira, 25, na sala de reuniões da Reitoria, campus-sede.

As instituições definiram como encaminhamento a elaboração de um termo de cooperação técnica para aproximar as ações da AAL dos cursos de graduação e das pró-reitorias, com destaque para a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. A parceria busca integrar a universidade aos projetos culturais da academia, além de apoiar a realização de um grande evento comemorativo ao aniversário da AAL, previsto para este ano, entre 29 de outubro e 17 de novembro.

“Recebo a Academia Acreana de Letras com muita gratidão. Vamos aproximá-la dos nossos processos formativos e das nossas ações de extensão”, disse o reitor Josimar Ferreira. “A universidade já planeja lançar um edital na área de cultura por meio da Agência de Inovação e a academia terá um papel central nesse contexto.”

O presidente da AAL, José Dourado de Souza, ressaltou a relevância da aproximação com a Ufac. “Ficamos muito felizes em prestar essa homenagem ao reitor Josimar, uma pessoa de muita experiência e aberta ao diálogo. A academia busca esse apoio institucional e de materiais para continuar promovendo eventos culturais e ações nas escolas.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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