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Setenta e cinco infectados à medida que aumentam os casos de surto de E. coli nos EUA ligado ao McDonald’s | McDonald’s
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Guardian staff and agency
A Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA disse na sexta-feira que 75 pessoas já haviam sido infectadas pelo E. coli surto ligado aos hambúrgueres de um quarto de libra do McDonald’s, à medida que o número de adoecidos pela doença bacteriana continua a aumentar.
E os Centros de Controlo e Prevenção de Doenças (CDC) alertaram na sexta-feira: “O verdadeiro número de pessoas doentes neste surto é provavelmente muito superior ao número relatado, e o surto pode não estar limitado aos estados com doenças conhecidas”.
A atualização sinalizou uma escalada do surto de intoxicação alimentar a partir do relatório anterior do governo, de que as infecções até agora mataram uma pessoa, adoeceram 49 e hospitalizaram 10 nos EUA. O surto afetou principalmente o oeste e o centro-oeste dos EUA após primeiro emergente em Colorado.
Na quinta-feira, dedos foram apontados consideramos as cebolas frescas como a possível fonte da bactéria mortal, e não a carne do hambúrguer, como seria de esperar.
A FDA disse então que 22 pessoas das 61 sobre as quais havia informações disponíveis foram hospitalizadas. Dois deles desenvolveram síndrome hemolítico-urêmica, uma doença grave que pode causar insuficiência renal.
O E. coli Diz-se que a cepa que causou a morte de uma pessoa causa “doença muito grave”, especialmente em idosos, crianças e pessoas imunocomprometidas.
As descobertas iniciais do FDA, assim como da empresa, mostraram que as cebolas em fatias usadas no quarto de libra foram a provável fonte do surto e foram fornecidas por um único fornecedor que atende três centros de distribuição.
A Taylor Farms foi a fornecedora dos locais afetados e o McDonald’s iniciou um recall voluntário, disseram a empresa e a agência. O fornecedor também fez recall de vários lotes de cebola amarela produzidos em um Colorado instalação.
O McDonald’s disse na noite de sexta-feira que cebolas das instalações da Taylor Farms no Colorado foram distribuídas para cerca de 900 de seus restaurantes no Colorado, Kansas, Wyoming e partes de outros estados da região.
A empresa disse que também decidiu interromper o fornecimento de cebolas nas instalações indefinidamente.
O McDonald’s retirou o item de um quarto de libra de seu cardápio em locais no Colorado, Kansas, Utah e Wyoming e em partes de Idaho, Iowa, Missouri, Montana, Nebraska, Nevada, Novo México e Oklahoma. Estes representam um quinto dos seus 14.000 restaurantes nos EUA. As ações da maior rede de hambúrgueres do mundo caíram 2% na manhã de sexta-feira.
O CDC também afirmou no seu alerta: “Isso ocorre porque muitas pessoas se recuperam sem cuidados médicos e não são testadas para E. coli. Além disso, doenças recentes podem ainda não ter sido notificadas, pois normalmente leva de 3 a 4 semanas para determinar se uma pessoa doente faz parte de um surto.”
Surtos anteriores da doença bacteriana prejudicaram as vendas em grandes restaurantes de fast food, já que os clientes evitam as redes afetadas.
Devido às ações tomadas pelo McDonald’s e pela Taylor Farms, o risco para o público é muito baixo, disse o CDC.
A Yum Brands disse na quinta-feira que estava removendo cebolas frescas dos cardápios “por muita cautela” em algumas de suas redes KFC, Pizza Hut e Taco Bell.
A Restaurant Brands International, empresa-mãe do Burger King, rival do McDonald’s, retirou as cebolas do seu menu em pelo menos um ponto de venda no Colorado, o estado no centro do surto do McDonald’s.
“A empresa nos disse para não usar cebolas no futuro próximo”, disse Maria Gonzales, gerente de plantão de um Burger King em Longmont, Colorado, na quarta-feira. “Eles estão fora do nosso cardápio.”
As doenças causadas pelos itens do McDonald’s começaram em datas que vão de 27 de setembro a 10 de outubro.
Relatórios contribuídos pela Reuters
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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