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Shocking revelations about teens in redacted TikTok documents : NPR

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People work inside the TikTok Inc. building in Culver City, Calif., on March 11.

Damian Dovarganes/AP


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Damian Dovarganes/AP

Kids as young as 15 were stripping on TikTok’s live feature fueled by adults who were paying for it.

That’s what TikTok learned when it launched an internal investigation after a report on Forbes. Officials at TikTok discovered that there was “a high” number of underage streamers receiving a “gift” or “coin” in exchange for stripping — real money converted into a digital currency often in the form of a plush toy or a flower.

This is one of several disturbing accounts that came to light in a trove of secret documents reviewed last week by NPR and Kentucky Public Radio. Even more troubling was that TikTok executives were acutely aware of the potential harm the app can cause teens, but appeared unconcerned.

The information came after a more than two-year investigation into TikTok by 14 attorneys general that led to state officials suing the company on Tuesday.

Here are a few more of the most serious, and previously unreported, allegations against TikTok, the wildly popular app that is used by around 170 million people in the U.S.

You can be “addicted” in under 35 minutes, or 260 videos

TikTok quantified the precise amount of viewing it takes for someone to form a habit: 260 videos.

Kentucky authorities note that while it might seem a lot, TikTok videos can be just a few seconds long.

“Thus, in under 35 minutes, an average user is likely to become addicted to the platform,” the state investigators concluded.

TikTok’s algorithm prioritizes beautiful people

When TikTok’s main video feed saw “a high volume of … not attractive subjects” filling everyone’s screens, the app rejiggered its algorithm to amplify users the company viewed as beautiful, according to an internal report viewed by Kentucky investigators.

In fact, TikTok’s documents showed it went so far as to tweak its algorithm to reduce the visibility of people it deemed not very attractive and “took active steps to promote a narrow beauty norm even though it could negatively impact their Young Users,” the Kentucky authorities wrote in the previously redacted documents.

Limits on TikTok use barely had an impact

The app lets parents set time limits on their kids’ usage that range from 40 minutes to two hours per day. TikTok even created a tool that set the default time prompt at 60 minutes per day to combat excessive and compulsive use of the social media app.

After tests, TikTok found the tool had little impact – accounting for just about a minute and a half drop in usage, from around 108.5 minutes per day to 107 minutes with the tool. According to the complaint, TikTok did not revisit this issue.

One document shows one TikTok project manager speaking s candidly about the time-limit feature’s real goal: “improving public trust in the TikTok platform via media coverage,” the TikTok employee said. Our goal is not to reduce the time spent.”

95% of smartphone users under 17 use TikTok

A presentation shown to top company officials revealed that an estimated 95% of smartphone users under 17 used TikTok at least once a month. This led a company staffer to state that it had “hit a ceiling among young users.”

TikTok viewed itself as being in an “arms race for attention,” according to a 2021 internal presentation.

An internal document about users under 13 instructed moderators to not take action on reports on underage users unless their bio specifically states they are 13 or younger.

Under federal law, social media companies cannot collect data on children under 13 unless the companies have explicit consent from parents.

Compulsively using TikTok interferes with kids’ normal lives

The documents show that TikTok was aware that it “interferes with essential personal responsibilities like sufficient sleep, work/school responsibilities, and connecting with loved ones.”

One unnamed TikTok executive put it in stark terms, saying the reason kids watch TikTok is because the power of the app’s algorithm keeps them from “sleep, and eating, and moving around the room, and looking at someone in the eyes.”

Response from TikTok, senators and a watchdog group

On Thursday, TikTok spokesman Alex Haurek criticized NPR for reporting on information that is now under a court seal, claiming the material “cherry-picks misleading quotes and takes outdated documents out of context to misrepresent our commitment to community safety.”

Some advocacy groups, however, welcomed the disclosures.

The Oversight Project, a social media watchdog group, said that TikTok has not been honest about how safe children are on the app. “These unredacted documents prove that TikTok knows exactly what it’s doing to our kids – and the rot goes all the way to the top,” the group wrote on X.

Also on Friday, a bipartisan pair of senators Richard Blumenthal (D-Conn.) and Marsha Blackburn (R-Tenn.) wrote a letter to TikTok asking the company to turn over “all documents and information” related to disclosures about child safety on the app, citing NPR’s report.

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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac entrega computadores para coordenações de PPGs — Universidade Federal do Acre

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Entrega de notebooks e PCs (2).jpg

A Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação (Proppi), da Ufac, entregou notebooks e computadores para as coordenações e as secretarias dos programas de pós-graduação (PPGs) da instituição. A solenidade ocorreu nesta sexta-feira, 28, no auditório da Pró-Reitoria de Graducação, campus-sede. Na ocasião, foram abordadas pautas como a liberação de mais de R$ 400 mil em recursos do Programa de Apoio à Pós-Graduação, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior.

“A pesquisa e a pós-graduação foram a base que me consolidaram na gestão universitária. Queremos dialogar com os coordenadores para atender às demandas de pessoal, de espaço e de ajuste de fluxo”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Trataremos com a mesma atenção os mestrados acadêmicos, os mestrados profissionais e os programas em rede. Isso é uma condição mínima de trabalho para cada programa no seu dia a dia.”

Para o pró-reitor de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação, Dionatas Meneguetti, a medida visa fortalecer a infraestrutura de apoio à produção científica e tecnológica regional. “São equipamentos novos, com boa configuração, que vão dar suporte aos coordenadores comandarem esses programas tão necessários para o desenvolvimento da pesquisa, da inovação e da pós-graduação em nossa região”, comentou.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Ufac propõe criação do curso de Psicologia no campus Floresta — Universidade Federal do Acre

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Reunião no DF-2026.08.25 (2).jpeg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com o secretário de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Marcus Vinícius David, e a equipe da Secretaria de Educação Superior (Sesu), nessa terça-feira, 25, em Brasília. A pauta foi a formalização da proposta de criação do curso de Psicologia no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A expectativa da universidade é de que o curso possa ser ofertado a partir de 2027.

O reitor destacou que o Vale do Juruá não dispõe de formação superior com esse perfil e que profissionais que atuam na região muitas vezes vêm de Rio Branco ou de outros Estados. A avaliação da gestão é de que existe demanda por psicólogos tanto no atendimento pelo Sistema Único de Saúde quanto no setor privado.

A criação do curso integra as possibilidades do Programa Universidades Transformadoras e, de acordo com o reitor, foi uma das demandas apontadas durante o processo eleitoral da atual gestão “Seria uma oportunidade para os filhos, os jovens que estão saindo do ensino médio, que têm o sonho de caminhar nessa área da saúde e se formar em Psicologia”, pontuou Josimar.

Na agenda com o MEC, também foram apresentadas outras demandas da universidade. O reitor convidou formalmente Marcus Vinícius David para conhecer o campus Floresta e visitar obras da Ufac vinculadas ao Programa de Aceleração do Crescimento no campus Fronteira, em Brasileia.

Nesta quarta-feira, 26, Josimar também participou da 188ª Reunião Extraordinária do Conselho Pleno da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), realizada na sede da entidade, em Brasília. A participação integrou a agenda institucional da Ufac na capital federal.



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