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Cotidiano

Show TIM Pré Top Apresenta: Luan Santana lota Centro de Tradições Nordestinas

Luanna, Colaboradora do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Protagonista da nova campanha do pré-pago da TIM, o cantor se apresentou na última sexta-feira, dia 25/01, em São Paulo

Luan Santana comandou a festa no Centro de Tradições Nordestinas (CTN) de São Paulo na última sexta-feira, 25, com o show TIM Pré Top Apresenta: Luan Santana. Patrocinado pela TIM, operadora que tem a música e o entretenimento no centro da estratégia de comunicação, o evento ficou lotado de fãs cantando sucessos como “Meteoro”, “Cê Topa”, “Tudo que você quiser”, entre outros. A apresentação contou ainda com shows da cantora sertaneja Fernanda Salgado e o funkeiro MC Kekel.

“Foi uma honra cantar no aniversário de São Paulo comemorando junto com a comunidade nordestina, que é um povo que tanto contribui para o desenvolvimento desta que é uma das maiores metrópoles da América Latina. São Paulo é uma cidade que abraça pessoas de todos os lugares do Brasil e do mundo e foi muito simbólico para mim poder contar com a parceria da TIM neste show, mostrando que é uma operadora verdadeiramente comprometida com a conectividade e a evolução”, vibrou o cantor. 

Luan Santana é a mais nova estrela da música brasileira a se juntar à TIM como garoto-propaganda da nova oferta de pré-pago da operadora: o TIM Pré Top. O plano oferece navegação ilimitada no WhatsApp, Facebook, Twitter e Messenger, ligações ilimitadas para qualquer operadora do Brasil e pacote de internet de 2GB para usar como quiser, válido por duas semanas, para recargas de R$20. A campanha da oferta, assinada pela WMcCann e pela CUBOCC, foi lançada no início deste ano, com a participação de Luan Santana, que, pela primeira vez, protagoniza um filme da operadora. O cantor é muito ativo nas redes sociais, tem um carisma indiscutível e fala diretamente com os consumidores da TIM, o que ajuda a estreitar ainda mais o vínculo com os clientes.

TIM e Música

A aposta da TIM na música faz parte da história da construção da marca no Brasil e tem como destaque a realização do TIM Festival e do Prêmio TIM de Música, entre os anos de 2003 e 2008. Em 2017, a companhia deixou o tema ainda mais presente na sua estratégia de comunicação com os consumidores. São exemplos as campanhas com a dupla Simone & Simaria e a canção exclusiva “De Tudo” para falar sobre o plano TIM Pré; a ação do TIM Black estrelada pelo alemão Sven Otten, famoso na Europa pelos seus movimentos ao som do ritmo dubstep; o filme do TIM Controle, que já contou com o grupo de dança Light Balance e canção inédita do DJ Bruno Martini e, a mais recente campanha com o hit de sucesso de Ludmilla, o “Din Din Din”, ganhou uma nova versão para anunciar o novo TIM Controle. Além disso, a TIM foi a primeira entre as operadoras de telefonia móvel a incluir música nas ofertas com o serviço de streaming em parceria com a Deezer, desde o início de 2015. Fonte: Assessoria TIM. 

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BRASIL

Mais policiais se suicidam no país do que morrem em confrontos

Juruá em Tempo, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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O número de policiais que cometeram suicídio no Brasil em 2018 (104) foi maior que a quantidade que morreu em decorrência de confronto nas ruas (87), enquanto estavam em serviço. Para especialistas, o volume de suicídios acende um alerta sobre a necessidade de as corporações prestarem melhor assistência à saúde mental dos agentes. O estresse inerente à função policial e conflitos institucionais, como assédio moral, são apontados pela Ouvidoria da Polícia de São Paulo como fatores que, em conjunto com outros, podem contribuir para essas mortes.
A Ouvidoria divulgou relatório em que analisa os suicídios de policiais cometidos no Estado de São Paulo em 2017 e 2018 – os dados nacionais são do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgados neste mês. O estudo paulista compila os registros para detalhar informações como o perfil da vítima, além de ter conversado com parentes e amigos para entender o contexto em que a morte aconteceu. O órgão chama a atenção para a alta taxa de suicídio entre policiais, que é de 23,9, enquanto no total da população o número é de 5,8 por 100 mil habitantes.
Os números mostram que o suicídio é a principal causa de morte dos policiais civis paulistas, superando as mortes decorrentes de confronto em serviço e de folga. Na Polícia Militar, as autolesões fatais representam a segunda maior causa de morte, atrás dos assassinatos sofridos na folga, mas à frente dos óbitos ocasionados por confrontos em serviço. “A pesquisa aponta que há necessidade de ampliar o suporte à saúde mental dos policiais em São Paulo”, disse o ouvidor, Benedito Mariano. O jornal O Estado de S. Paulo mostrou neste mês que, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 90% dos casos de suicídio estão associados a distúrbios mentais e, portanto, podem ser evitados com o tratamento certo.

O estudo paulista elenca oito fatores que, em conjunto, podem contribuir para esses casos. São eles: estresse inerente à função policial; falta de suporte de serviço de saúde mental; depressão; conflitos institucionais; conflitos familiares e problemas financeiros; isolamento social, rigidez e introspecção; subnotificação de tentativas de suicídio; e fácil acesso a arma.
Os pesquisadores destacam que, corriqueiramente, os pensamentos suicidas estão associados a problemas da saúde mental, como depressão. Mas é o estresse inerente à função policial que é citado com destaque nessa lista de fatores. “O policial deve começar a lidar com isso já na academia e tem de existir um programa que o acompanhe ao longo da carreira. Não adianta só dar viatura, armamento e uniforme e não cuidar da saúde mental”, apontou Mariano.
A psicóloga Beatriz Brambilla, do Conselho Regional de Psicologia de São Paulo, reforça que não é uma única dimensão que produz a motivação das vítimas. “A ideia do multicausal é que se possa compreender o fenômeno na totalidade. Então a pessoa que está em sofrimento não está assim por uma questão interna ou porque ela tem uma fragilidade ou inadaptação. Temos de compreender que há questões que são do sujeito, mas que há questões sociais.”
Resiliência
O soldado Antônio Figueiredo Sobrinho, de 56 anos, tinha três anos e meio de carreira na Polícia Militar quando reagiu a uma tentativa de assalto no comércio onde realizava um “bico” de segurança. Correu atrás do assaltante, mas não percebeu que um comparsa estava nas suas costas. Foi baleado e ficou paraplégico.
Acostumado à ideia de ser um herói para os filhos e de prover a sua família, viu-se muito abalado depois do caso, pois se enxergava como um fardo para os que tentavam ajudá-lo a se adaptar e a vencer as barreiras. “Por duas vezes tentei suicídio. Coloquei a arma na cabeça e o dedo no gatilho. Não queria mais viver porque pensava que meus filhos não precisavam de um pai aleijado”, disse ao jornal.
Desistiu da ideia e trilhou o caminho contrário, passando a ajudar aqueles que enfrentavam os mesmos problemas que ele. Sobrinho ajudou a criar a Associação de Policiais Portadores de Deficiência, que conta hoje, segundo ele, com mais de 23 mil associados. Lá, uma série de serviços é oferecida, de doação de cadeira de roda à assistência psicológica. “Fazemos um trabalho de integração daquele policial de volta à sociedade.”
Em nota, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo disse que as recomendações da Ouvidoria (mais informações nesta página) serão avaliadas pelas áreas técnicas da pasta. Disse que as polícias do Estado “contam com sistemas de apoio e atendimento psicológico aos seus agentes”. Além disso, a Corregedoria e a Academia também oferecem atendimento psicológico aos agentes. “Sempre que necessário, os casos são encaminhados ao Departamento de Perícias Médicas do Estado (DPME) para avaliação.”
Presidente do Conselho Federal de Psicologia, Rogério Giannini disse que a reflexão sobre a saúde mental do policial beneficia a corporação e toda a sociedade. “A pesquisa de certo modo contribui com a ideia de humanização da polícia. O policial é um ser humano que tem as vicissitudes de qualquer ser humano.”
Frustração
A auditora fiscal do trabalho aposentada Maria Aparecida Almeida Dias de Souza, de 70 anos, ainda reflete sobre as razões que levaram a irmã, a delegada Maria Cássia Almeida Almagro, a tirar a própria vida, em julho de 2015, aos 54 anos. “Podem ter havido outros motivos, mas é certo que havia uma insatisfação muito grande com a profissão. Ela vivia uma frustração de não poder realizar aquilo que achava que devia fazer.” A delegada foi encontrada morta em sua casa, em um condomínio de Sorocaba, com ferimento à bala. A perícia indicou que ela havia se suicidado.
Maria Aparecida conta que a irmã enfrentava problemas familiares, pois seu segundo casamento havia terminado e o único filho tinha se mudado para os Estados Unidos. No dia anterior à morte, Cássia esteve na casa da irmã e falou de um curso que estava fazendo na área policial. “Ela não demonstrou nada, estava feliz, cheia de planos.”
A presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia de São Paulo, Raquel Kobashi Gallinati, classificou a rotina do policial civil no Estado como “estafante”. “Sabemos que a profissão internacionalmente é ligada a maior índice de suicídio. Atuamos sob pressão e tendo de gerenciar crises a todo instante em situações adversas.”
Sugestões
O relatório da Ouvidoria termina com 11 recomendações de melhorias. À Polícia Militar, o órgão recomenda a criação de mais 75 núcleos de assistência psicossocial, o que cobriria quase todos os batalhões. Hoje, são 35 núcleos.
Além disso, a Ouvidoria pede que o tema da saúde mental seja incluído nas preleções diárias das unidades e nos treinamentos. Para a Polícia Civil, o órgão recomenda a implementação urgente de um programa de saúde mental e contratação de psicólogos para a atividade

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ACRE

Feriado do Dia do Bancário: agências bancárias do Acre não abrem nesta quarta

Luanna, Colaboradora do Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Por conta do Dia Estadual do Bancário, as agências não abrem as portas nesta quarta-feira (28). Este é o primeiro ano que todas as agência bancárias do Acre aderem ao feriado estadual, até então, apenas Rio Branco e Cruzeiro do Sul tinham decretos municipais de feriados nesta data.
A Lei 3.247, que cria o Dia do Bancário foi criada em abril 2017, mas o feriado foi decretado pelo governador Gladson cameli em agosto deste ano.
Os bancos voltam a abrir as portas normalmente na quinta-feira (29).

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