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Sinais Live, Laugh, Love: a pior tendência de interiores de todos os tempos? | Interiores

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Guardian Staff

Nome: Placas “Viva, Ria, Ame”.

Idade: Cerca de 15 anos.

Aparência: Apenas as coisas mais horríveis que você já viu.

Ei, firme. Tenho uma placa “Viva, ria, ame” na minha sala de estar. Então você é uma pessoa horrível e de mau gosto.

Isso é subjetivo. Quero dizer, houve uma pesquisa sobre isso e tudo mais. Você vai discutir com uma pesquisa?

Não, suponho que não. Bom. Uma empresa de tecidos pediu a 2.000 pessoas o escolhas de decoração para casa isso lhes deu a maior irritação, e 31% responderam com “Um sinal de Viva, Rir, Amar”.

Então esse é o maior infrator? Na verdade, não. A pior coisa foi um banheiro colorido, e o segundo foi um tapete com estampa de leopardo, mas a placa está em terceiro lugar.

O que mais está na lista? Ah, você sabe, tetos Artex, capas fofas de assento de vaso sanitário, cortinas de rede, uma placa de “Cuidado com o cachorro”.

Mas e se você tiver um cachorro que as pessoas deveriam tersabe? Azar, eles simplesmente terão que ser mordidos em pedaços. Em vez disso, do que parecer um pouco chato na frente de 2.000 estranhos escolhidos arbitrariamente.

De volta à questão “Viva, ria, ame”. Se for necessário.

O que há de errado com isso? Originalmente, nada. Acredita-se que o termo seja uma versão abreviada do poema de Bessie Anderson Stanley de 1904 Sucessoque começa: “Alcançou o sucesso aquele que viveu bem, riu muitas vezes e amou muito”.

Ver? Lindo. Há também a frase “viva, ame, ria e seja feliz” da música Quando o Vermelho, Robin Vermelho (Vem Bob Bob Bobbin’ Along), popularizado por Al Jolson. Até James Joyce usou uma versão da fala de Anderson Stanley em Finnegans Wake: “Eles viveram e riram e o fim amado foi embora.”

Todas essas são obras culturais importantes. Sim, mas você não colocou a placa na sua sala porque gosta de Finnegans Wake, não é? Você colocou isso aí porque só é capaz de expressar as emoções mais básicas da maneira mais condescendente e simplista. Aposto que você também tem uma placa de “Mantenha a calma e siga em frente”, não é?

Não. Oh.

Mas eu tenho um “Mantenha a calma e beba café” caneca. O que há de errado com você?

O que há de errado com você? Não é bom poder viver, rir e amar? Não agora que ouvi como você decora sua casa, não.

Afinal, a decoração da casa não é cíclica? Agora que “Live, Laugh, Love” saiu de moda, não é apenas uma questão de tempo até que fique legal de novo? Talvez como uma parede adesiva adesivo? Com várias fontes? Não. Eu não vou deixar isso acontecer. A história existe para nos impedir de repetir erros tão trágicos.

Diga: “Deite no lixo a sua placa de ‘Viva, ria, ame’.”

Não diga: “Sua placa ‘In This House We Do Hugs’ ainda é extremamente legal.”



Leia Mais: The Guardian

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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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