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Sindmed-AC entrará com ACP por mais segurança nos hospitais
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5 anos atrásem
O setor jurídico do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) protocolará uma Ação Civil Pública (ACP) para pedir na Justiça que o governo do estado seja obrigado a disponibilizar segurança nos hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). A proposta da diretoria da entidade é que os servidores possam trabalhar em paz, sem ameaças, sem agressões e sem invasões de membros de facções.
O presidente do Sindmed-AC, Guilherme Pulici, afirmou que a medida será adotada depois de diversas tentativas frustradas em negociar com os gestores para que haja maior vigilância. Para piorar, a Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre) deixou de pagar o contrato com a empresa de segurança patrimonial, no último mês, resultando na demissão coletiva de trabalhadores, o que agravou ainda mais a crise.
“Queremos a resolução imediata do problema! Tivemos as agressões por membros de uma facção aos trabalhadores do hospital de Xapuri, e situações como essas não podemos mais tolerar”, criticou o representante dos médicos.
Como parte das atividades sindicais, Guilherme Pulici reuniu-se com o presidente do Sindicato dos Vigilantes do Acre, Nonato Santos, para traçar estratégias de atuação nos próximos dias, o que poderá incluir protestos. É aguardada a adesão dos sindicatos da saúde.
“Os pacientes e os servidores são vítimas dessa violência, então é preciso união de todos para obrigar o governo a oferecer uma resolução para o problema. Não é possível que tenhamos uma resposta apenas após a morte de mais um trabalhador”, finalizou o presidente do Sindmed.
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Os professores Francisco Passos e Marta Adelino conduziram a atividade, compartilhando conhecimentos e experiências com os estudantes, estimulando reflexões sobre o futuro profissional e o papel da inovação na construção de novas oportunidades. A instrutora de aprendizagem do CIEE, Mariza da Silva Santos, também acompanhou os participantes na ação, destacando a relação entre formação acadêmica e experiências no mundo do trabalho.
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O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
“O trabalho é fruto de cooperação entre três universidade públicas brasileiras, reforçando o papel estratégico dessas instituições na produção científica e no desenvolvimento de soluções aplicadas à gestão ambiental”, destacou Rafael Coll Delgado.
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