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Sob ataque, o alemão Thomas Tuchel assume o comando da seleção masculina da Inglaterra
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2 anos atrásem
E se desta vez pudesse ser o certo? Que, finalmente, quarenta anos depois, «está voltando para casa», isto quer dizer que a selecção inglesa de futebol masculino está a recuperar o caminho do sucesso numa grande competição internacional?
O ano de 2025 apenas começou e os torcedores dos Três Leões já estão de olho no próximo: 2026 e uma Copa do Mundo que será co-organizada de 11 de junho a 19 de julho pelo Canadá, Estados Unidos e México. Com a esperança de conquistar esta segunda estrela que a seleção inglesa persegue desde 30 de julho de 1966 e a final vitoriosa, no Estádio de Wembley, em Londres, frente à Alemanha Ocidental (4-2).
Ironicamente, é justamente a um alemão que a federação nacional (Football Association, FA) confiou esta perigosa missão, o bávaro Thomas Tuchel, 51, que assume oficialmente o comando da equipe na quarta-feira, 1º.é Janeiro.
Sob o mandato do seu antecessor, Gareth Southgate, no cargo desde 2016, os Três Leões aproximaram-se do Santo Graal, sem nunca o compreenderem: quarto lugar no Campeonato do Mundo de 2018 – então o seu melhor desempenho em vinte e oito anos – e Finalistas do Euro 2021 e 2024.
16 de julho, dois dias após a derrota de suas tropas contra a Espanha (2-1) no final do Campeonato Europeu das Nações, o treinador anunciou sua demissão ; o interino foi confiado a Lee Carsley, treinador júnior, enquanto a federação realizava a sua campanha de recrutamento no maior sigilo.
“Tudo farei para respeitar este papel e este país”
No país que o viu nascer e que inventou as regras em 1863, o futebol é necessariamente um negócio sério e a escolha da FA de nomear um estrangeiro para chefiar a selecção masculina levantou algumas sobrancelhas. UM “insulto”escreveu o tablóide O Correio Diárioem reação a esta decisão, em meados de outubro, julgando que “O futebol internacional deve ser o melhor de nós contra o melhor deles”.
Antes de Thomas Tuchel, apenas dois não-ingleses ocuparam o cargo, o sueco Sven-Goran Eriksson (2001-2006) e o italiano Fabio Capello (2007-2012). A recepção já havia sido fria na mídia local.
Numa conferência de imprensa no outono, o alemão respondeu às críticas sem perder o sorriso, garantindo que poderia “para entender” que alguns teriam preferido ver o cargo confiado a um compatriota.
“Lamento ter apenas passaporte alemão, mas talvez os torcedores possam sentir minha paixão pela Premier League (o campeonato inglês)minha paixão por este país, como gosto de viver e trabalhar aqui »declarou ele, antes de pedir que fosse “dê uma chance”. “Farei tudo para respeitar este papel e este país, (…) todos podem ter certeza disso, independentemente da minha nacionalidade. »
Uma passagem de sucesso pelo Chelsea
Thomas Tuchel, que nunca dirigiu uma seleção nacional, mas atuou, entre outros, no Borussia Dortmund (2015-2017), Paris Saint-Germain (2018-2020) e Bayern de Munique (2023-2024), ainda goza de boa reputação através do Canal. Em questão: sua passagem pelo banco londrino do Chelsea (2021-2022), coroada com uma Liga dos Campeões, quatro meses após sua chegada, às custas do Manchester City de Pep Guardiola (1-0). Com os Blues, o bávaro também conquistou a Supertaça Europeia e o Mundial de Clubes.
Em sua busca pelo sucesso com os Três Leões, ele será apoiado por Anthony Barry, que foi seu assistente no Bayern de Munique e com quem trabalhou no Chelsea. Este natural de Liverpool já teve a oportunidade de treinar na seleção com o espanhol Roberto Martinez, pela Bélgica e depois por Portugal.
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Inglaterra vai jogar sua qualificação para a Copa do Mundo de 2026 no grupo Kenfrentando Sérvia, Albânia, Letônia e Andorra. E que Thomas Tuchel fique tranquilo, o torcedor inglês, por mais mal-humorado que esteja, tem memória curta em caso de vitória. Basta perguntar à holandesa Sarina Wiegman, celebrada como não poderia deixar de ser após a vitória da seleção feminina na final do Euro 2022. Desde que chegue em casa…
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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5 dias atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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