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Sobrecarregada, mãe de autista severo pede socorro para filho que quebra tudo em casa durante crises. Doe na vaquinha
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1 ano atrásem
Dona Wilma é mãe de um garoto de 10 anos, autista severo com grau 3 de suporte, que quebra tudo em casa quando está em crise. Já feriu a própria mãe. Ela vive no Recife e precisa muito da nossa ajuda. – Foto: arquivo pessoal
Dona Wilma tem vivido dias de desespero. Moradora de Recife (PE), ela é mãe solo do Neemias, de 10 anos, um garoto autista severo, com nível 3 de suporte. O garoto precisa de atenção 24 horas por dia e, quando entra em crise, se machuca, tenta tirar a própria vida e quebra tudo dentro de casa. A situação ficou ainda mais grave depois que parte do teto caiu com a chuva e a casa deles ficou alagada.
Sem conseguir trabalhar por causa dos cuidados constantes com o filho, a única renda da família é o benefício de Neemias, que mal dá para o básico. A rotina pesada, os surtos violentos do menino e a falta de apoio têm deixado Dona Wilma no limite. Ela enfrenta uma depressão profunda e já pensou em tirar a própria vida.
Agora, sem móveis, com o colchão molhado no chão e o telhado para consertar, essa mãe sobrecarregada está pedindo socorro. Uma vaquinha foi criada para ajudá-los a recuperar o que perderam e seguir em frente com dignidade. A sua doação pode fazer toda a diferença! “Eu sou mãe solo, não tenho ninguém. Faço tratamento, mas tem hora que não consigo me controlar e dá vontade de fazer besteira com a vida”, disse em entrevista ao Só Notícia boa. Assista ao vídeo abaixo.
Crises violentas e tentativas de suicídio
Neemias faz tratamento pelo SUS e segue tudo direitinho, mas quando entra em crise, a situação foge do controle. Sem rede de apoio, Dona Wilma é quem precisa contê-lo sozinha — o que é quase impossível.
Recentemente, durante uma crise, o menino quebrou a televisão, jogou o ventilador na cabeça da mãe e ela precisou levar pontos. Em outras ocasiões, Wilma teve que correr com o filho para a emergência porque ele tentou se matar cortando o próprio corpo.
“Ele se corta todo na crise. Constantemente eu tenho que socorrer ele porque tenta se matar”, contou em entrevista ao Só Notícia Boa.
Mãe sem apoio, saúde mental abalada
A rotina tem sido tão difícil que Dona Wilma enfrenta hoje uma depressão grave, síndrome do pânico e transtorno de ansiedade generalizada. Ela faz tratamento psiquiátrico, mas confessa que, em alguns momentos, a dor é tanta que pensa em desistir da vida.
Sem ninguém para ajudar, tudo recai sobre ela: cuidar do filho, tentar manter a casa de pé, lidar com as crises e, ainda por cima, enfrentar a própria saúde mental em frangalhos.
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Dormindo no chão
Como se tudo isso já não fosse pesado o suficiente, parte do gesso do teto caiu e, com as chuvas, a água invadiu a casa. O colchão fininho onde dormiam ficou encharcado, e eles estão dormindo no chão.
A cama foi quebrada em uma das crises de Neemias e outros móveis também foram destruídos. Agora, mãe e filho estão praticamente sem nada, vivendo em condições extremamente precárias.
“O colchão tá encharcado. A gente tá dormindo no chão porque ele quebrou a cama”, contou a mãe, em lágrimas.
Para onde vai a sua doação?
O valor arrecadado com a vaquinha será usado para:
- Consertar o telhado da casa;
- Comprar um novo colchão e cama;
- Ajudar com os custos dos medicamentos e tratamentos de Neemias;
- Comprar alimentos – já que o menino tem seletividade alimentar severa;
- Repor os móveis e itens que se perderam na enchente e nas crises.
A sua ajuda é mais do que bem-vinda — é necessária! Essa mãe pede socorro por ela, pelo filho e pela vida dos dois.
Doe pela conta Pix e-mail:
wilma@sovaquinhaboa.com.br
ou clique aqui para doar na vaquinha.
Espalhe essa história para quem puder ajudar!
Juntos, podemos dar um pouco de paz e dignidade para quem só quer continuar lutando.
Assista ao vídeo:
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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4 horas atrásem
26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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