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Soldado de Israel mirado pela Justiça no Brasil diz que fugir foi ‘tiro no coração’ – 08/01/2025 – Mundo
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2 anos atrásem
Victor Lacombe
O soldado de Israel Yuval Vagdani, alvo da Justiça brasileira depois de ser acusado de crimes de guerra, disse nesta quarta-feira (8) à imprensa de seu país que ser forçado a fugir do Brasil “foi como tomar um tiro no coração”.
Vagadni chegou a Israel nesta quarta depois de deixar o Brasil pela Argentina, tendo cruzado a fronteira com ajuda do Ministério de Relações Exteriores de Israel, segundo a emissora Channel 12. Depois, voou até Miami, nos Estados Unidos, e de lá até Jerusalém.
O militar fugiu do Brasil depois que veio a público a decisão da Justiça Federal em Brasília determinando a abertura de um inquérito da Polícia Federal contra si. A presença de Vagdani em território nacional foi exposta pelo grupo pró-Palestina Hind Rajab.
Segundo a entidade, Vagdani teria, por meio de posts em redes sociais, documentado a si mesmo cometendo crimes de guerra na Faixa de Gaza ao lutar na guerra de Israel contra o grupo terrorista Hamas.
Uma publicação atribuída ao soldado fala em “continuar destruindo e esmagando este lugar imundo sem pausa, até os seus alicerces”, escrita logo abaixo de imagens supostamente captadas por ele em uma das regiões de Gaza ocupadas pelas forças israelenses.
Conversando com a imprensa no aeroporto internacional Ben Gurion, Vagdani relatou as horas que se seguiram depois que o caso veio à tona. “Acordei de manhã, liguei meu celular e de repente vi oito chamadas: do Ministério das Relações Exteriores, dos meus irmãos, da minha mãe. Eu sabia que tinha algo de errado.”
O militar acrescentou que viajar ao Brasil era um sonho para o qual havia se planejado por mais de quatro anos, mas que não voltará ao país.
Na peça enviada à Justiça brasileira, Vagdani é acusado pela Hind Rajab de condutas como “destruição e apropriação de bens em larga escala em circunstâncias não justificadas por quaisquer necessidades militares e executadas de forma ilegal e arbitrária” e “dirigir intencionalmente ataques à população civil em geral ou a civis que não participem diretamente das hostilidades”.
Vagdani nega as acusações, e disse à imprensa israelense que “eles escreveram que eu matei milhares de crianças, quando na verdade só tinham uma foto minha de uniforme em Gaza.”
Nesta quarta, dias após o caso de Vagdani no Brasil, o Exército de Israel atualizou suas diretrizes de censura da imprensa em relação à cobertura da guerra e agora vai exigir que veículos ocultem a identidade de todos os soldados abaixo da patente de general de brigada.
Lá Fora
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Toda a imprensa israelense é sujeita à censura militar, e jornalistas que se recusam a submeter matérias para análise do censor podem perder o direito de exercer a profissão no país. Até aqui, a imprensa já era obrigada a borrar o rosto e ocultar o nome de qualquer soldado em atuação na guerra em Gaza. Com as novas diretrizes, essas exigências passam a valer inclusive em entrevistas diretas com os militares.
A imprensa também não poderá informar se os soldados entrevistados participaram de operações específicas na guerra.
Apesar da nova medida, as Forças Armadas de Israel pouco fizeram para coibir o uso das redes sociais por militares —é através dessas postagens, que muitas vezes incluem tratamento degradante de palestinos ou destruição de propriedade, que entidades como a Hind Rajab identificam soldados que cometem supostos crimes de guerra.
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Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.
O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.
A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Membros da Academia Acreana de Letras visitam a Ufac — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, recebeu membros da Academia Acreana de Letras (AAL), que vieram parabenizá-lo pelo mandato e iniciar as tratativas para fortalecimento da parceria institucional, com incentivo à cultura, à literatura e à extensão acadêmica no Estado. A visita de cortesia ocorreu nesta sexta-feira, 25, na sala de reuniões da Reitoria, campus-sede.
As instituições definiram como encaminhamento a elaboração de um termo de cooperação técnica para aproximar as ações da AAL dos cursos de graduação e das pró-reitorias, com destaque para a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. A parceria busca integrar a universidade aos projetos culturais da academia, além de apoiar a realização de um grande evento comemorativo ao aniversário da AAL, previsto para este ano, entre 29 de outubro e 17 de novembro.
“Recebo a Academia Acreana de Letras com muita gratidão. Vamos aproximá-la dos nossos processos formativos e das nossas ações de extensão”, disse o reitor Josimar Ferreira. “A universidade já planeja lançar um edital na área de cultura por meio da Agência de Inovação e a academia terá um papel central nesse contexto.”
O presidente da AAL, José Dourado de Souza, ressaltou a relevância da aproximação com a Ufac. “Ficamos muito felizes em prestar essa homenagem ao reitor Josimar, uma pessoa de muita experiência e aberta ao diálogo. A academia busca esse apoio institucional e de materiais para continuar promovendo eventos culturais e ações nas escolas.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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