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Soldados de paz da ONU acusam Israel de ataque ‘deliberado e direto’ no Líbano | Israel ataca o Líbano Notícias

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Os militares israelenses, que atacaram várias vezes posições da UNIFIL, negam a responsabilidade, apesar das imagens.

As forças de manutenção da paz das Nações Unidas no sul do Líbano relataram outro ataque israelense às suas posições, enquanto os ataques terrestres e aéreos ao Líbano continuam a ceifar vidas.

A Força Interina da ONU no Líbano (UNIFIL) disse na sexta-feira que duas escavadeiras militares israelenses e um trator destruíram parte de uma cerca e uma estrutura de concreto em uma base da ONU em Ras Naqoura um dia antes.

Os militares israelitas negaram qualquer actividade depois de as forças da ONU os terem contactado para protestar, apesar da UNIFIL ter publicado imagens do incidente online.

A “destruição deliberada e direta de propriedade claramente identificável da UNIFIL pelos militares israelenses é uma violação flagrante do direito internacional e da resolução 1701”, disse a UNIFIL, referindo-se à resolução do Conselho de Segurança da ONU que visa pôr fim à guerra de 2006 entre Israel e o Hezbollah.

Desde 30 de Setembro, Israel tem exigido repetidamente que as forças de manutenção da paz da ONU abandonem as suas instalações internacionalmente mandatadas para que possa avançar mais livremente com a sua invasão terrestre do sul do Líbano.

A missão de manutenção da paz no sul do Líbano foi alvo de 40 vezes em meio aos combates entre Israel e o Hezbollah, disse o porta-voz adjunto da UNIFIL, Kandice Ardiel, à Al Jazeera na sexta-feira.

Ardiel disse que oito desses ataques foram confirmados como tendo origem no exército israelense. Soldados da paz foram feridos e propriedades destruídas em ataques anteriores.

Israel também solicitou que a UNIFIL evacuasse 29 locais perto da Linha Azul, a linha de retirada delineada pela ONU entre Israel e o Líbano, disse Ardiel. Anteriormente, a UNIFIL disse que as forças israelenses têm destruído e removido barris azuis que marcam a Linha Azul.

“O incidente de ontem, como outros sete incidentes semelhantes, não é uma questão de forças de manutenção da paz serem apanhadas no fogo cruzado, mas de acções deliberadas e directas” por parte dos militares israelitas, acrescentou a UNIFIL.

Comboios da UNIFIL ‘em risco’

O chefe de política externa da União Europeia, Josep Borrell, disse na sexta-feira que o bloco condena um “incidente que colocou em risco um comboio da UNIFIL e deixou vários soldados da paz feridos” depois que seis soldados da paz da Malásia foram feridos na quinta-feira por um ataque de drone israelense que matou três libaneses em um carro próximo.

A declaração de Borrell não nomeou diretamente Israel e disse que “todas as partes devem garantir a segurança do pessoal da ONU e permitir-lhes cumprir a sua missão vital sob o mandato da UNIFIL”.

Um socorrista e um membro do batalhão malaio da UNIFIL tratam do ferimento de um colega soldado, depois que ele foi ferido no local de um ataque aéreo israelense em Sidon, em 7 de novembro de 2024 (Mahmoud Zayyat/AFP)

Entretanto, os militares israelitas continuam a avançar com a sua operação terrestre no sul do Líbano e a lançar ataques aéreos em todo o país, enquanto o Hezbollah dispara foguetes e lança drones contra Israel.

Pelo menos três pessoas morreram e mais de 30 ficaram feridas num dos últimos ataques israelitas ao Líbano, que atingiu dois edifícios no antiga cidade de Tiro na noite de sexta-feira.

O Ministério da Saúde Pública do Líbano anunciou que pelo menos 15 pessoas foram mortas e 69 feridas na quinta-feira como resultado de ataques israelenses.

Desde Outubro do ano passado, pelo menos 3.117 pessoas foram mortas e 13.888 feridas por ataques israelitas no Líbano, disse o ministério. Entre eles, 617 são mulheres e 192 crianças.

As vítimas incluem 180 profissionais de saúde. O ministério disse que hospitais foram atacados 65 vezes.

Os ataques israelenses também estão em curso na Faixa de Gaza, onde mais de 43 mil pessoas foram mortas desde outubro do ano passado, quase 70 por cento deles crianças e mulheressegundo a ONU. Isto ocorre enquanto a fome se aproxima no norte de Gaza, que está sitiada há mais de um mês.





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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

Mais informações

 



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