NOSSAS REDES

ACRE

Soldados de paz da ONU presos no Líbano desde 1978

PUBLICADO

em

CFoi no Médio Oriente que, em Novembro de 1956, a Organização das Nações Unidas (ONU) equipou pela primeira vez as suas forças de manutenção da paz com capacetes azuis. Tratou-se de distinguir os cerca de seis mil militares responsáveis ​​por assegurar o cessar-fogo, no final da ofensiva liderada por Israel, com o apoio da França e da Grã-Bretanha, contra o Egipto.

Israel recusou categoricamente o envio para o seu território desta Força de Emergência das Nações Unidas (UNEF) que teve de se contentar, em Março de 1957, com um posicionamento apenas no lado egípcio da fronteira israelo-egípcia, bem como no interior da Faixa de Gaza. Strip, sede de sua sede.

Em maio de 1967, o Cairo exigiu a retirada da UNEF, levando a uma escalada com Israel que levou, no mês seguinte, à Guerra dos Seis Dias, com a reocupação israelita da Península Egípcia do Sinai e da Faixa de Gaza (Jerusalém-Leste). a Cisjordânia e as Colinas de Golã Sírias também foram ocupadas no final deste conflito).

Uma suposta força provisória

Esta primeira experiência de uma força de manutenção da paz da ONU no Médio Oriente terminou num fracasso ainda mais doloroso pelo facto de catorze soldados da paz indianos terem sido mortos em Junho de 1967 no bombardeamento israelita de Gaza. Demorou sete anos para a ONU envolver novamente as suas forças de manutenção da paz na região, desta vez após a Guerra de Outubro de 1973 entre Israel, por um lado, e o Egipto e a Síria, por outro.

De facto, foi criada uma UNEF II para monitorizar o cessar-fogo israelo-egípcio, antes de uma Força de Observação da Retirada das Nações Unidas (UNDF) ter sido criada em Maio de 1974, com uma missão comparável na frente síria. Ao contrário da UNEF inicial, estas duas forças de manutenção da paz não foram destacadas na fronteira internacional, mas sim em território ainda ocupado por Israel, que tinha concordado com uma retirada limitada em vez de uma retirada efectiva. O mandato da UNEF 2 terminou em Março de 1979 com o tratado de paz celebrado, sob a égide dos Estados Unidos, entre Israel e o Egipto, que recuperou gradualmente, durante os três anos seguintes, toda a Península do Sinai.

O Fnuod, por outro lado, ainda está destacado, depois de meio século, com mil forças de manutenção da paz sob o comando nepalês. Hafez Al-Assad, senhor da Síria de 1970 a 2000, e então seu filho e sucessor Bashar, estava realmente interessado em manter a calma na Frente de Golãe isto apesar da anexação, em Dezembro de 1981, deste território sírio por Israel.

Você ainda tem 55,29% deste artigo para ler. O restante é reservado aos assinantes.



Leia Mais: Le Monde

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Curso combate a incêndio florestal-2026 (2).jpeg

O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.

O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

Curso combate a incêndio florestal-2026 (3).jpeg

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS