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Sonda da NASA tenta a aproximação mais próxima do Sol | Notícias espaciais

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Com a espaçonave fora de contato, será na sexta-feira que os operadores da missão confirmarão seu sobrevoo histórico.

Espera-se que a Parker Solar Probe da NASA faça história ao voar para a atmosfera exterior do Sol, chamada coroa, numa missão para ajudar os cientistas a aprender mais sobre a estrela mais próxima da Terra.

“Nenhum objeto feito pelo homem jamais passou tão perto de uma estrela, então Parker estará realmente retornando dados de um território desconhecido”, disse Nick Pinkine, gerente de operações de missão do Laboratório de Física Aplicada da Johns Hopkins, em um blog da agência espacial dos Estados Unidos na terça-feira. .

Parker estava a caminho de voar 6,1 milhões de quilômetros (3,8 milhões de milhas) da superfície do Sol às 11h53 GMT de terça-feira. Com a espaçonave fora de contato, será na sexta-feira que os operadores da missão confirmarão sua saúde após o sobrevoo próximo.

Movendo-se a até 692.000 km/h (430.000 mph), rápido o suficiente para voar de Washington, DC, a Tóquio em menos de um minuto, a espaçonave suportará temperaturas de até 982 graus Celsius (1.800 graus Fahrenheit), disse a NASA em seu comunicado. site.

Se a distância entre a Terra e o Sol fosse equivalente ao comprimento de um campo de futebol americano de 100 jardas (91,4 metros), a espaçonave deveria estar a cerca de 4 metros (4,4 jardas) da zona final no momento de sua aproximação. abordagem – conhecida como periélio.

Quando a sonda passou pela primeira vez pela atmosfera solar em 2021, encontrou novos detalhes sobre os limites da atmosfera solar e coletou imagens em close de serpentinas coronais, estruturas semelhantes a cúspides vistas durante eclipses solares.

Desde que a nave espacial lançado em 2018a sonda tem circulado gradualmente mais perto do Sol, usando sobrevoos de Vênus para puxá-la gravitacionalmente para uma órbita mais estreita com a estrela do nosso sistema solar.

Um instrumento a bordo da espaçonave capturou a luz visível de Vênus, dando aos cientistas uma nova maneira de ver através das espessas nuvens do planeta até a superfície abaixo, disse a NASA.

Ao aventurar-se nestas condições extremas, Parker tem ajudado os cientistas a resolver alguns dos maiores mistérios do Sol: como se origina o vento solar, por que a coroa é mais quente do que a superfície abaixo e como as ejeções de massa coronal – enormes nuvens de plasma que são lançadas através do espaço – são formado.

O sobrevôo de terça-feira é o primeiro de três passes próximos recordes, com os dois próximos – em 22 de março e 19 de junho – esperados para trazer a sonda de volta a uma distância igualmente próxima do sol.



Leia Mais: Aljazeera

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Eventos da Ufac em CZS discutem ciências ambientais e agrárias — Universidade Federal do Acre

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Simpósios Ciências Ambientais e Agrárias-2026.jpg

O programa de pós-graduação em Ciências Ambientais e o programa de educação tutorial (PET) de Agronomia, do campus Floresta da Ufac, promovem, de 16 a 19 de novembro, o 5º Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o 2º Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá. As inscrições estão abertas online para submissão de trabalhos até 20 de setembro; e para estudantes, profissionais da área e público em geral até 20 de novembro.

Os eventos reúnem alunos, pesquisadores e profissionais do setor para debater soluções socioambientais e inovações para o desenvolvimento sustentável na região. E segundo os organizadores, consolidam-se como um fórum estratégico de integração interdisciplinar na Amazônia Ocidental, promovendo a difusão de pesquisas científicas, o intercâmbio de experiências práticas e o fortalecimento de redes de conhecimento voltadas à conservação ambiental e ao avanço das ciências ambientais e agrárias.



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Pesquisa da Ufac é premiada em Congresso Brasileiro de Sementes — Universidade Federal do Acre

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Ítalo Ribeiro em CBSementes-2026.png

Pesquisadores de programas de pós-graduação (PPGs) da Ufac conquistaram o prêmio de melhor trabalho na categoria Mestrado durante o 23º Congresso Brasileiro de Sementes, realizado de 25 a 28 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR), e promovido pela Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes. O estudo trata de uma técnica baseada no uso de ultrassom para acelerar a germinação e o crescimento de mudas.

A autora principal é a mestranda Lívia Brito, com a colaboração de Ítalo Ribeiro, Rayane de Oliveira, João dos Santos, Janaína Alencar, Evandro Ferreira e Luis Maggi, que integram os PPGs em Ciência, Inovação e Tecnologia para a Amazônia; Biodiversidade e Biotecnologia; Produção Vegetal e Ciência Florestal, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O trabalho avaliou os impactos do ultrassom na espécie arbórea conhecida popularmente como bordão-de-velho ou sete-cascas. A planta possui valor econômico para alimentação humana e animal, além de potencial para projetos de reflorestamento. Contudo, a produção de mudas enfrenta barreiras devido ao seu revestimento, uma rigidez na casca da semente que dificulta a entrada de água e atrasa a germinação.

Os testes conduzidos no Laboratório de Biofísica da Ufac/Bionorte demonstraram que a aplicação de ultrassom com determinada frequência e intensidade pelo período de cinco minutos aumentou o percentual e a velocidade do processo de germinação. A tecnologia é pioneira no país, sem registros anteriores de aplicação em escala industrial no Brasil.

Segundo Lívia, a expectativa da equipe é estender a metodologia a outras culturas agrícolas e espécies nativas, sobretudo as ameaçadas de extinção. A investigação também abrange experimentos com a castanha-do-brasil, apontando dados preliminares de que doses específicas de ultrassom podem elevar os teores de proteína bruta e nitrogênio total nas plantas.

A comitiva da Ufac no congresso contou ainda com outras apresentações. Ítalo Ribeiro expôs os efeitos da técnica no crescimento inicial da ‘Apuleia leiocarpa’, espécie moveleira sob ameaça de extinção; Ronald Antônio Nascimento de Souza apresentou resultados aplicados a sementes de sangue-de-dragão e moringa; e o professor e orientador Luis Eduardo Maggi apresentou um software em desenvolvimento projetado para estimar com precisão a quantidade de energia acústica aplicada sobre as sementes.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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