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Sônia Bridi processa Rafael Cardoso após ter casa invadida, carro destruído e ser ameaçada pelo ator

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Sônia Bridi procurou ajuda da Justiça e da Polícia para se proteger de Rafael Cardoso

Foto: Reprodução/Instagram / Contigo

[ATENÇÃO: O TEXTO ABAIXO CONTÉM RELATOS SENSÍVEIS DE VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA. SE VOCÊ SE ENCONTRA SUSCETÍVEL PSICOLOGICAMENTE E PASSA POR UMA SITUAÇÃO DESTA NATUREZA, INTERROMPA A LEITURA E ENTRE EM CONTATO COM O TELEFONE 180]

A separação tumultuada de Rafael Cardoso e Mari Bridi está imersa em um mar de mistérios, com uma briga intensa na Justiça que resultou, até o momento, na proibição do ator de se aproximar até mesmo dos filhos. Os detalhes desta história nunca foram contados antes, porque as partes não podem fornecer detalhes dos processos. Mas esta modesta coluna teve acesso com exclusividade aos documentos, e os detalhes que serão colocados a seguir são chocantes, com relatos de violência e acusação de envolvimento com drogas, e que só teve início após a jornalista Sônia Bridi, ex-sogra do galã, tomar a frente da situação e acionar a polícia para proteger sua filha e netos, além de buscar medidas legais para proibir a aproximação do ex-genro.

Em 24 de agosto de 2023, Sônia Bridi rompeu com o pesadelo e deu entrada na Justiça com um pedido de medida protetiva de urgência contra Rafael Cardoso, alegando ter sofrido violência doméstica por parte do ex-genro. Embora no documento não exista o detalhamento do episódio, a vítima narra que o caso ocorreu no dia 18 do mesmo mês, às 13h40. No documento, a jornalista não fala sobre agressão física, mas afirma ter enfrentado violência psicológica, violência moral e violência patrimonial. E atribuiu que o caso só ocorreu pelo fato dela ser uma mulher.

A princípio, é importante salientar que a ora Requerente [Sônia Bridi] vem iniciar o presente  procedimento cautelar de urgência somente para sua proteção familiar, após sofrer violência doméstica, por uma questão de gênero e por causa do comportamento do Sr. Rafael Cardoso, seu genro“, diz o pedido de urgência feito pela jornalista.

O documento discorre sobre as aplicações da Lei Maria da Penha, e frisando que a palavra da vítima deve ser base para que ela consiga proteção da Justiça para que seu agressor não se aproxime dela. Sônia ainda apelou em seu pedido, alegando que o ex-genro oferece perigo a ela e à sua família.

Como ponto agravante, os advogados da jornalista fazem uma afirmação de extrema importância para que o apelo fosse rapidamente atendido: “O Requerido [Rafael Cardoso] faz uso de álcool/drogas ilícitas“, diz o processo. 

Pelo exposto, independentemente de audiência das partes e de manifestação do Ministério Público, de forma a afastar a potencial desconcretização de seus direitos fundamentais, especialmente: a) vida; b) saúde física; c) saúde mental, a autora requer a aplicação dos artigos 19 a 25 da Lei Maria da Penha, com a concessão das seguintes medidas protetivas de urgência“, finaliza o pedido.

Por se tratar de um caso urgente, a juíza Cintia Souto Machado de Andrade, do VII Juizado da Violência Domestica do Rio de Janeiro, aprovou o pedido no dia seguinte em que Sônia buscou proteção, , em 25 de agosto do ano passado, e explicou que embora Rafael não tenha agredido fisicamente a jornalista, o entendimento é de que o ciclo da violência contra a mulher se inicia no campo verbal e costuma evoluir para situações mais drásticas, como o feminicídio.

Em sua decisão, ela proibiu o ex-galã da Globo de se aproximar de sua ex-sogra, mantendo uma distância mínima de 100 metros, e também o impediu de fazer contato com ela por meio de qualquer tipo de plataforma, seja por telefone ou meios digitais, frisando que o descumprimento poderia acarretar em sua prisão. Foi a partir do pedido de Sônia que Mari Bridi, sua filha, tomou coragem e também buscou a Justiça para pedir a mesma proteção para si.

NOTIFICAÇÃO

A partir desta denúncia, a Justiça encontrou dificuldades em localizar presencialmente Rafael Cardoso, e Sônia, mais uma vez, apelou para que os oficiais fizessem a notificação por meio de WhatsApp. E neste novo pedido, protocolado em 15 de setembro do ano passado, ela entregou mais detalhes: o fato do ex-genro residir a 750 metros de distância de sua casa (o que lhe confere uma situação de perigo) e também o apontamento de alguns detalhes do episódio que a motivou buscar amparo na Lei Maria da Penha.

Sônia relatou que Rafael Cardoso era usuário de álcool e drogas, e no dia da ocorrência ele simplesmente invadiu sua casa, proferiu inúmeras ofensas, faz ameaças à ex-sogra e ao caseiro que trabalha com ela, além de destruir o carro da jornalista.

Inicialmente, verifica-se que o endereço indicado pelo autor do fato está localizado exatamente ao lado da residência da Sra. Sônia Bridi. Inclusive, o condomínio indicado pela defesa do Sr. Rafael Cardoso vem a ser vizinho ao condomínio da Sra. Mariana Bridi, localizado a menos de 750 m do endereço da ora PETICIONÁRIA“, diz a apelação da jornalista.

Isso porque, como consta da petição acostada às fls. 10, o autor do fato possui um histórico de violação ao domicílio da Sra. Sônia Bridi, sendo certo que já invadiu a residência da ora PETICIONÁRIA em outra ocasião, quando danificou o carro da família e amedrontou o caseiro do imóvel“, relata o documento.

O caso caiu nas mãos do Ministério Público do Rio de Janeiro, que também entendeu a gravidade do caso e acolheu a ideia de notificar Rafael Cardoso via WhatsApp. No entendimento do promotor que assumiu o caso, a proximidade da moradia do ator à da ex-sogra era um empecilho e ele seria obrigado a se mudar de lá. Mas ao conseguir contato com o ex-galã da Globo descobriu-se que ele havia se mudado para Curitiba, no Paraná. A informação, no entanto, só foi fornecida em 25 de outubro, dois meses após a jornalista e sua filha buscarem proteção.

A medida protetiva foi concedida há mais de um ano e segue em vigência até hoje. Rafael Cardoso não pode se comunicar com a ex-mulher e ex-sogra por meio de qualquer plataforma. Nós procuramos a assessoria de imprensa do ator, mas até o momento não recebemos seu posicionamento sobre o caso. Sônia e Mari Bridi também foram procuradas pelas redes sociais, e não nos retornaram até a publicação deste texto. Atualizaremos caso as partes se posicionem.

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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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