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sorteio de hoje oferece prêmio de R$ 1.900.000,00

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Hoje, dia 21 de outubro de 2024, a Lotomania realizará o sorteio do concurso 2689, que promete um prêmio estimado em R$ 1.900.000,00 para quem acertar os 20 números sorteados. Esse concurso está gerando grande expectativa, já que o valor está acumulado após alguns sorteios sem ganhadores na principal faixa de premiação.

A Lotomania é conhecida por ser uma das modalidades mais populares das Loterias Caixa, devido à sua dinâmica diferenciada e às variadas faixas de premiação, que recompensam tanto quem acerta muitos números quanto quem não acerta nenhum. Além do prêmio principal para quem acerta os 20 números, há prêmios para os apostadores que acertam 19, 18, 17, 16, 15 números e também para aqueles que não acertam nenhum número, uma característica singular que atrai muitos jogadores.

Como funciona a Lotomania?

Para participar, o apostador deve escolher 50 números entre 100 disponíveis no volante de apostas. No sorteio, são retirados 20 números, e quanto mais números coincidentes entre os sorteados e os escolhidos pelo jogador, maior o prêmio. Caso o apostador prefira, há a opção de usar a “Surpresinha”, que seleciona os números automaticamente, ou a “Teimosinha”, que permite repetir a aposta por vários concursos consecutivos.

O sorteio de hoje será realizado às 20h, e o prêmio estimado em R$ 1.900.000,00 pode mudar conforme o volume de apostas até o horário do sorteio. As apostas podem ser feitas até uma hora antes da realização do sorteio, ou seja, até as 19h de hoje.

O acúmulo do prêmio e a expectativa do sorteio

A Lotomania 2689 está gerando bastante interesse justamente por ter acumulado nas últimas edições, o que eleva o valor do prêmio. Nos concursos mais recentes, como o 2688, sorteado em 18 de outubro, não houve acertadores dos 20 números, o que fez o prêmio continuar acumulado até o sorteio desta segunda-feira. Isso aumenta a expectativa dos apostadores que, a cada concurso, vislumbram a chance de se tornarem milionários.

O prêmio de R$ 1.900.000,00 não é um dos maiores já registrados na história da Lotomania, mas é certamente uma quantia significativa. O maior prêmio da Lotomania, por exemplo, foi de mais de R$ 41 milhões, pago em 2013. No entanto, os prêmios acumulados continuam atraindo apostadores de todo o Brasil, que veem no jogo uma oportunidade de ganhar uma fortuna com um investimento relativamente baixo.

Estatísticas e probabilidades

Ganhar na Lotomania é uma tarefa difícil, mas as diversas faixas de premiação tornam o jogo mais atrativo. As chances de acertar os 20 números são de 1 em 11.372.635, mas há prêmios também para quem acerta 19, 18, 17, 16 ou 15 números, além de uma premiação especial para quem não acerta nenhum número, o que tem uma chance de 1 em 11.372.635. Ou seja, tanto acertar tudo quanto não acertar nada são feitos igualmente desafiadores. Ainda assim, muitos jogadores apostam na sorte e na diversão de tentar a chance.

Os maiores prêmios da história da Lotomania

A Lotomania já entregou prêmios expressivos ao longo dos anos. Em 30 de março de 2013, o concurso 1335 pagou o maior prêmio já registrado: R$ 41.253.202,68. Outros prêmios notáveis foram distribuídos em abril de 2020 e setembro de 2024, quando os valores ultrapassaram a casa dos R$ 20 milhões.

Esses altos valores costumam ocorrer quando há uma sequência de concursos sem ganhadores, como é o caso atual. Essa expectativa de um grande prêmio é o que faz muitos apostadores investirem nesse concurso, especialmente em sorteios acumulados.

Dicas e curiosidades para apostar

Embora a escolha dos números seja completamente aleatória, alguns apostadores gostam de analisar as estatísticas dos números mais sorteados ou aqueles que estão há mais tempo “esquecidos”. Por exemplo, o número 79 é um dos mais sorteados no ano de 2024, aparecendo 36 vezes nos sorteios. Já o número 28 não é sorteado há mais de 50 dias, o que leva muitos jogadores a incluí-lo em suas apostas, acreditando que ele esteja “atrasado”.

Por outro lado, os jogadores também podem optar pela “Surpresinha”, onde os números são escolhidos aleatoriamente pelo sistema. Muitos dos ganhadores de grandes prêmios afirmam que usaram essa opção para fazer suas apostas.

Como conferir os resultados

O resultado do sorteio de hoje estará disponível logo após a realização do concurso, que ocorre às 20h. Os jogadores podem conferir os números sorteados e as faixas de premiação em vários pontos de consulta, como casas lotéricas e plataformas online. Os vencedores têm até 90 dias para resgatar seus prêmios, sendo que valores maiores devem ser retirados diretamente nas agências da Caixa Econômica Federal.

Próximos passos após o sorteio

Se ninguém acertar os 20 números hoje, o prêmio acumulará mais uma vez, elevando ainda mais a expectativa para os próximos concursos. No entanto, independentemente do resultado, sempre há a possibilidade de outros jogadores levarem boas quantias para casa nas faixas menores de premiação.

O sorteio da Lotomania 2689 é aguardado com grande expectativa, tanto pelos apostadores regulares quanto pelos que decidem tentar a sorte esporadicamente. Com um prêmio acumulado e a perspectiva de ganhar até R$ 1.900.000,00, o concurso de hoje tem tudo para atrair um grande número de apostas e, quem sabe, coroar novos milionários no Brasil.



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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio — Universidade Federal do Acre

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Ufac realiza curso de turismo de base comunitária para extrativistas em parceria com MMA e ICMBio-interna.jpg

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Parque Zoobotânico (PZ), realizou, de 12 a 14 de maio de 2026, o Curso Turismo de Base Comunitária em Unidades de Conservação, na sala ambiente do PZ, no campus sede, em Rio Branco. A formação reuniu 14 comunitários da Reserva Extrativista Chico Mendes, Resex Arapixi e Floresta Nacional do Purus, com foco no fortalecimento dos territórios tradicionais, nas referências culturais e na criação de roteiros turísticos de base comunitária.

A coordenadora estadual do Projeto Esperançar Chico Mendes, professora e pesquisadora da Ufac/PZ, Andréa Alexandre, destacou que as reservas extrativistas, criadas há mais de três décadas na Amazônia, têm como desafio conciliar o bem-estar das famílias que vivem nas florestas com a conservação dos recursos naturais. Segundo ela, o turismo de base comunitária se apresenta como uma alternativa econômica para que as famílias extrativistas possam cumprir a função das reservas. “O curso de extensão apresenta ferramentas para que essas famílias façam gestão do turismo como um negócio, sem caráter privado, nem por gestão pública, mas com um controle que seja da comunidade”, afirmou.

O curso integra as ações do Projeto Esperançar Chico Mendes, desenvolvido pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio da Secretaria Nacional de Povos e Comunidades Tradicionais, em parceria com a Ufac, Parque Zoobotânico e instituições parceiras. A formação foi ministrada por Ana Carolina Barradas, do ICMBio Brasília; Fádia Rebouças, coordenadora nacional do Projeto Esperançar-SNPCT/MMA; e Leide Aquino, coordenadora regional do Conselho Nacional das Populações Extrativistas.

Durante a formação, os participantes tiveram acesso a ferramentas voltadas à gestão do turismo em seus territórios, com abordagem sobre elaboração de roteiros, recepção de visitantes e valorização da cultura extrativista. A proposta é que a atividade turística seja conduzida pelas próprias comunidades, a partir de suas referências, histórias, modos de vida e relação com a floresta.

A liderança do Grupo Mulheres Guerreiras, da comunidade Montiqueira, no ramal do Katianã, Francisca Nalva Araújo, afirmou que o curso leva conhecimento para a comunidade e abre possibilidades de trabalho coletivo com turismo de base comunitária. Segundo ela, o grupo reúne aproximadamente 50 mulheres, envolvidas em atividades com idosas, jovens e adultos, além de ações de artesanato, crochê e corte-costura. “Agora, aprofundando os conhecimentos para trabalhar com turismo tende a trazer melhorias coletivas”, disse.

A artesã Iranilce Lanes avaliou o projeto como inovador por ser desenvolvido junto às pessoas das próprias comunidades. Para ela, a construção feita a partir do território fortalece a participação dos moradores e amplia as possibilidades de resultado. A jovem Maria Letícia Cruz, moradora da comunidade Sacado, na Resex em Assis Brasil, também destacou a importância da experiência para levar novos aprendizados à sua comunidade.

O curso foi realizado no âmbito do Projeto Esperançar Chico Mendes, que tem a Reserva Extrativista Chico Mendes como referência de museu do território tradicional e busca fortalecer ações voltadas às populações extrativistas, à valorização cultural e à gestão comunitária de alternativas econômicas nas unidades de conservação.



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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove seminário sobre agroextrativismo e cooperativismo no Alto Acre — Universidade Federal do Acre

O Projeto Legal (Laboratório de Estudos Geopolíticos da Amazônia Legal) da Ufac realizou, na última sexta-feira, 15, no Centro de Educação Permanente (Cedup) de Brasiléia, o seminário “Agroextrativismo e Cooperativismo no Alto Acre: Desafios e Perspectivas”. A programação reuniu representantes de cooperativas, instituições públicas das esferas federal, estadual e municipal, pesquisadores, produtores rurais da Reserva Extrativista (Resex) Chico Mendes e lideranças comunitárias para discutir estratégias e soluções voltadas ao fortalecimento da economia local e da produção sustentável na região.

A iniciativa atua na criação de espaços de diálogo entre o poder público e as organizações comunitárias, com foco no desenvolvimento sustentável e no fortalecimento da agricultura familiar. Ao longo do encontro, os participantes debateram os principais desafios enfrentados pelas famílias e cooperados que atuam nas cadeias do agroextrativismo, com ênfase em eixos fundamentais como acesso a financiamento, logística, assistência técnica, processamento, comercialização, gestão e organização social das cooperativas.

Coordenado pela professora Luci Teston, o seminário foi promovido pela Ufac em parceria com o Sistema OCB/Sescoop-AC. Os organizadores e parceiros destacaram a relevância do cooperativismo como instrumento de transformação social e econômica para o Alto Acre, ressaltando a importância de pactuar soluções concretas que unam a geração de renda e a melhoria da qualidade de vida das famílias extrativistas à preservação florestal. Ao final, foram definidos encaminhamentos estratégicos para valorizar o potencial produtivo da região por meio da cooperação.

O evento contou com a presença de mais de 30 representantes de diversos segmentos, incluindo o subcoordenador do projeto no Acre, professor Orlando Sabino da Costa; o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE-AC), Ronald Polanco; o secretário municipal de Agricultura de Brasiléia, Gesiel Moreira Lopes; e o presidente da Coopercentral Cooperacre, José Rodrigues de Araújo.

 



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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial — Universidade Federal do Acre

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Ufac celebra trajetória de dez anos do Laboratório de Discriminação Racial-capa.jpg

O Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas (Neabi) da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 13, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (Cfch), um evento em comemoração aos 10 anos do Laboratório de Pesquisa Observatório de Discriminação Racial (LabODR). A programação reuniu a comunidade acadêmica, pesquisadores, egressos, bolsistas e integrantes do movimento social negro para celebrar a trajetória do laboratório e os resultados alcançados por meio das pesquisas desenvolvidas ao longo da última década.

Vinculado à área de História, mas formado por profissionais de diferentes áreas do conhecimento, o LabODR/Ufac foi criado em 2016 a partir de uma articulação entre a Ufac e o movimento negro acreano, especialmente o Fórum Permanente de Educação Étnico-Racial do Estado do Acre. Inicialmente estruturado como projeto institucional de pesquisa, o laboratório contou com apoio da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Proaes) e, em 2018, foi inserido na plataforma Lab e certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (Propeg).

O laboratório atua na pesquisa e na formação de pesquisadores com foco na promoção da igualdade racial, desenvolvendo estudos voltados tanto à denúncia de práticas racistas quanto à construção de reflexões e práticas antirracistas, principalmente nos espaços educacionais. Atualmente, o LODR/Ufac abriga projetos institucionais como “Práticas Pedagógicas em Educação das Relações Étnico-Raciais em Escolas do Estado do Acre”, desenvolvido desde 2018, e “Pérolas Negras”, iniciado em 2020.

Durante o evento, convidados e bolsistas compartilharam experiências acadêmicas e profissionais construídas a partir das atividades desenvolvidas pelo laboratório, destacando a importância do observatório em suas formações pessoais e profissionais. A programação também apresentou pesquisas realizadas ao longo desses dez anos de atuação e ressaltou a contribuição do laboratório para o fortalecimento das discussões sobre igualdade racial dentro da universidade e na sociedade acreana.

Compuseram o dispositivo de honra o vice-reitor, Josimar Ferreira; o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufac, Margarida Lima; a vice-diretora do Cfch, Lucilene Ferreira de Almeida; e a representante do Neabi, Flávia Rocha.

 



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