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Spotify: Músicos que recebem triplicaram em sete anos – 12/03/2025 – Ilustrada
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1 ano atrásem
Davi Galantier Krasilchik
O número de artistas que ganham dinheiro pelo Spotify é hoje equivalente a pelo menos o triplo do que era em 2017. A informação é do relatório anual da plataforma, “Loud & Clear”, que revela os principais dados sobre a economia do streaming de áudio.
Em 2024, a empresa foi a que fez mais pagamentos à indústria musical em 2024, com um total de US$ 10 bilhões no último ano. Esse valor corresponde ao maior da história do mercado da música, e supera qualquer montante pago por outras empresas em um único ano.
O valor quebra o recorde que vem sendo mantido pela plataforma há alguns anos. No ano passado, ele foi renovado com um montante equivalente a US$ 9 bilhões. Desde a popularização do streaming em 2014, seus pagamentos anuais aumentaram em dez vezes. Agora, o valor total que a empresa pagou à indústria musical desde a sua fundação passa a ser de US$ 60 bilhões.
As taxas pagas pelo Spotify vão primeiro para o detentor dos direitos autorais e, em seguida, para os artistas, que ficam com um valor menor.
A pesquisa também destaca a movimentação em royalties geradas por artistas independentes e pela expansão internacional da plataforma de música.
Segundo o relatório, cerca de 1.500 artistas cadastrados no Spotify geraram mais de US$ 1 milhão em royalties somente na plataforma. O streaming diz que 80% desses músicos não figuram entre os nomes mais conhecidos. Nenhum deles apareceu no Spotify Global Daily Top 50 de 2024.
Os dados também colocam o streaming como representante de mais de 50% da receita gerada, no mundo todo, por músicos indie em todas as plataformas de música.
Com relação ao alcance mundial do Spotify, 50% dos artistas que geraram mais de US$ 1 milhão no ano passado tiveram ouvintes além de seus países de origem como responsáveis pela maior parte dos royalties. Indo além, mais da metade dos músicos desse grupo colaborou com artistas de outro país.
Essa expansão também é evidenciada pelos 17 idiomas que aparecem entre as músicas produzidas pelo grupo destacado no relatório. Entre os artistas que geraram ao menos US$ 100 mil em royalties existem músicas gravadas em mais de 50 idiomas.
De acordo com o relatório, os dados acompanham um crescimento que a indústria musical apresentou como um todo na última década e revelam o peso dos serviços de streaming sobre as mudanças.
Nesse período, o mercado quase dobrou a receita total de US$ 13 bilhões registrados em 2014, e alcançou um valor de US$ 28 bilhões em 2023.
No ano passado, mais de 600 milhões de pessoas utilizavam o Spotify.
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Ufac recebe visita da RFB para apresentação do projeto NAF — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
26 de março de 2026A Ufac recebeu, nesta quarta-feira, 25, no gabinete da Reitoria, representantes da Receita Federal do Brasil (RFB) para a apresentação do projeto Núcleo de Apoio Contábil e Fiscal (NAF). A reunião contou com a participação da Coordenação do curso de Ciências Contábeis e teve como foco a proposta de implantação do núcleo na universidade.
O reitor em exercício e pró-reitor de Planejamento, Alexandre Hid, destacou a importância da iniciativa para os estudantes e sua relação com a curricularização da extensão. Segundo ele, a proposta representa uma oportunidade para os alunos e pode fortalecer ações extensionistas da universidade.
A analista tributária da RFB e representante de Cidadania Fiscal, Marta Furtado, explicou que o NAF é um projeto nacional voltado à qualificação de acadêmicos do curso de Ciências Contábeis, com foco em normas tributárias, legislação e obrigações acessórias. Segundo ela, o núcleo é direcionado ao atendimento de contribuintes de baixa renda e microempreendedores, além de aproximar os estudantes da prática profissional.
Durante a reunião, foi informada a futura assinatura de acordo de cooperação técnica entre a universidade e a RFB. Pelo modelo apresentado, a Ufac disponibilizará espaço para funcionamento do núcleo, enquanto a receita oferecerá plataforma de treinamento, cursos de capacitação e apoio permanente às atividades desenvolvidas.
Como encaminhamento, a RFB entregou o documento referencial do NAF, com orientações para montagem do espaço e definição dos equipamentos necessários. O processo será enviado para a Assessoria de Cooperação Institucional da Ufac. A expectativa apresentada na reunião é de que o núcleo seja integrado às ações de extensão universitária.
Também participaram da reunião o professor de Ciências Contábeis e vice-coordenador do curso, Cícero Guerra; e o auditor fiscal e delegado da RFB em Rio Branco, Claudenir Franklin da Silveira.
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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
12 de março de 2026A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.
O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.
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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia
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10 de março de 2026Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.
A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.
A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.
Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.
O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.
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