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Steve Jobs era um pai “frio, cruel e desumano”

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No novo livro de Lisa Brennan-Jobs, o criador da Apple é descrito como um pai frio, distante e cruel. O livro de memórias será lançado em setembro, mas já está gerando polêmica.

Lisa Brennan-Jobs nasceu quando Steve Jobs tinha apenas 23 anos. Agora, a filha do fundador da Apple lança um livro no qual descreve a difícil relação que tinha com o pai, que chegou, inclusive, a rejeitar assumi-la como filha.

O novo livro, que promete revelar o lado mais pessoal de Steve Jobs, deverá chegar às bancas já no próximo mês e é uma autobiografia da sua filha mais velha. Na obra, Lisa confirma que o pai não quis assumir a paternidade no início, tendo jurado em depoimento que era estéril, e foi obrigado pelo tribunal a pagar uma pequena pensão alimentícia.

Mas apesar de ainda não podermos encontrar o Small Fry nas livrarias, o livro já está causando polêmica, tendo feito com que a viúva de Steve Jobs, Laurene Powell-Jobs, emitisse um comunicado para desmentir o perfil feito do marido, que faleceu há sete anos, informa o Observador.

Os trechos do livro, publicados na Vanity Fair e no New York Times, dão conta de que o criador da Apple era um pai pouco participativo na vida da filha mais velha.

Segundo a autora da obra, o tribunal obrigou Steve Jobs a pagar 385 dólares à mãe da sua filha, um valor que o próprio aumentou para 500 dólares, sem contar com o seguro-saúde, até que Lisa completasse os 18 anos.

“O caso foi finalizado em 8 de dezembro de 1980, com os advogados do meu pai insistindo que fosse fechado. Quatro dias depois, a Apple se tornou pública e, de um dia para o outro, meu pai passou a valer mais de 200 milhões de dólares”, conta Lisa.

Estas e outras revelações fizeram com que a viúva e a irmã de Steve Jobs viessem a público defender a imagem do empreendedor. Em comunicado recente, citado pelo Business Insider, Laurente Powell-Jobs e Mona Simpson afirmam que a descrição feita por Lisa “diferem dramaticamente” das memórias que ambas têm da época em questão.

“O Steve amava a Lisa e lamentou não ser o pai que deveria ter sido na sua infância. Foi um grande consolo para o Steve ter a Lisa em casa com todos nós nos últimos dias de vida”, afirmou Laurene. Segundo o Observador, um desses últimos encontros entre pai e filha é retratado por Lisa Brennan, a quem o pai disse: “tem cheiro de banheiro”.


 

Chrisann Brennan, mãe de Lisa, disse ao New York Times que apesar de ter sido “mesmo muito difícil” ler o livro, a descrição está “correta”, e deixa no ar o fato de existirem ainda coisas piores para contar.

O livro será colocado à venda no mercado norte-americano já no próximo dia 4 de setembro. Ciberia // ZAP

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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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