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Strand Larsen chega tarde para os Wolves aprofundarem os problemas de Postecoglou com os Spurs | Primeira Liga

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David Hytner at Tottenham Hotspur Stadium

Um jogo em casa contra adversários ameaçados de rebaixamento deve significar apenas uma coisa para o Tottenham. Em vez disso, havia uma sensação de pressentimento impossível de ignorar antes e durante muito deste. É simplesmente o período que Ange Postecoglou e os seus jogadores vivem.

O Spurs ficou atrás de Hwang Hee-chan, que começou seu primeiro Primeira Liga jogo para os Wolves desde agosto. Empataram através de Rodrigo Bentancur. Eles perderam um pênalti, sendo Son Heung-min o culpado. E então eles lideraram através de Brennan Johnson. Tudo dentro do primeiro tempo. Eles tiveram oportunidades no segundo tempo para fazer o 3 a 1, para acalmar os nervos que eram quase audíveis dentro do estádio.

Todos sabiam que poderia haver uma dor tardia e não apenas porque os Wolves foram revitalizados desde que Vitor Pereira substituiu Gary O’Neil como treinador e venceu imediatamente o Leicester e o Manchester United. E assim aconteceu.

Foi um corte para dentro de Rayan Aït-Nouri seguido de um passe matador para o suplente Jørgen Strand Larsen, que deu um toque e rematou alto, no canto mais próximo da baliza.

Houve vaias do frustrado apoio da casa ao apito final, que viu a sua equipa vencer apenas uma vez nos últimos sete jogos do campeonato; um sentimento geral de exame de consciência. O resultado aqui foi tudo para Postecoglou e, pela primeira vez, ele provavelmente não se importou com o resultado. Mais uma vez, isso lhe escaparia.

Os lobos se tornaram uma espécie de time fantasma para os Spurs. Eles haviam vencido três das cinco viagens anteriores a este estádio e viajaram com agilidade, com o salto sob o comando de Pereira pronunciado.

Pereira ouviu os torcedores do Wolves gritarem seu nome cinco minutos antes do início do jogo e houve mais coros depois que seu time saiu na frente no início da corrida. O que foi mais notável foi quanto tempo e espaço Hwang teve quando Aït-Nouri cobrou uma falta curta em sua direção, fora da área do Spurs.

Johnson afirmou que foi impedido de sair por Santiago Bueno, mas a falta de intensidade dos de branco era uma preocupação. A primeira finalização enrolada de Hwang foi linda. Nesse ponto, era fácil temer pelos Spurs.

A torcida da casa ficou um pouco soporífica. Muito peru de Natal? Ou muito tempo vendo esta equipe tentar cobrir os espaços na frente da zaga, para se defender da transição? Eles precisavam de uma carona e conseguiram quando Bentancur atacou um escanteio de Pedro Porro para cabecear.

Foi um primeiro tempo estranho. O Spurs cresceu e terminou por cima. E ainda assim eles estavam soltos às vezes, adicionando alguns momentos de pastelão à mistura, especialmente aquele em que Dominic Solanke e Bentancur se chocaram dentro da área dos Wolves e caíram no chão. Eles estavam de olho na mesma oportunidade de chute após uma redução de Dejan Kulusevski. A bandeira de impedimento subiria contra Kulusevski.

A equipe de Postecoglou desperdiçou chances. Radu Dragusin cabeceou a centímetros de escanteio de Porro aos 24 minutos. Yves Bissouma marcou alto aos 39 minutos e Son perdeu o pênalti pouco depois.

Son Heung-min segura a cabeça entre as mãos depois que seu pênalti foi defendido. Fotografia: Kieran McManus/Tottenham Hotspur FC/Shutterstock

O capitão passou por alguns momentos de instabilidade, suscitando murmúrios da multidão e viu José Sá saltar no caminho certo para lhe negar a vaga. O chute foi concedido por um desafio desnecessário de André sobre Johnson.

Johnson faria Son se sentir melhor antes do intervalo. Son tinha acabado de ser frustrado por um belo desarme do ex-zagueiro do Spurs, Matt Doherty, quando Kulusevski fez o check-in pela direita e voltou para Johnson. Foi uma incisão dinâmica de Kulusevski. A conversão de Johnson foi baixa e verdadeira.

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As perspectivas do Wolves sofreram outro golpe quando Matheus Cunha não reapareceu no segundo tempo. Ele seria visto no banco com gelo sob o joelho esquerdo. O brasileiro estava animado desde o momento em que executou um toque de calcanhar no primeiro toque. Ele vagou pela esquerda, extremamente confiante com a bola, dando a impressão de que estava certo de que faria algo acontecer. Os lobos também perderiam André para o que parecia ser um problema muscular.

Os Spurs também tiveram que se remodelar, seus problemas de lesões defensivas agravaram-se quando Destiny Udogie contraiu problemas nos tendões da coxa logo após o reinício do segundo tempo. Entrou o menos pontuado Sergio Reguilón.

O segundo período foi árduo, uma das imagens permanentes que surgiu quando Son estava entre os jogadores retirados pelo Postecoglou. Son era um estudo de caso de desânimo, cabeça baixa, andando em baixa velocidade. Ele esperou o que pareceu uma eternidade antes de cumprir o pênalti. Esta ação demorou um pouco mais.

Os Spurs tiveram chances de ampliar a vantagem. Solanke escapou antes de mostrar muita bola para Bueno. Pape Sarr, como reserva, não conseguiu executar a ação final após uma boa jogada. Solanke não conseguiu acertar um cruzamento de outro reserva, Timo Werner. Kulusevski não conseguiu finalizar após um bom trabalho de Solanke.

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Os lobos permaneceram na disputa. Pouco criaram após o intervalo, excepto um remate de Aït-Nouri que Porro bloqueou. Mas este é o Spurs, um time com uma vulnerabilidade rara. Os lobos sabiam que uma chance poderia mudar tudo. Quando Ait-Nouri chegou a Strand Larsen, foi o que aconteceu.

Sarr pode ter marcado nos acréscimos apenas para desviar um cabeceamento quando estava bem colocado e isso disse tudo quando Bentancur recebeu um cartão amarelo por um golpe grosseiro no substituto do Wolves, Rodrigo Gomes. Bentancur acaba de retornar de uma suspensão de sete jogos por insulto racial contra Son. Agora ele está suspenso por mais um jogo por acumular cinco cartões amarelos.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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