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Supremo Tribunal rejeita pedido de Donald Trump para suspender sentença em Nova Iorque

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Donald Trump, em Mar-a-Lago (Flórida), 9 de janeiro de 2025.

O Supremo Tribunal dos Estados Unidos rejeitou, quinta-feira, 9 de janeiro, o recurso de Donald Trump contra o pronunciamento da sua sentença sexta-feira em Nova Iorque, que será, portanto, realizada conforme planeado, dez dias antes do seu regresso à Casa Branca.

Donald Trump foi considerado culpado em 30 de maio neste caso de pagamentos ocultos à atriz pornô Stormy Daniels de “falsificação contábil agravada para ocultar conspiração para perverter as eleições de 2016”. Uma primeira infame para um ex-presidente americano e agora para um presidente eleito.

O pronunciamento da sua sentença, muitas vezes adiada, foi finalmente marcado para 3 de janeiro pelo juiz Juan Merchan, que presidiu o processo, para sexta-feira, 10 de janeiro, às 9h30, hora local (15h30 em França).

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Depois de vários recursos sem sucesso, os advogados do presidente eleito, que tomará posse no dia 20 de janeiro, apresentaram na terça-feira uma petição ao Supremo Tribunal dos Estados Unidos para pedir a suspensão urgente do procedimento, a fim de“evitar uma grave injustiça e um ataque à instituição presidencial e ao funcionamento do governo federal”.

Por uma maioria de cinco votos a quatro, dos três juízes progressistas e de dois dos conservadores, o Tribunal considerou nomeadamente que Donald Trump ainda poderia recorrer da sua condenação através dos canais ordinários perante os tribunais do Estado de Nova Iorque.

Além disso, “o ônus que o pronunciamento da sentença colocará sobre as responsabilidades do presidente eleito é relativamente menor tendo em vista a intenção anunciada pelo tribunal de pronunciar uma “dispensação de pena” após uma breve audiência virtual”.

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“Medidas excepcionais” a favor dos arguidos

O Supremo Tribunal aceita assim os argumentos apresentados pelo procurador de Manhattan, Alvin Bragg, que lhe tinha pedido a rejeição deste apelo final de Donald Trump.

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“Há um grande interesse público na ocorrência de sentenças”argumentou ele, lembrando que o juiz Merchan “tomou medidas excepcionais para minimizar o ônus do acusado”inclusive anunciando que não o condenaria à prisão.

Donald Trump “não forneceu qualquer apoio factual à sua afirmação de que os seus deveres como presidente eleito o impediriam virtualmente de comparecer a uma audiência que provavelmente não durará mais de uma hora”notou ainda o procurador que condenou o ex-presidente.

O caso diz respeito a pagamentos ocultos de 130 mil dólares, na reta final das eleições presidenciais de 2016 contra Hillary Clinton, a Stormy Daniels, para que ela mantivesse silêncio sobre um encontro sexual dez anos antes. Um relacionamento que Trump sempre negou.

Dos quatro processos penais contra Donald Trump, este caso é o único em que se realizou o julgamento do então candidato nas eleições presidenciais que venceu, um cenário inédito na história americana.

O mundo com AFP

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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre

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2026.09.24 Visita ao laboratório Charles Mérieux (2).jpg

A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.

O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.

A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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