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Takeaways -chave da cúpula de emergência da Europa na Ucrânia | Notícias da Guerra da Rússia-Ucrânia

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Takeaways -chave da cúpula de emergência da Europa na Ucrânia | Notícias da Guerra da Rússia-Ucrânia

Os líderes da União Europeia se reuniram para uma cúpula de emergência em Bruxelas para abordar as crescentes preocupações de segurança após o suspensão de Estados Unidos ajuda militar para a Ucrânia.

Durante a cúpula, os líderes europeus se concentraram principalmente em fortalecer seus compromissos de defesa e garantir apoio contínuo à Ucrânia.

A reunião é o primeiro cume das 27 nações desde uma reunião explosiva Na Casa Branca, em Washington, DC, na semana passada entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e a Volodymyr Zelenskyy da Ucrânia. O governo Trump anunciou desde então um congelar em ajuda militar e compartilhamento de inteligência suspenso Com a Ucrânia – decisões que podem ter consequências terríveis para os esforços de guerra da Ucrânia.

Natacha Butler, da Al Jazeera, relatando de Bruxelas, disse que há um verdadeiro medo entre os líderes da UE de que os EUA estão mudando de rumo quando se trata de apoiar a Ucrânia.

“Há um verdadeiro medo de que os EUA possam se afastar e deixar a Europa vulnerável à agressão russa”, disse ela.

Entre os participantes de Bruxelas estavam o Presidente Zelenskyy, o presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o presidente do Conselho Europeu Antonio Costa e o presidente francês Emmanuel Macron, que, em comentários, disse na quarta -feira que a Rússia não está mais ameaçando a Ucrânia, mas também agora é potencialmente uma ameaça séria para a Europa.

Aqui estão alguns dos principais tocos da cúpula:

‘Momento da bacia hidrográfica’: gastos com defesa para subir em toda a Europa

Um dos principais resultados da cúpula é um compromisso renovado dos líderes europeus de aumentar seus orçamentos de defesa.

Com a guerra na Ucrânia continuando e a UE buscando confiar menos no apoio dos EUA, os líderes discutiram maneiras de aprimorar as capacidades militares da Europa. A Comissão Europeia propôs medidas como flexibilidade fiscal e até empréstimos conjuntos para ajudar os Estados membros a aumentar seus gastos com defesa.

Von der Leyen alertou que a Ucrânia – e a Europa como um todo – chegou a um “momento decisivo”.

“A Europa enfrenta um perigo claro e presente e, portanto, a Europa deve ser capaz de se proteger, para se defender. Temos que colocar a Ucrânia em posição de se proteger e pressionar por durar e apenas paz ”, disse ela.

O primeiro -ministro húngaro Viktor Orban também pediu o fortalecimento das capacidades de defesa das nações européias.

Após uma reunião com Macron na França na quarta -feira, Orban levou para X para declarar: “Minhas reuniões na França confirmaram que, embora possamos discordar das modalidades da paz, concordamos que devemos fortalecer as capacidades de defesa das nações européias”.

O primeiro -ministro do Luxemburgo, Luc Frieden, reiterou a necessidade de a Europa aprimorar suas capacidades de defesa, dizendo que isso deve acontecer mesmo que alguns estados membros discordem.

“Precisamos de mais defesa européia e, se um ou dois países não quiserem compartilhar essa visão, acho que os outros devem seguir em frente o máximo que puderem. E é para isso que estou defendendo ”, disse Frieden antes da reunião em Bruxelas.

‘Não sozinho’: forte apoio à Ucrânia e Zelenskyy

Zelenskyy continuou a receber apoio firme de líderes europeus, que também discutiram a expansão da ajuda militar e possíveis garantias de segurança para a Ucrânia.

Zelenskyy agradeceu aos líderes europeus por seu apoio contínuo, dizendo que isso significava que a Ucrânia não estava “sozinha” em sua luta para repelir a invasão da Rússia.

“É muito importante que você tenha feito um forte sinal para o povo ucraniano”, disse ele.

Chanceler alemão extrovertido Olaf Scholz reiterou uma rejeição de qualquer “paz ditada” na Ucrânia como conversas entre Washington e Moscou temores de combustível de um assentamento desfavorável sendo imposto a Kyiv.

“É muito importante garantir que a Ucrânia não precise aceitar uma paz ditada, mas que é uma paz justa e justa que garante a soberania e a independência da Ucrânia”, disse Scholz.

‘Coalizão do disposto’

Pelo menos 20 países, principalmente nações européias e da Commonwealth, manifestaram interesse em ingressar em um “coalizão do dispostoPropôs nesta semana pelo primeiro -ministro do Reino Unido Keir Starmer para apoiar a Ucrânia.

Starmer disse que o Reino Unido, a França e outras nações formariam essa coalizão para elaborar planos para oferecer apoio à Ucrânia no caso de um acordo de paz para acabar com a guerra da Rússia.

Os países que indicaram publicamente considerariam enviar as forças de paz para aplicar um acordo incluem austrália, Irlanda, Luxemburgo, Bélgica e Turkiye, que tem o segundo maior exército da OTAN depois dos EUA.

Vários outros países não descartaram o envio de soldados, incluindo Canadá, Dinamarca e Suécia.

Enquanto os detalhes permanecem em discussão, a mensagem foi clara: a Europa permanece unida em apoiar Kiev diante da Rússia.

“A Europa como um todo é realmente capaz de conquistar qualquer confronto militar, financeiro e econômico com a Rússia. Somos simplesmente mais fortes ”, disse o primeiro -ministro polonês Donald Tusk. “Tivemos que começar a acreditar nisso. E hoje parece estar acontecendo. ”

Ajuda militar

Durante a cúpula, o primeiro-ministro belga Bart De Wever disse que seu país espera entregar caças F-16 para batalha na Ucrânia em 2026. Ele disse que a entrega prometida dos jatos foi adiada porque a Bélgica está aguardando a entrega de novos F-35s para substituí-los.

Por sua vez, a Suécia disse que enviará até oito caças de caça para participar de um OTAN Missão de policiar o espaço aéreo da Polônia, que faz fronteira com a Ucrânia.

A mudança ocorre depois que a Suécia suspendeu os planos de enviar seus caças de caça de Gripen desenvolvidos para a Ucrânia no ano passado.

A França propõe extensão de dissuasão nuclear

Um momento particularmente notável na cúpula veio de Macron, que propôs estender o guarda -chuva de dissuasão nuclear da França a outros países da UE.

Tal movimento visa fortalecer a posição de defesa da Europa. No entanto, foi atendido com reações mistas. Enquanto alguns líderes receberam a idéia, outros expressaram preocupações sobre as complexidades das políticas nucleares na UE.

A Polônia e as nações Bálticas receberam a proposta de Macron.

Scholz expressou reservas, enfatizando o sistema de dissuasão existente da OTAN e defendendo o aumento dos gastos com defesa em toda a Europa.

Solicitado a comentar sobre a oferta da França, Scholz disse: “O que temos em termos de envolvimento nuclear, … não acho que isso deva ser desistido”.

Apesar do forte apoio para aumentar as capacidades de defesa, as divisões permaneceram sobre como financiar o aumento dos esforços de defesa da Europa. Alguns países, incluindo a Hungria, manifestaram ceticismo sobre os planos de financiamento conjuntos e propostos compromissos de defesa.

Como a Rússia reagiu ao cume de emergência?

A Rússia, enquanto isso, disse que não aceitaria a presença de forças de paz européias na Ucrânia, alegando que isso sinalizaria o envolvimento direto da OTAN na guerra.

O Kremlin também criticou fortemente como o aviso de Macron “extremamente confrontador” na quarta -feira sobre o que ele chamou de “ameaça à Europa” da Rússia e a necessidade de unidade.

Seu discurso indicou que a França está pensando em “continuar a guerra”, disse o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov.

Samir Puri, um especialista da Rússia na Chatham House, disse que ainda não está claro o que a Rússia considera “uma paz aceitável” para acabar com o conflito, como Zelenskyy disse a Trump na terça -feira que estava pronto para discutir termos e apresentar um esboço de um Planeje a paz.

“Tudo o que ouvimos é … há uma forte oposição russa da idéia de os países da OTAN estarem envolvidos em uma força de estabilização ou força de manutenção da paz”, pois as forças russas ainda estão tentando apreender território, disse Puri à Al Jazeera.

“Sempre há um medo de que tudo isso seja, da perspectiva russa, apenas uma maneira muito conveniente de fornecer uma cortina de fumaça para o desejo contínuo de avançar no campo de batalha”, disse ele.

Em comentários na quarta-feira a mulheres que perderam parentes na guerra, o presidente russo Vladimir Putin disse que seu país deve escolher uma paz na Ucrânia que garantirá a segurança a longo prazo da Rússia e seu desenvolvimento sustentável.

“Devemos escolher por nós mesmos uma opção de paz que nos combina e garantirá a paz para o nosso país a longo prazo”, disse Putin. “Não precisamos de mais nada, mas não desistiremos dos nossos”, acrescentou.

O que acontece a seguir?

Embora a cúpula sublinhe a determinação da Europa de apoiar a Ucrânia e aumentar suas capacidades de defesa, ela também revelou debates em andamento sobre o financiamento e a direção estratégica.

Os próximos meses serão vitais, pois os líderes da UE trabalham para mover essas discussões em ações concretas, garantindo que a Europa possa sustentar seu papel no apoio à Ucrânia enquanto reforça sua própria segurança, disseram especialistas.

Huw Roberts, especialista em investimentos globais de mercados, disse que a mudança do governo Trump da Ucrânia deu um impulso aos mercados europeus. Ele disse que, embora, por enquanto, o foco da Europa esteja nos gastos militares, isso levará a “efeitos multiplicadores”.

“Make America Great novamente parece estar se transformando em tornar a Europa ótima novamente”, disse ele à Al Jazeera, referindo -se ao slogan da campanha de Trump. “E acho que não podemos subestimar o tamanho da mudança que vimos nas últimas duas semanas em termos de resposta política européia a essa nova situação de segurança.

“Obviamente, é uma história horrível no contexto mais amplo, mas de uma pura perspectiva econômica e de investimento, todos esses bilhões de gastos extras se ripam e devem ser positivos para o crescimento para a Europa no nível mais amplo”.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre

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2026.09.30 Reunião Consu-Ufac (2).JPG

O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.

A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.

A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.

“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”

Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”

Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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