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Target torna-se a mais recente empresa dos EUA a encerrar iniciativas de DEI | Notícias de negócios e economia

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A medida ocorre depois que o presidente dos EUA, Trump, encerrou as contratações de DEI em cargos públicos e encorajou o setor privado a fazer o mesmo.

A Target está a encerrar o seu programa de diversidade, equidade e inclusão, juntamente com outras iniciativas de equidade, disse o retalhista, tornando-se a mais recente empresa dos EUA a retirar estas políticas, destinadas a aumentar a representação racial e étnica nos locais de trabalho.

A Target disse na sexta-feira que estava revertendo programas destinados a promover a equidade racial, chamados de iniciativas de Ação e Mudança de Equidade Racial (REACH), este ano.

No início desta semana, o presidente Donald Trump emitiu uma ordem executiva abrangente orientando as agências federais a terminar programas de diversidade, equidade e inclusão (DEI), incentivando as empresas privadas a fazer o mesmo.

As empresas têm-se concentrado na diversidade da sua força de trabalho durante décadas, mas as iniciativas contemporâneas da DEI decolaram após protestos nacionais em 2020 sobre tiroteios policiais contra negros desarmados.

No entanto, ao longo do último ano, várias grandes empresas, incluindo Walmart, Amazon e Meta, recuaram nas suas políticas de DEI face à pressão pública e após a vitória eleitoral de Trump em Novembro, que há muito critica as iniciativas de DEI.

“Muitos anos de dados, insights, escuta e aprendizado moldaram este próximo capítulo de nossa estratégia”, disse Kiera Fernandez, diretora de impacto na comunidade e patrimônio da Target, em um memorando, acrescentando que era importante permanecer em sintonia com a “evolução” paisagem externa.

Em 2022, a Target prometeu investir mais de 2 mil milhões de dólares em empresas de propriedade de negros até ao final de 2025, como parte dos seus objetivos REACH.

A iniciativa também incluiu planos para adicionar mais de 500 marcas de propriedade de negros e um programa de financiamento da sua empresa de mídia interna, Roundel, para aumentar a exposição de diversas marcas de propriedade através de mídia paga.

O retalhista acrescentou que estava a mudar a sua equipa de “Diversidade de Fornecedores” para “Engajamento de Fornecedores” numa tentativa de refletir melhor “o seu processo de aquisição global inclusivo”.

Numa conferência de retalho em Nova Iorque este mês, o CEO da Target, Brian Cornell, disse que o crescimento da empresa nos últimos anos se resumiu ao investimento nas pessoas e à criação de uma cultura de cuidado e crescimento.

A empresa citou uma pesquisa interna para mostrar sua cultura liderada por pessoas, dizendo que ela mostrou que “sete em cada 10 pessoas se sentem cuidadas como pessoas, não como funcionários (da Target)”.

“No varejo, temos a chance de mudar vidas”, disse Cornell em uma sessão de abertura na Conferência da Federação Nacional de Varejo.

No final do ano passado, o maior rival Walmart disse que também estava cortando algumas de suas iniciativas de DEI.

Em contrapartida, na quinta-feira, os acionistas da Costco Wholesale votaram fortemente contra uma proposta que solicitava um relatório sobre os riscos de manter as suas iniciativas de diversidade e inclusão.

A Target, com sede em Minneapolis, caiu na mira da reação conservadora no passado.

Em 2023, a Target retirou algumas mercadorias com tema LGBTQ das lojas, citando o aumento dos confrontos entre compradores e funcionários e incidentes de produtos jogados no chão.

A empresa vende produtos relacionados a LGBTQ vinculados ao mês do Orgulho há anos, mas tem enfrentado críticas crescentes por vender esses produtos, inclusive de meios de comunicação conservadores e políticos republicanos, que alegaram que certos itens em suas lojas eram comercializados para crianças.



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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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